<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131</id><updated>2012-03-05T10:00:42.690-03:00</updated><category term='Reflexão'/><category term='Diabetes'/><category term='Notícia'/><category term='Artigos para profissionais cuidadores de idosos gerontólogos e área de enfermagem  (pdf)'/><category term='Memória'/><category term='Artigos para profissionais cuidadores de idosos'/><category term='Dicas'/><category term='Planilhas para cuidadores de Idosos'/><category term='Alcoolismo nos idosos'/><category term='Demência'/><category term='gerontólogos e área de enfermagem  (pdf)'/><category term='Cidadania'/><category term='Para quem pesquisa sobre o envelhecimento'/><category term='Incontinência Urinária'/><category term='Informação'/><category term='Artigos para profissionais e cuidadores de idosos'/><category term='Alcoolismo'/><category term='Parkinson'/><category term='Notícias'/><category term='Doença de Parkinson'/><category term='Cursos'/><category term='Vídeos didáticos'/><category term='Enxaquecas'/><category term='Idosos Cartilhas e Manuais'/><category term='Doenças do ouvido e depressão.'/><category term='Novo Código de Ética Médica'/><category term='Mitos'/><category term='Nutrição dos Idosos'/><category term='Alzheimer'/><category term='Cartilha para cuidadores de idosos'/><category term='Artigo'/><category term='CATÁLOGO DE GERONTOLOGIA - PUC-SP'/><category term='Depressão'/><category term='Tecnologia para idosos'/><category term='E-book'/><category term='Artigos diversos'/><title type='text'>Biblioteca digital grátis</title><subtitle type='html'>Solicite artigos, cartilhas e manuais,
pelo e-mail: longevidadeblog@mail.com</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>98</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-8002448875804946547</id><published>2012-03-05T10:00:00.006-03:00</published><updated>2012-03-05T10:00:42.697-03:00</updated><title type='text'>Idosos são mais sensíveis aos efeitos adversos dos remédios</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div id="areacabecalho"&gt;&lt;b&gt;Se você quer ver o artigo original, solicite por e-mail:&lt;/b&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;longevidade@gmail.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt; (gratuito)&lt;/b&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Estudo analisa os fatores associados à automedicação na população idosa de Campinas (SP).&lt;/h3&gt;&lt;div class="data"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="textoarea"&gt;&lt;div class="textonoticia"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O artigo “Automedicação em idosos residentes em Campinas, São Paulo, Brasil: prevalência e fatores associados” relata a prevalência e fatores ligados à automedicação em idosos. O estudo tem como autores Priscila Maria S. B. Francisco, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas, Karen Sarmento Costa, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, e colaboradores. A pesquisa foi publicada na edição de fevereiro deste ano nos &lt;em&gt;Cadernos de Saúde Pública.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Os autores lembram que o envelhecimento populacional é um tema emergente em diversas áreas do conhecimento. E na área da saúde ele se caracteriza de forma peculiar, uma vez que há predominância de doenças crônicas e diversas de longa duração e isto exige um acompanhamento, cuidados permanentes e exames periódicos, afirmam. Segundo os especialistas, a prevalência de doenças crônicas com a idade, aumenta a demanda de consumo dos medicamentos – uns dos itens mais importantes da atenção à saúde do idoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Para os autores, os benefícios terapêuticos com o uso correto dos medicamentos são inegáveis, porém o elevado consumo entre os idosos pode causar riscos à saúde. “Os idosos utilizam de dois a cinco medicamentos diariamente e são mais sensíveis aos efeitos adversos, interações medicamentosas e toxicidade”, alertam. Além disso, os especialistas notaram que o consumo de medicamentos sem prescrição médica é um problema na população idosa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; De acordo com os especialistas, há fatores que contribuem para a automedicação como “familiaridade com o medicamento, experiências positivas anteriores, a função simbólica que os medicamentos exercem sobre a população, e a dificuldade de acesso aos serviços de saúde”. Há estudos que investigam a prevalência e os fatores associados à automedicação e os seus resultados demostram que a prática varia entre os idosos residentes em diferentes localidades, informam.  Os autores alertam para as desvantagens da automedicação, por exemplo, “os gastos desnecessários, atraso no diagnóstico e na terapêutica adequada, potenciais riscos de interações com os medicamentos prescritos, resistência bacteriana, reações adversas e intoxicação”. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Através dos resultados, os especialistas concluíram que a automedicação entre idosos em Campinas é de baixa prevalência e os medicamentos não prescritivos mais utilizados são de venda livre, o que sugere uma observação nos critérios técnicos no cuidado e na qualidade da assistência farmacêutica oferecida aos idosos pelo município. Entretanto, “diante da importância que se reveste o tema e da necessidade de sua melhor compreensão, estudos como este podem ser utilizados como ferramenta em diferentes localidades, para subsidiar a promoção do uso racional de medicamentos neste segmento populacional”, lembram os autores.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-8002448875804946547?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8002448875804946547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8002448875804946547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2012/03/idosos-sao-mais-sensiveis-aos-efeitos.html' title='Idosos são mais sensíveis aos efeitos adversos dos remédios'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-1440341172047045058</id><published>2012-01-28T22:27:00.001-02:00</published><updated>2012-02-17T23:40:08.374-02:00</updated><title type='text'>Abertas as inscrições para curso gratuito de especialização na FIOCRUZ - "Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICTS)"</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&amp;nbsp;Abertas asinscrições para curso gratuito de especialização na FIOCRUZ&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Entre os dias 26/1 e 28/2 estão abertas as inscriçõespara o curso de especialização lato sensu "Informação Científica eTecnológica em Saúde (ICTS)". Oferecido pelo Icict, o curso tem comoobjetivo contribuir para o aprimoramento e a capacitação dos profissionaisintegrantes de instituições de saúde, a fim de fortalecer e aprimorar o SistemaÚnico de Saúde (SUS).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;O curso tem 360 horas e será ministrado às terças equartas-feiras, em período integral (das 09h às 17h). As aulas acontecem entreabril e novembro e, eventualmente, podem acontecer em dias diferentes doespecificado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Serão 15 vagas a partir de processo de seleção com trêsetapas, inclusive prova.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Inscrições podem ser realizadas em &lt;a href="http://www.sigals.fiocruz.br/"&gt;http://www.sigals.fiocruz.br&lt;/a&gt;, seguindoos links: inscrição &amp;gt; presencial &amp;gt; especialização &amp;gt; Icict &amp;gt;Informação Científica e Tecnológica em Saúde – 2012/Sede.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Leia a Chamada Pública:http://www.fiocruz.br/icict/media/Chamada%20publica%20ICTS%202012.pdf&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Mais informações:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Gestão Acadêmica&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Av Brasil 4036 – sala 210 – Prédio da Expansão da FiocruzManguinhos – RJ – 21040-361&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;Tel/Fax: (021) 3882-9063/9033&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;E-mail: &lt;a href="mailto:gestaoacademica@icict.fiocruz.br"&gt;gestaoacademica@icict.fiocruz.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Clique na imagem para ampliá-la&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Bq1KS4MHl18/TySSJNVJxEI/AAAAAAAAQmE/bD8XuenAzSQ/s1600/cartaz_eletronico_ICTS_2012.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="280" src="http://1.bp.blogspot.com/-Bq1KS4MHl18/TySSJNVJxEI/AAAAAAAAQmE/bD8XuenAzSQ/s400/cartaz_eletronico_ICTS_2012.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoPlainText"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-1440341172047045058?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/1440341172047045058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/1440341172047045058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2012/01/abertas-as-inscricoes-para-curso.html' title='Abertas as inscrições para curso gratuito de especialização na FIOCRUZ - &quot;Informação Científica e Tecnológica em Saúde (ICTS)&quot;'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Bq1KS4MHl18/TySSJNVJxEI/AAAAAAAAQmE/bD8XuenAzSQ/s72-c/cartaz_eletronico_ICTS_2012.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-3957909193935379253</id><published>2012-01-23T11:09:00.001-02:00</published><updated>2012-01-23T11:09:24.313-02:00</updated><title type='text'>Vulnerabilidade à aids entre idosos é destaque na revista científica da Faculdade de Medicina da USP</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="navigation"&gt;&lt;div class="alignright"&gt;Um estudo realizado na Universidade Federal de Medicina do Mato Grosso Sul sobre a vulnerabilidade de idosos à aids foi publicado na edição deste mês da Clinics, revista científica da Faculdade de Medicina da USP.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="post-2377 post type-post status-publish format-standard hentry category-hiv-em-pauta category-noticias-da-imprensa tag-aids tag-dst tag-faculdade tag-federal tag-grosso tag-hiv tag-idosos tag-mato tag-medicina tag-pesquisa tag-sul tag-universidade tag-usp tag-vulnerabilidade clear" id="post-2377"&gt;&lt;div class="entry"&gt;A pesquisa foi realizada com 329 pessoas de 60 a 69 anos que frequentam centros comunitários em Campo Grande (MS). Os resultados mostram que os parceiros casuais e múltiplos representaram 12% e 34% das experiências relatadas a relação sexual, respectivamente. O uso de preservativos foi relatado por apenas 14% dos pesquisados.&lt;br /&gt;O estudo foi relatado pelos profissionais Marta Driemeier, Sônia Maria Oliveira de Andrade, Elenir Rose Jardim Cury Pontes, Anamaria Mello Miranda Paniago e Rivaldo Venâncio da Cunha.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Sobre a Clinics&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É uma revista científica do Hospital das Clínicas de S.Paulo que entra no 67º ano de circulação com os relatos dos melhores estudos e pesquisas da produção científica brasileira. Está indexada nos principais meios de acesso científico mundial: &lt;em&gt;LILACS, PubMed (Medline), PubMed Central, Science Citation Index Expanded (ISI Web of Knowledge), Scopus,&lt;/em&gt;Qualis/Capes (classificada como jornal de medicina de circulação internacional) e &lt;em&gt;Ulrich´s Periodical Directory.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; Agência de Notícias da AIDS&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-3957909193935379253?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/3957909193935379253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/3957909193935379253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2012/01/vulnerabilidade-aids-entre-idosos-e.html' title='Vulnerabilidade à aids entre idosos é destaque na revista científica da Faculdade de Medicina da USP'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-185586999790740557</id><published>2012-01-15T00:30:00.003-02:00</published><updated>2012-01-15T00:30:48.198-02:00</updated><title type='text'>VIOLÊNCIA CONTRA IDOSAS</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 19px; line-height: 28px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Kelper Maximilian Bueno de Godoy Oliveira&lt;sup&gt;2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-size: 12.0pt;"&gt;Kelvyn Cristopher Bueno de Godoy Oliveira&lt;sup&gt;2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Andrei WilliamG. Santana&lt;sup&gt;3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;JulianaNascimento Moreira&lt;sup&gt;3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-weight: bold;"&gt;Kátia FernandaAlves Moreira&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: Arial;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;sup&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style="line-height: 150%;"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O fenômeno da violência éconsiderado por estudiosos como todo evento que envolva relações, ações,omissões, negligências por indivíduos ou grupos, classes, nações que, geramprejuízos físicos, morais, emocionais, espirituais a outra pessoa. A violênciatem origem nas estruturas sociais, econômicas e políticas, assim como naconsciência individual de cada um (ANDRADE &amp;amp; FONSECA, 2008). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A violência contra a mulher éconhecida como violência de gênero, assim denominada por relacionar-se à condiçãode subordinação da mulher na sociedade. A violência de gênero inclui asseguintes formas de agressão: física, sexual, psicológica e econômica. Diversosautores colocam que, o uso de álcool ou drogas, desemprego e escolaridade estãoentre os fatores sociais os quais influenciam a violência de gênero(MARINHEIRO, VIEIRA &amp;amp; SOUZA, 2006). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Várias são as formas sob as quais seapresenta a violência praticada contra a mulher, como aponta SCHRAIBER &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt; (2002): &lt;i&gt;“O problema inclui diferentes manifestações, como: assassinatos,estupros, agressões físicas e sexuais, abusos emocionais, prostituição forçada,mutilação genital, violência racial, por causa de dote ou por opção sexual”.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Alguns serviços voltados para talproblemática foram criados, tais como as casas-abrigo, delegacias de defesa damulher e os centros de referência multiprofissionais que tem priorizado,sobretudo, a violência física e sexual cometida por parceiros e ex-parceirossexuais da mulher (SCHRAIBER &lt;i&gt;et al&lt;/i&gt;,2002). &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A Lei Maria da Penha, aprovada noBrasil em 07 de agosto de 2006, foi um marco no combate à violência contra amulher, uma vez que, a mesma modifica o Código Penal nacional, prevendo penaaos praticantes de violência doméstica. Assim sendo, representou um grandeavanço para garantir à mulher o direito à sua integridade física, psíquica,sexual e moral (ANDRADE &amp;amp; FONSECA, 2008).&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/i&gt;Entretanto,&lt;a href=""&gt;apesar detantos mecanismos de enfretamento do problema terem sido criados&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" href="file:///C:/Users/User/Downloads/78200539-Artigo-violencia-idosas-pet.doc#_msocom_1" id="_anchor_1" language="JavaScript" name="_msoanchor_1"&gt;[k1]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;,ainda são altos os índices de violência de gênero e diversos estudos revelamessa realidade. &lt;a href=""&gt;MARINHEIRO&lt;span style="background: yellow; mso-highlight: yellow;"&gt;, VIEIRA &amp;amp; SOUZA, (2006)&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" href="file:///C:/Users/User/Downloads/78200539-Artigo-violencia-idosas-pet.doc#_msocom_2" id="_anchor_2" language="JavaScript" name="_msoanchor_2"&gt;[k2]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="background: yellow; mso-highlight: yellow;"&gt;,&lt;/span&gt; relatam que, cerca de10% a 50% das mulheres ao redor do mundo já sofreram alguma forma de violênciafísica, cometida por seus parceiros íntimos ao menos uma vez na vida. Umapesquisa de prevalência de violência de gênero na Grande São Paulo revelou que40% das usuárias de 19 serviços de saúde referiram ter sofrido algum tipo deviolência em algum momento de suas vidas. A violência de gênero perpetrada porcompanheiro íntimo é um complexo fenômeno, o qual vem sendo considerado como umproblema de saúde pública, não apenas em decorrência das complicações que esteacarreta, porém também pelo fato de que, o serviço de saúde acaba sendo um doslocais mais buscados por mulheres nessas ocasiões. &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Devido ao exposto, enfatizando-se àgravidade e magnitude do problema, é que se evidencia a necessidade de maispesquisas acerca da temática, principalmente para que se possa conhecer a fundoa estatística da violência de gênero no país, &lt;a href=""&gt;o que poderia contribuir para implementaçãode mais ações e mecanismos de enfrentamento da problemática e/ou reorganizaçãode serviços já existentes.&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" href="file:///C:/Users/User/Downloads/78200539-Artigo-violencia-idosas-pet.doc#_msocom_3" id="_anchor_3" language="JavaScript" name="_msoanchor_3"&gt;[k3]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Portanto, esse estudo teve comoobjetivos: elaborar um perfil sócio-econômico-demográfico das freqüentadoras daassociação de idosas do bairro Esperança da Comunidade, município de PortoVelho – Rondônia, assim como quantificar a ocorrência de alguma forma deviolência ao menos uma vez na vida e revelar a forma de violência predominante napopulação da pesquisa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;METODOLOGIA&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Esteartigo é constitutivo do Projeto “Violência doméstica contra a mulher” que foiaprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Rondônia(UNIR), sob o número 328369, estando de acordo com a Resolução nº196/96referente à ética na pesquisa envolvendo seres humanos (MOREIRA &lt;i&gt;et al, &lt;/i&gt;2010). Caracteriza-se por ser umestudo de campo descritivo realizado na “Associação Beneficente:Clube de Mães, Idosos, Crianças e Moradores do bairro Esperança da Comunidade” (CMIC),localizada no município de Porto Velho – Rondônia. A CMIC é umainstituição sem fins lucrativos que oferece serviços de terapia ocupacional,atividade física para idosos, &lt;span class="blsp-spelling-error"&gt;atividades&lt;/span&gt;para adolescentes e jovens, entre outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-autospace: ideograph-numeric; text-indent: 35.4pt;"&gt;Para a constituição da população doestudo foi utilizado como critério de inclusão, a faixa etária a partir de 60anos, em decorrência das idosas formarem um dos grupos mais representativos daCMIC. Contando com uma população de 39 idosas, que aceitaram participar dapesquisa e posteriormente assinaram o Termo de Consentimento Livre eEsclarecido (TCLE), procedeu-se a coleta de dados, na qual se utilizou umformulário estruturado, contendo informações acerca de dados socio-econômico-demográficos,bem como as formas de violência sofrida. &lt;span style="font-family: &amp;quot;TimesNewRomanPSMT&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-family: TimesNewRomanPSMT;"&gt;A coleta de dados foi realizada entreos meses de janeiro e abril, sendo parte no período matutino com visitasdomiciliares e parte no período vespertino, às quintas-feiras, quando ocorriamas reuniões do grupo de idosos na CMIC. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;RESULTADOS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tabela 1 apresenta o perfil sócio-econômico-demográficoda população em estudo. A faixa etária das idosas entrevistadas varia de 60 a89 anos, sendo que a média é de 69. A maioria estava entre 60 a 69 anos (56,4%).Quanto ao estado civil 46,2% se declararam viúvas, 33,3% eram casadas, 15,4%solteiras e apenas 5,1% divorciadas. No que se refere ao nível de escolaridade,grande parte das idosas possuíam o fundamental incompleto (48,7%), 43,6% eramanalfabetas, 5,1% tinham o fundamental completo e somente 2,6% apresentaram omédio completo. No que concerne a ocupação da população abordada, a grandemaioria era de aposentadas (71,8%), seguido pelas que desenvolviam atividadesautônomas (12,8%) e as que se denominaram do lar (10,2%). Quanto à rendafamiliar, a maioria (51,3%) dispunha de um salário mínimo, seguido de doissalários mínimos (33,3%) e três salários mínimos (15,4%). &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="border-collapse: collapse; margin-left: 2.75pt; width: 660px;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 21.0pt; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;  &lt;td colspan="3" rowspan="2" style="border-bottom: solid black 1.0pt; border: none; height: 21.0pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 396.1pt;" valign="bottom" width="660"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Palatino Linotype', serif; font-size: 11pt;"&gt;TABELA 1 – Dados  socio-econômico-demográficos de idosas da CMIC - Bairro Esperança da  Comunidade, município de Porto Velho - RO 2011&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="35" style="border: none; height: 21.0pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 14.85pt; mso-yfti-irow: 1;"&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="25" style="border: none; height: 14.85pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 16.5pt; mso-yfti-irow: 2;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Idade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="top" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  %&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="28" style="border: none; height: 16.5pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 3;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;60-69&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;22&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;56,4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 4;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;70-79&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;15&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;38,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 5;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;80-89&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;5,1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 6;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Estado Civil&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="top" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 7;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Casada &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;33,3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 8;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Solteira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;15,4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 9;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Viúva&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="top" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;18&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Calibri, sans-serif;"&gt;46,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 10;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Divorciada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;5,1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 11;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Nível Escolaridade&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="top" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 12;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Não Alfabetizada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;17&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;43,6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 13;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Fundamental Incompleto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;19&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;48,7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 14;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Fundamental Completo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;5,1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 15;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Médio Incompleto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 16;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Médio Completo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;2,6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 17;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Superior Incompleto&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 18;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Ocupação&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="top" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 19;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: justify;"&gt;Empregada c/ carteira assinada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype   id="_x0000_t202" coordsize="21600,21600" o:spt="202" path="m,l,21600r21600,l21600,xe"&gt;   &lt;v:stroke joinstyle="miter"/&gt;   &lt;v:path gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"/&gt;  &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="_x0000_s1026" type="#_x0000_t202" style='position:absolute;   left:0;text-align:left;margin-left:99.8pt;margin-top:15.45pt;width:60.45pt;   height:19.7pt;z-index:251657728;mso-position-horizontal-relative:text;   mso-position-vertical-relative:text;mso-width-relative:margin;   mso-height-relative:margin' stroked="f"/&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;span style="height: 30px; left: 0px; margin-left: 133px; margin-top: 21px; mso-ignore: vglayout; position: absolute; width: 85px; z-index: 251657728;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;    &lt;td bgcolor="white" height="30" style="background: white; vertical-align: top;" width="85"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]--&gt;&lt;span style="left: 0pt; mso-ignore: vglayout; position: absolute; z-index: 251657728;"&gt;    &lt;table cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;     &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;      &lt;td&gt;&lt;!--[endif]--&gt;      &lt;div class="shape" style="padding: 3.6pt 7.2pt 3.6pt 7.2pt;" v:shape="_x0000_s1026"&gt;      &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;Continua&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[if !mso]--&gt;&lt;/td&gt;     &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !mso &amp; !vml]--&gt;&amp;nbsp;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;!--[endif]--&gt;2,6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 20;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Autônoma&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;12,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 21;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Do Lar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;10,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 22;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Aposentada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;28&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;71,8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 23;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Desempregada&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;1&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;2,6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 24;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Renda Familiar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="top" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 25;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Um salário mínimo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;20&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;51,3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 26;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Dois salários mínimos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;33,3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 27;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Três salários mínimos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;6&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;15,4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 28;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Mais de três salários mínimos&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;-&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 16.5pt; mso-yfti-irow: 29; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.2pt;" valign="top" width="267"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;TOTAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 75.55pt;" valign="bottom" width="126"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;39&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 160.35pt;" valign="bottom" width="267"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="28" style="border: none; height: 16.5pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tabela 2 revela a prevalência deviolência de gênero ao longo da vida da população estudada. A maior parte dasidosas (61,5%) relatou ter sofrido alguma forma de violência pelo menos uma vezna vida, sendo que, 38,5% referiram nunca terem sido maltratadas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="border-collapse: collapse; margin-left: 2.75pt; width: 620px;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 18.0pt; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;  &lt;td colspan="3" rowspan="2" style="border-bottom: solid black 1.0pt; border: none; height: 18.0pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 372.0pt;" valign="bottom" width="620"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Palatino Linotype', serif; font-size: 11pt;"&gt;TABELA 2 - Prevalência de  violência de gênero em idosas pelo menos uma vez na vida, CMIC - Bairro  Esperança da Comunidade, município de Porto Velho – RO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="30" style="border: none; height: 18.0pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 14.85pt; mso-yfti-irow: 1;"&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="25" style="border: none; height: 14.85pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 2;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 266.9pt;" valign="bottom" width="445"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Sofreu violência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td colspan="2" nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 15.75pt; mso-border-top-alt: solid windowtext 1.0pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 105.1pt;" valign="bottom" width="175"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Total&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 3;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 266.9pt;" valign="bottom" width="445"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 43.0pt;" valign="bottom" width="72"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;N&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 62.1pt;" valign="bottom" width="104"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 4;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 266.9pt;" valign="bottom" width="445"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Sim&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 43.0pt;" valign="bottom" width="72"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;24&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 62.1pt;" valign="bottom" width="104"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;61,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 5;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 266.9pt;" valign="bottom" width="445"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Não&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 43.0pt;" valign="bottom" width="72"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;15&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 62.1pt;" valign="bottom" width="104"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;38,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 16.5pt; mso-yfti-irow: 6; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 266.9pt;" valign="bottom" width="445"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;TOTAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 43.0pt;" valign="bottom" width="72"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;39&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 62.1pt;" valign="bottom" width="104"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="28" style="border: none; height: 16.5pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A tabela 3 apresenta a frequênciadas formas de violência sofrida ao menos uma vez na vida. A violênciapsicológica predominou com 33,3%. Em seqüência prevaleceu a física epsicológica (29,2%), seguida pela sexual (16,7%), física, psicológica e sexual(12,5) e estritamente física (8,3). &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" class="MsoNormalTable" style="border-collapse: collapse; margin-left: 2.75pt; width: 620px;"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr style="height: 21.0pt; mso-yfti-firstrow: yes; mso-yfti-irow: 0;"&gt;  &lt;td colspan="3" rowspan="2" style="border-bottom: solid black 1.0pt; border: none; height: 21.0pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 372.0pt;" valign="bottom" width="620"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: 'Palatino Linotype', serif; font-size: 11pt;"&gt;TABELA 3 - Frequência dos tipos  de Violência em idosas, CMIC - Bairro Esperança da Comunidade, município de  Porto Velho-RO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="35" style="border: none; height: 21.0pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 14.85pt; mso-yfti-irow: 1;"&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="25" style="border: none; height: 14.85pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 16.5pt; mso-yfti-irow: 2;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Tipos de Violência&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;f&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;%&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="28" style="border: none; height: 16.5pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 3;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Física&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;8,3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 4;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Psicológica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;8&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;33,3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 5;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Sexual&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;4&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;16,7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 6;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Física e Psicológica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;7&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;29,2&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 15.75pt; mso-yfti-irow: 7;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Física, Psicológica e Sexual&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;3&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="height: 15.75pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;12,5&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="26" style="border: none; height: 15.75pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;tr style="height: 16.5pt; mso-yfti-irow: 8; mso-yfti-lastrow: yes;"&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 270.7pt;" valign="bottom" width="451"&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;TOTAL&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 38.0pt;" valign="bottom" width="63"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;24&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td nowrap="" style="background: silver; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border: none; height: 16.5pt; padding: 0cm 3.5pt 0cm 3.5pt; width: 63.3pt;" valign="bottom" width="106"&gt;  &lt;div align="center" class="MsoNormal" style="mso-hyphenate: auto; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;100&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[if !supportMisalignedRows]--&gt;  &lt;td height="28" style="border: none; height: 16.5pt;" width="0"&gt;&lt;/td&gt;  &lt;!--[endif]--&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;DISCUSSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;Osdados obtidos foram comparados com artigos científicos de temática semelhante. Comrelação ao estado civil, o elevado número de viúvas constatado neste estudopode indicar uma associação entre estado civil e ocorrência de violência, poisem uma pesquisa sobre violência contra a mulher, realizada em Ribeirão Preto –SP, &lt;a href=""&gt;&lt;span style="background: yellow; mso-highlight: yellow;"&gt;MARINHEIRO, VIEIRA &amp;amp; SOUZA&lt;/span&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(2006), &lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" href="file:///C:/Users/User/Downloads/78200539-Artigo-violencia-idosas-pet.doc#_msocom_4" id="_anchor_4" language="JavaScript" name="_msoanchor_4"&gt;[k4]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;apontamque, estudos revelam a existência da referida associação, no entanto, isso nãofoi comprovado ainda. Porém, subentende-se que &lt;span style="color: red;"&gt;mulheresviúvas ou divorciadas tem mais probabilidade de sofrerem violência do que ascasadas e solteiras&lt;/span&gt;. O estudo citado ainda faz uma sugestão para que emfuturas pesquisas, na coleta de informações registre-se o estado civil quevigorava na época da violência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A baixa escolaridade tida por grandeparte das idosas também foi observada em outros estudos. POTRICH &lt;i&gt;et al &lt;/i&gt;(2009) no resultado de suapesquisa sobre mulheres vítimas de violência doméstica em Porto Alegre – RS, evidenciouque, &lt;span style="color: red;"&gt;60% das entrevistadas não tinha o ensinofundamental completo&lt;/span&gt;. MOURA &lt;i&gt;et al &lt;/i&gt;(2009),obteve em uma pesquisa sobre violência contra a mulher, feita em Brasília, DF, que60% das participantes possuía o ensino fundamental incompleto. Segundo ele, ummaior nível de escolaridade da mulher, pode estar ligado a um empoderamentopessoal, que gera a diminuição da tolerância à violência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No concernente a &lt;span style="color: red;"&gt;ocupação, a grande maioria das integrantes do estudo éconstituída por aposentadas&lt;/span&gt;. Tal característica difere demasiadamente deoutras pesquisas, como a de SILVA &lt;i&gt;et al &lt;/i&gt;(2008),que, investigando sobre violência de gênero em mulheres de faixa etária entre20 a 40 anos ou mais, revelou uma população de 72% que descreveram sua ocupaçãocomo do lar. Este achado está intrinsecamente relacionado à idade da populaçãoabordada neste estudo, que é a partir de 60 anos, e sabe-se que, geralmente asmulheres se aposentam a partir dessa idade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A predominância de baixa rendasalarial na população pesquisada parece ter associação com casos de violênciade gênero. Tal idéia é compartilhada por outros autores. Para &lt;a href=""&gt;&lt;span style="background: yellow; mso-highlight: yellow;"&gt;MARINHEIRO, VIEIRA &amp;amp; SOUZA&lt;/span&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(2006&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" href="file:///C:/Users/User/Downloads/78200539-Artigo-violencia-idosas-pet.doc#_msocom_5" id="_anchor_5" language="JavaScript" name="_msoanchor_5"&gt;[k5]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;),existem fatos que indicam &lt;span style="color: red;"&gt;haver maior risco deviolência física na presença de pobreza ou desigualdade&lt;/span&gt;. Contudo, SILVA &lt;i&gt;et al &lt;/i&gt;(2008) pensa ser um equívoco acreditarque violência contra a mulher restringi-se à famílias de pouca renda e baixainstrução, uma vez que, a mídia expõe eventualmente assassinatos de mulherespor seus (ex) parceiros íntimos empresários, jornalistas, entre outros. Aautora ainda acrescenta que, na maioria dos casos tais mulheres já seencontravam em situação de violência há tempos, todavia a sociedade só tomaconhecimento do mesmo, quando a vítima vai a óbito.&lt;a href=""&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;span class="MsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8.0pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;a class="msocomanchor" href="file:///C:/Users/User/Downloads/78200539-Artigo-violencia-idosas-pet.doc#_msocom_6" id="_anchor_6" language="JavaScript" name="_msoanchor_6"&gt;[k6]&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No referente à prevalência deviolência de gênero nas idosas, o estudo revelou que a maioriada população já sofreu alguma forma ao menos uma vez na vida. Esse elevadoquantitativo de entrevistadas expostas a tal ato torna visível a gravidade daproblemática e a consolida como um agravo de saúde pública. GARBIN &lt;i&gt;et al &lt;/i&gt;(2006), em pesquisa sobreviolência doméstica realizada em São Paulo, levanta um dos fatores pelos quaisesse número se mantém alto tanto nesta quanto em outras pesquisas, e resistenteà intervenções legais, pois de acordo com o autor,&lt;i&gt; “a violência de gênero tem um forte componente cultural, que não éfacilmente superado por meio de leis e normas.” &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;CONCLUSÃO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Verificou-se pelo estudo que a populaçãoassídua do grupo realizado na “AssociaçãoBeneficente: Clube de Mães, Idosos, Crianças e Moradores do bairro Esperança daComunidade” (CMIC) do município de Porto Velho – RO, e composto por mulheresidosas, de baixa escolaridade e baixa remuneração. O estudo relatou 61,5% emprevalência em alguma forma de violência, 33,3% sofreram violência psicológica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Pode-se observar que usuários assíduos possuíam bom relacionamento com aequipe de saúde e satisfação quanto aos serviços oferecidos. O questionário semostrou eficaz quanto à maioria dos aspectos analisados e foi de grandeimportância para a análise dos dados. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;ANDRADE, C. J. M; FONSECA, R. M.G. S. Considerações sobre violência doméstica, gênero e o trabalho das equipesde saúde da família. &lt;i&gt;Rev. Esc. Enferm.USP&lt;/i&gt;, v. 42 n. 3, p. 591-5, 2008. &lt;span style="color: red;"&gt;Disponível em:WWW. . acessado em:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;GARBIN, C, A. S. Violênciadoméstica: análise das lesões em mulheres. &lt;i&gt;Cad.Saúde Pública. &lt;/i&gt;Rio de Janeiro, v. 22, n. 12, p. 2567-2573, dez, 2006. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;MARINHEIRO, A. L. V; VIEIRA, E.M; SOUZA, L. Prevalência da violência contra a mulher usuária de serviço desaúde. &lt;i&gt;Rev. Saúde Pública&lt;/i&gt;&lt;b&gt;, &lt;/b&gt;v. 40 n. 4, p. 604-10, 2006. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;MOURA, L. B. A. &lt;i&gt;et al. &lt;/i&gt;Violências contra mulheres porparceiro íntimo em área urbana economicamente vulnerável, Brasília, DF. &lt;i&gt;Rev.Saúde Pública&lt;/i&gt;, v. 43, n. 6,p. 944-53, 2009.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;POTRICH, L. &lt;i&gt;et al. &lt;/i&gt;Características pessoais e sociodemográficas de mulheres quebuscaram ajuda na rede de apoio às mulheres vítimas de violência doméstica dePorto Alegre. &lt;i&gt;X Salão de Iniciação Científica&lt;/i&gt; – PUCRS, 2009.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;SCHRAIBER L. B. &lt;i&gt;et al. &lt;/i&gt;Violência contra a mulher: estudoem uma unidade de atenção primária à saúde. &lt;i&gt;Rev.Saúde Pública,&lt;/i&gt; v. 36, n. 4, p. 470-7, 2002.&amp;nbsp;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;SILVA, S. S. &lt;i&gt;et al. &lt;/i&gt;Violência doméstica contra a mulher. VEREDAS FAVIP – RevistaEletrônica de Ciências – v. 1, n. 1, jan/jun, 2008. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;hr align="left" class="msocomoff" size="1" width="33%" /&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;div&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;div class="msocomtxt" id="_com_1" language="JavaScript"&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;span style="font-size: 11px;"&gt;&lt;a href="" name="_msocom_1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="MsoCommentText"&gt;&lt;span style="font-size: 11px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="msocomtxt" id="_com_6" language="JavaScript"&gt;&lt;!--[if !supportAnnotations]--&gt;&lt;/div&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;span class="MsoFootnoteReference"&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt; Artigoproduzido do Projeto intitulado “Violência Contra à Mulher”. Projetofinanciando pelo CNPq&lt;span class="gt-icon-text1"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt; Acadêmicos do curso de Enfermagem da UniversidadeFederal de Rondônia –UNIR. 5º Período.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFootnoteText"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt; Acadêmicos do curso de Enfermagem da UniversidadeFederal de Rondônia –UNIR. 5º Período.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoFooter"&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;4 &lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="font-size: 9.0pt;"&gt;Professora Doutora do Departamento de Saúde Coletiva daFundação Universidade Federal de Rondônia - UNIR. Pesquisadora principal.Orientadora&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-185586999790740557?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/185586999790740557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/185586999790740557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2012/01/violencia-contra-idosas.html' title='VIOLÊNCIA CONTRA IDOSAS'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-7374328348850822213</id><published>2012-01-02T23:42:00.000-02:00</published><updated>2012-02-17T23:42:50.228-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-enUGYQ7Vrc8/Tz8B3P7oEdI/AAAAAAAAQy0/I_rE2404dxc/s1600/396244_342946245745692_116768871696765_1033831_1982426171_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-enUGYQ7Vrc8/Tz8B3P7oEdI/AAAAAAAAQy0/I_rE2404dxc/s320/396244_342946245745692_116768871696765_1033831_1982426171_n.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WryNlF0pu9A/Tz8B4t42JeI/AAAAAAAAQy8/WtGbfWNVydU/s1600/404173_335191649854485_116768871696765_1016298_1809572720_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" src="http://3.bp.blogspot.com/-WryNlF0pu9A/Tz8B4t42JeI/AAAAAAAAQy8/WtGbfWNVydU/s320/404173_335191649854485_116768871696765_1016298_1809572720_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rP__6xJZcb4/Tz8B6tSRwzI/AAAAAAAAQzE/gIJsso42noQ/s1600/416803_336625119711138_116768871696765_1019883_1218396901_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-rP__6xJZcb4/Tz8B6tSRwzI/AAAAAAAAQzE/gIJsso42noQ/s320/416803_336625119711138_116768871696765_1019883_1218396901_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VwM8qnhUhl8/Tz8B9Vy0pvI/AAAAAAAAQzM/jF41_bs7N0g/s1600/420483_340209439352706_116768871696765_1027780_376229917_n.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://3.bp.blogspot.com/-VwM8qnhUhl8/Tz8B9Vy0pvI/AAAAAAAAQzM/jF41_bs7N0g/s320/420483_340209439352706_116768871696765_1027780_376229917_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-7374328348850822213?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7374328348850822213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7374328348850822213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2012/01/blog-post.html' title=''/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-enUGYQ7Vrc8/Tz8B3P7oEdI/AAAAAAAAQy0/I_rE2404dxc/s72-c/396244_342946245745692_116768871696765_1033831_1982426171_n.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-7054046330400900615</id><published>2011-12-20T01:15:00.002-02:00</published><updated>2011-12-20T01:15:37.379-02:00</updated><title type='text'>Férias</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jTElcOLlXTk/Tu_9zU_lEOI/AAAAAAAAQdE/5b5jbDUa1mU/s1600/havaiana2.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-jTElcOLlXTk/Tu_9zU_lEOI/AAAAAAAAQdE/5b5jbDUa1mU/s400/havaiana2.png" width="295" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-7054046330400900615?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7054046330400900615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7054046330400900615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/12/ferias.html' title='Férias'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jTElcOLlXTk/Tu_9zU_lEOI/AAAAAAAAQdE/5b5jbDUa1mU/s72-c/havaiana2.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-641592841656258764</id><published>2011-11-29T23:47:00.001-02:00</published><updated>2011-11-30T19:47:11.441-02:00</updated><title type='text'>Negação e desafios das famílias no cuidado do portador Alzheimer - por Silvia Masc</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Y0CK1vpxK6E/TtWODbVctYI/AAAAAAAAQVE/_4Xd_4XIAxA/s1600/C414daea0.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-Y0CK1vpxK6E/TtWODbVctYI/AAAAAAAAQVE/_4Xd_4XIAxA/s200/C414daea0.gif" width="179" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;"Se ele pudesse, ele faria."&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;- (a esposa de um cuidador)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;i&gt;Alguns dias atrás recebi um e-mail com um comentário de um de vocês leitores, que guardei comigo. Era de uma senhora (vou chamá-la de Izabel), cuja mãe tem Alzheimer leve. Aqui está um pouco do que ela disse:&lt;/i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Meu irmão insiste... não devemos preparar as refeições para minha mãe e&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;que ela, só tem uma perda leve de memória... Eu sinto que a minha família está em negação sobre a condição da mamãe e procurando razões para ficar indiferente.&lt;/span&gt;&amp;nbsp;"&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observo que a negação é tão comum, o que é prejudicial é ficar preso em negação. No entanto, colocando a noção de negação de lado por um momento, para a maioria de nós cuidar de alguém nos estágios iniciais de uma demência passam por esse tipo de dança onde vamos vacilar entre a promoção da independência e ficar oferecendo ajuda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vemos as coisas mudando e observando a pessoa perder a capacidade de fazer o que eles faziam antes. Muitas vezes estamos relutantes em intervir e tomar posse, com a preocupação de não esmagar a sua dignidade. É doloroso, vê-los lutar. Queremos desesperadamente que as coisas permaneçam estáticas para a pessoa e para nós, querendo que ela mantenha a sua autonomia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E fica a dúvida, quando intervir? Quando ajudar? Não é simplesmente um problema de memória ou esquecimento. Às vezes é um declínio que pode causar situações de dano para a pessoa e para os que estão próximos e no caso específico do preparo das refeições, por exemplo, colocar sal e demasia, queimar a comida, esquecer o gás aberto etc...&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por exemplo, pode parecer lógico que o irmão de Izabel ache que sua mãe deve ser capaz de lembrar-se de como fazer as suas próprias refeições. Afinal, ela vem fazendo isso há 50 anos. E a memória daquilo que foi aprendida ao longo do tempo, é geralmente melhor preservada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aqui está o problema - a maioria das pessoas diagnosticadas com Alzheimer perdem cedo alguma capacidade e a sequência de alguma atividade, de organizar, iniciar e monitorar as ações. Isso é chamado de funcionamento executivo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pense sobre as etapas envolvidas na fixação de uma refeição: decidir o que fazer, identificando os ingredientes, colocando os itens ou receita juntos em uma ordem específica, concentrando-se e muitas vezes multitarefa. Preparar uma refeição ou seguir uma receita que inclui várias etapas é difícil e às vezes inatingíveis mesmo em demência precoce devido a mudanças no cérebro que são responsáveis ​​por esse processamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu acho que todos nós concordamos que as pessoas com Alzheimer não estão em condições de optar por desistir de habilidades da vida diária, tais como o preparo das refeições, o gerenciamento das finanças, ou locomoção. Elas não iriam optar por renunciar a sua independência, e elas não são preguiçosos ou desmotivadas. A verdade é que as pessoas com Alzheimer não podem&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;"simplesmente se esforçar mais"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;e não é real esperar que eles façam tudo o que costumavam fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu percebo, no entanto, que alguns membros da família não vão ajudá-las. Muito possivelmente, eles estão em negação. De tempos em tempos, todos nós estamos em negação sobre vários aspectos da nossa vida. É assim que lidamos – com as nossas emoções, negação máscaras de dor, perda, medo e incerteza.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Devemos ser gentis, suaves e calmos para falar sobre isso com um membro da família que esteja nesse processo de negação. A raiva só vai levá-lo a criar abismos mais profundos. E quando nós insistimos, ou rejeitamos esse familiar, ficamos presos em nossa própria raiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não quero dizer que você não possa trabalhar ativamente para tornar as coisas melhores com os membros da família - eu simplesmente sugiro que você entenda a maneira de agir desse familiar. Agindo de forma que essa pessoa primeiramente aceite o fato, vencendo a negação, tudo ficará mais fácil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Leia também : &lt;a href="http://www.psicologia.org.br/internacional/pscl49.htm"&gt;O impacto da doença crônica na família&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;&lt;b&gt;Para você será uma forma de auto-cuidado.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-641592841656258764?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/641592841656258764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/641592841656258764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/11/negacao-e-desafios-das-familias-no.html' title='Negação e desafios das famílias no cuidado do portador Alzheimer - por Silvia Masc'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-Y0CK1vpxK6E/TtWODbVctYI/AAAAAAAAQVE/_4Xd_4XIAxA/s72-c/C414daea0.gif' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-1974940928364318765</id><published>2011-11-13T11:47:00.001-02:00</published><updated>2011-11-13T12:04:37.911-02:00</updated><title type='text'>O que é artrose?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rvpcIhfjJ1U/Tr_OWWw0byI/AAAAAAAAQB8/jP9ev0EwW68/s1600/artrose.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-rvpcIhfjJ1U/Tr_OWWw0byI/AAAAAAAAQB8/jP9ev0EwW68/s320/artrose.png" width="208" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;- O que é artrose?&lt;br /&gt;- Artrose é o mesmo que artrite?&lt;br /&gt;- Como prevenir a artrose?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Os anos não chegam sós. E a artrose, uma doença reumática, é uma dessas companheiras que tornam-se inseparáveis a medida que aumentam o número de velinhas a serem apagadas. Entretanto, a prevenção pode contribuir retardando sua aparição."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="" name="O que é artrose"&gt;O que é artrose?&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;"A &lt;b&gt;artrose&lt;/b&gt; é um processo degenerativo de desgaste da cartilagem, que afeta sobre tudo as articulações que suportam peso ou as que fazem movimentos em excesso, como por exemplo as cadeiras, os joelhos ou os pés", destaca a Dra. Diana Dubinsky, médica reumatologista do Centro Antirreumático do Hospital de Clínicas, de Buenos Aires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta doença vincula-se ao envelhecimento das articulações, ligado ao passar do tempo. Inicia-se, em geral, a partir dos 40 ou 45 anos. Porém, também pode aparecer de forma precoce como conseqüência de traumatismos ou problemas congênitos que afetem a articulação. Por exemplo, a &lt;b&gt;displasia&lt;/b&gt; da cadeira é uma malformação congênita da articulação, este é um fato que predispõe a uma &lt;b&gt;artrose&lt;/b&gt; precoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral, o envelhecimento e a sobrecarga da articulação fazem com que a cartilagem se desgaste e perca agilidade e elasticidade. Os sintomas da &lt;b&gt;artrose&lt;/b&gt; são a dor e a limitação da função articular. A limitação do movimento deve-se ao fator mecânico: as superfícies articulares, em vez de estarem &lt;i&gt;acolchoadas&lt;/i&gt; pela cartilagem, tornam-se rugosas e atritam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="" name="Artrose é o mesmo que artrite"&gt;Artrose é o mesmo que artrite?&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;"A &lt;b&gt;artrite&lt;/b&gt; é uma doença inflamatória que pode afetar várias articulações ao mesmo tempo, por isso denomina-se poliartrite. Não está vinculada com a idade, pois pode aparecer na juventude", explica a especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem distintos tipos de artrite, uma delas é a &lt;b&gt;artrite&lt;/b&gt; reumatóide. Esta enfermidade compromete o estado geral da pessoa, produzindo abatimento, cansaço e perda de peso. Ademais produz inflamação, tumefação e avermelhamento da articulação. A dor é contínua em repouso e a pessoa levanta-se com muita dor e rigidez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A artrose, ao contrário, apresenta uma dor mecânica que sente-se depois de utilizar a articulação. Geralmente é uma dor vespertina e alivia-se com o repouso. A pessoa pode levantar-se dolorida e sentir um pouco de rigidez, o que dificulta-lhe o início do movimento. Porém, em alguns minutos a rigidez desaparece e a pessoa pode movimentar-se normalmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;b&gt;artrose&lt;/b&gt; diferencia-se da &lt;b&gt;artrite&lt;/b&gt; reumatóide pelo comprometimento do estado geral. E também existem pessoas assíntomas, mas o médico pode detectar a &lt;b&gt;artrose&lt;/b&gt; em uma radiografia. Isto mostra, entre outras coisas, que o espaço ocupado pela cartilagem é menor que o habitual porque esta está deteriorada. Dado que a cartilagem cumpre a função de amortecer a pressão e o atrito entre os ossos, ao deteriorar-se, os ossos se tocam e se desgastam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A medida que o o osso se destrói, produz-se um processo reparador que consiste em formar um novo osso, porém com características diferentes do osso normal. É o que se conhece comumente nas vértebras como &lt;i&gt;bico de papagaio&lt;/i&gt;, e que tecnicamente denominam-se osteofitos", explica Dubinsky.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="" name="Como prevenir a artrose"&gt;Como prevenir a artrose?&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da idade, existem fatores que favorecem o aparecimento da artrose. Um dos mais importantes é o sobrepeso, porque produz uma sobrecarga nas articulações. Neste sentido é importante que a alimentação consista em uma dieta balanceada e sem excesso de gorduras, para evitar o sobrepeso. A &lt;b&gt;obesidade&lt;/b&gt; sempre é acompanhada pela artrose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro fator importante, assinala a Dra. Dubinsky, é a atividade física, como por exemplo caminhar, andar de bicicleta ou nadar. A respeito das caminhadas que realizamos quando fazemos compras e olhamos vitrines, estas não surtem nenhum efeito benéfico. Uma caminhada efetiva tem de ser contínua e com passo firme, com duração de 20 ou 30 minutos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício para ser benéfico, tem que ser sistemático e fazer com que a articulação mova-se em toda a sua amplitude. O exercício é um método de prevenção e de tratamento. Neste sentido a dor é um bom indicador de limite, se há dor é sinal de que se está fazendo exercício em excesso ou que se está fazendo da forma errada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com respeito a administração de medicamentos, os especialistas preferem utilizar a menor quantidade possível de drogas, e ver quanto os pacientes podem melhorar com tratamentos locais, orientados a desinflamar e acalmar a dor. Por exemplo, a aplicação de ondas curtas através de tratamentos de Quinesiologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O problema é que os antiinflamatórios possuem efeitos secundários, em especial os problemas gástricos que estes podem causar. Por esta razão, se o paciente tem dor mas não tem inflamação, o médico receita-lhe somente um analgésico que não irá afetar tanto a &lt;b&gt;mucosa&lt;/b&gt; gástrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, já existe uma nova geração de antiinflamatórios que inibem a &lt;b&gt;inflamação&lt;/b&gt; de forma específica, sem afetar o estômago. Mas também existem outros tipos de drogas que apontam para melhorar a cartilagem. "Estas drogas aplicam-se em artroses não muito avançadas, naquelas em que a cartilagem ainda não se encontra muito deteriorada", esclarece a especialista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes medicamentos aparentemente nutrem a cartilagem, ainda que seja difícil quantificar a melhora. A especialista destaca que um paciente com &lt;b&gt;artrose&lt;/b&gt; não deve ser resistente ao uso de uma bengala, porque ela evita que a articulação carregue peso, desinflame-se e possa funcionar um pouco melhor. Também ajuda o uso de um "andador" ou colete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passar dos anos é irremediável. Porém, existem maneiras de retardar um pouco a aparição dos incômodos sinais do tempo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-1974940928364318765?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/1974940928364318765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/1974940928364318765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/11/o-que-e-artrose.html' title='O que é artrose?'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-rvpcIhfjJ1U/Tr_OWWw0byI/AAAAAAAAQB8/jP9ev0EwW68/s72-c/artrose.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-316659288871153983</id><published>2011-10-27T21:30:00.000-02:00</published><updated>2011-10-27T21:30:54.302-02:00</updated><title type='text'>Sociedade Brasileira  de Gerontologia elabora cartilha.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;As dicas foram elaboradas pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-47wdRFc0vcY/TqfQkgEY4eI/AAAAAAAAPy4/DkzXDP2mBvM/s1600/Novo.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-47wdRFc0vcY/TqfQkgEY4eI/AAAAAAAAPy4/DkzXDP2mBvM/s1600/Novo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Sociedade Brasileira de Geriatria e Grontologia (SBGG), elaborou uma cartilha. Nela, estão contidas dicas que apontam os problemas mais comuns com os passar dos anos e o que é possível fazer para amenizá-los.&lt;br /&gt;Para ter a cartilha , basta solicitar pelo nosso e-mail: &lt;a href="mailto:longevidadeblog@gmail.com"&gt;longevidadeblog@gmail.com&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: yellow;"&gt;&lt;b&gt;é grátis&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinta-se em casa e deixe seu comentário.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-316659288871153983?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/316659288871153983'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/316659288871153983'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/10/sociedade-brasileira-de-gerontologia.html' title='Sociedade Brasileira  de Gerontologia elabora cartilha.'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-47wdRFc0vcY/TqfQkgEY4eI/AAAAAAAAPy4/DkzXDP2mBvM/s72-c/Novo.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-5069300498374267815</id><published>2011-10-26T22:37:00.000-02:00</published><updated>2011-10-27T22:01:41.209-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Idosos Cartilhas e Manuais'/><title type='text'>Cartilhas e Manuais</title><content type='html'>&lt;span style="color: white;"&gt;BIBLIOTECA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;SOLICITAR&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; text-decoration: underline;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; via E-mail &lt;a href="http://www.blogger.com/longevidadeblog@gmail.com"&gt;longevidadeblog@gmail.com&lt;/a&gt; ou através dos comentários do &lt;/span&gt;&lt;a href="http://longevidade-silvia.blogspot.com/" style="font-weight: bold;"&gt;Longevidade &lt;/a&gt;caso solicite via comentários, indicar o e-mail para envio do arquivo. Para efeito de estatística do blog, solicitamos a gentileza de indicar qual a finalidade, o seu curso ou formação, nome da escola, cidade e estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Idosos:quedas, causas, Prevenção &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(em breve)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;* Adaptação da Casa do Idoso &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(em breve)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cartilha do idoso e os direitos do consumo - &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;IDEC&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Cartilha: Idosos e manuseio de medicamentos -&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ministério da Saúde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estatuto do Idoso&lt;br /&gt;Manuais&lt;br /&gt;Do Cuidador -&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ministério da Saúde&lt;/span&gt;Manual&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - &lt;/span&gt;Teorias do Envelhecimento&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - Laboratório Merck&lt;/span&gt;Manual da boa prática urológica&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; - Soc. Brasileira de Urologia&lt;br /&gt;* Manual do doente de Alzheimer &lt;span style="color: red;"&gt;(novo)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;* Manual Do Cuidador leigo&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sociedade Brasileira de Geriatria e Grontologia (SBGG), elaborou uma cartilha.&lt;/b&gt; Nela, estão contidas dicas que apontam os problemas mais comuns com os passar dos anos e o que é possível fazer para amenizá-los.&lt;br /&gt;Para ter a cartilha , basta solicitar pelo nosso e-mail: &lt;a href="mailto:longevidadeblog@gmail.com"&gt;longevidadeblog@gmail.com&lt;/a&gt; é grátis&lt;br /&gt;* Material desenvolvido pelo blog.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;BIBLIOTECA&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-5069300498374267815?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5069300498374267815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5069300498374267815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2009/12/cartilhas-e-manuais.html' title='Cartilhas e Manuais'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-2490933507587564605</id><published>2011-10-21T10:00:00.001-02:00</published><updated>2011-10-21T10:00:52.094-02:00</updated><title type='text'>A saúde dos olhos</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 11px;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="headpost" style="display: table; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-P5WUJo8w6Hs/TqFetTMW7ZI/AAAAAAAAPwk/T-sIyWz5r2w/s1600/004.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-P5WUJo8w6Hs/TqFetTMW7ZI/AAAAAAAAPwk/T-sIyWz5r2w/s1600/004.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="credito" style="color: #666666; float: left; font: normal normal normal 11px/normal arial; margin-bottom: 10px; margin-top: 2px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;strong style="color: #333333; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 18px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Por Karla Precioso&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="the_content" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Nesta quinta-feira (14), comemora-se o Dia Mundial da Visão, data instituída em 2000, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pela Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira, como parte das ações do Programa 20/20: O Direito à Visão.&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;strong style="color: #333333; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;Tome alguns cuidados para garantir a saúde da sua visão&lt;/strong&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Por ser também um órgão, o olho se beneficia das propriedades dos alimentos que ingerimos. Dessa forma, uma dieta equilibrada e bem escolhida será de grande proveito à saúde visual. Segundo a Universidade de Melbourne, na Austrália, para que as lágrimas (protetoras dos olhos contra os agentes externos) fiquem sempre saudáveis, o ideal é consumir frutas, verduras e legumes que contenham vitaminas A e E, assim como nozes e semente de linhaça (porque contêm ômega 3).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="the_content" style="clear: both; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;Beber bastante líquido hidrata o&amp;nbsp;organismo e também é fundamental para aumentar a quantidade de lágrimas. Proteger seus olhos do sol com óculos escuros é outra dica fundamental.&amp;nbsp; Desde que os óculos tenham fator de proteção solar, para eivtar danos à sua visão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;Outra dica é para quando estiver assistindo à televisão. Nunca fique muito próxima ao aparelho. Procure manter uma istância de pelo menos dois metros da tela. Evitar&amp;nbsp;passar horas&amp;nbsp;em frente ao televisor garante a saúde dos seus olhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;Regular a luz no monitor do computador também faz diferença. As telas muito brilhantes, que emitem grande quantidade de luz, acabam cansando os olhos e prejudicando&amp;nbsp;a visão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;Quando for se maquiar, evite usar o lápis na parte de dentro dos olhos. Dependendo do produto, ele poderá provocar coceira e irritação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;E o mais importante: procure pelo menos uma vez ao ano um oftalmologista. Nunca é demais ficar atenta à saúde de seus olhos, não é mesmo?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #666666; margin-bottom: 12px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;&lt;b&gt;Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #333333; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-2490933507587564605?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/2490933507587564605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/2490933507587564605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/10/saude-dos-olhos.html' title='A saúde dos olhos'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-P5WUJo8w6Hs/TqFetTMW7ZI/AAAAAAAAPwk/T-sIyWz5r2w/s72-c/004.JPG' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-347889660714176246</id><published>2011-10-20T09:40:00.002-02:00</published><updated>2011-10-20T09:40:45.425-02:00</updated><title type='text'>Dia 20 de outubro: Dia Mundial e Nacional da Osteoporose</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-0TujeNS599U/TqAIqAscX1I/AAAAAAAAPvo/ZRHIXJrA6ac/s1600/cats.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-0TujeNS599U/TqAIqAscX1I/AAAAAAAAPvo/ZRHIXJrA6ac/s320/cats.jpg" width="280" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 140%; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #000066; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.0pt; line-height: 140%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vk-LQq0kGOo/Tp_z3L5OGtI/AAAAAAAAAIo/8lLRn6jpCQk/s1600/osteoporose1.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #000099; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal" style="line-height: 140%; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center" class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conscientizar a população sobre as formas de combate à doença. Esse é o principal objetivo do Dia Mundial e Nacional da Osteoporose, comemorado dia 20 de outubro. Instituído em 1996, pela Sociedade Britânica de Osteoporose e adotado pela International Osteoporosis Foundation em 1997, o dia é focado na conscientização da população sobre a prevenção à doença. Todos os anos, instituições ligadas à IOF e organismos nacionais, como o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Cardiologia, realizam eventos para comemorar o Dia Mundial da Osteoporose e instruir as pessoas no combate à doença.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A osteoporose é uma doença caracterizada pela diminuição da massa óssea, com conseqüente enfraquecimento e fragilidade do osso e maior possibilidade de fraturas, mesmo após pequenas quedas e traumas. As estatísticas comprovam o quão sério é o problema: uma em cada quatro mulheres, após a menopausa, têm osteoporose e uma a cada cinco mulheres que já tiveram fratura sofrerão outra fatura, em menos de um ano. No Brasil, mais de 10 milhões de pessoas têm a doença e, no mundo, esse número chega a 200 milhões.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A boa notícia é que a osteoporose pode ser prevenida e tratada com excelentes resultados. “A osteoporose pode ser diagnosticada, com precisão e precocemente, através de um exame de fácil realização, indolor e de alta precisão chamado densitrometria óssea. Enquanto com o raio-x somente podemos detectar a osteoporose quando já há perda de 30% da massa óssea, com esse exame podemos detectá-la quando há perda de menos de 1%. E detectada precocemente, podemos tratá-la com êxito”, explica o reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo– Dr. Eduardo Sadigurschi.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #000066; font-family: 'Trebuchet MS', sans-serif; font-size: 7pt; line-height: 140%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #073763; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Ad6UNp8V_O4/Tp_0lpiyI2I/AAAAAAAAAIw/bGBGpA2WJQA/s1600/images.jpg" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" id="_x0000_i1026" src="http://2.bp.blogspot.com/-Ad6UNp8V_O4/Tp_0lpiyI2I/AAAAAAAAAIw/bGBGpA2WJQA/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitas vezes, a osteoporose se manifesta clinicamente através de fraturas. Dores e diminuição de altura, entretanto, também podem estar associadas à doença. Segundo o reumatologista do CREB, os principais fatores de risco da doença são: ser mulher; ter pele e/ou olhos claros; ser baixa e/ou magra; quem não toma leite ou ingira pouco alimento com cálcio; quem não faz exercício físico; quem toma pouco sol; quem tem parente com a doença; quem sofre de asma (bronquite), artrite ou alergia; fumantes; quem bebe muito café e bebida alcoólica; quem tem menopausa precoce por cirurgia ou não; quem usa antiácidos, anticonvulsivantes, certos diuréticos, heparina e/ou corticóides; e quem tem problema de tiróide.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O tratamento, explica o Dr. Eduardo, deve ser orientado com um programa completo. “Os hormônios podem ter um papel muito importante na reconstrução e na prevenção da perda da massa óssea. Assim, a reposição hormonal pode ser realizada com hormônios similares aos naturais ou por fitoterapia”, afirma o médico. O Dr. Eduardo recomenda que mulheres adultas pratiquem uma dieta de 1000 mg de cálcio por dia. “Quando há risco de osteoporose, sugerimos uma dieta com 1500 mg de cálcio diários. Entre os alimentos ricos em cálcio estão o leite, iogurte natural com pouca gordura, queijo ricota, queijo suíço, queijo provolone e até sorvete cremoso de baunilha. Outras fontes secundárias de cálcio são sardinha, ostras, ervilhas, couve e brócolis”, diz ele, que ensina uma importante dica: “a casca do ovo é composta em quase 100% de carbonato de cálcio. Sugerimos aos nossos pacientes lavar a casca do ovo, colocar no forno em alta temperatura, com a finalidade de buscar uma melhor higienização. Depois, pegue essa casca e a triture muito bem até ficar muito fina. Coloque uma colher de chá ao dia desse material na comida misturada e você terá aí os 1.500 mg ao dia de cálcio necessários em sua dieta”, explica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 10.2pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;&lt;span style="color: #073763; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 6.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;a href="http://www.creb.com.br/"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #000099; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;http://www.creb.com.br&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000066; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 6.5pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 140%;"&gt;&lt;span style="color: #000066; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.0pt; line-height: 140%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;"&gt;&lt;img border="0" height="1" id="_x0000_i1027" src="https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7833957122343868618-578542249148932984?l=lagerpe.blogspot.com" width="1" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #000066; font-family: &amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 7.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;"&gt;&lt;img border="0" height="1" id="_x0000_i1028" src="http://feeds.feedburner.com/~r/Lagerpe/~4/PDBmVZxsiXI?utm_source=feedburner&amp;amp;utm_medium=email" width="1" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-347889660714176246?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/347889660714176246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/347889660714176246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/10/dia-20-de-outubro-dia-mundial-e.html' title='Dia 20 de outubro: Dia Mundial e Nacional da Osteoporose'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-0TujeNS599U/TqAIqAscX1I/AAAAAAAAPvo/ZRHIXJrA6ac/s72-c/cats.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-3801129524045765744</id><published>2011-10-13T11:58:00.006-03:00</published><updated>2011-10-13T11:58:44.861-03:00</updated><title type='text'>Labirintite</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1a3459; font-size: x-small; line-height: 20px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1a3459; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="sub-title" style="font-size: 14px; font: normal normal normal 120%/normal 'Comic Sans MS', 'Lucida Sans Unicode', 'Trebuchet MS', sans-serif; line-height: 1.4em; margin-bottom: 0.2em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0.1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Labirintopatias  - são as doenças que acometem o labirinto (orelha interna),são aquelas doenças que tem como sintoma principal a tontura e que são popularmente chamadas de Labirintites, e estão entre as principais causas de quedas em idosos&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vertigens relacionadas às labirintopatias na terceira idade têm como principal complicação a queda. E as mulheres são as principais vítimas .&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cerca de 30% dos idosos caem ao menos uma vez ao ano e 5% a 10% dessas quedas resultam em ferimentos graves. O estudo Circunstâncias e consequências de quedas em idosos com vestibulopatia crônica1, desenvolvido na Escola Paulista de Medicina (EPM) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), aponta que os principais motivos de quedas em idosos são as vertigens relacionadas a algum tipo de labirintopatia e os tropeços. A pesquisa revela ainda que as mulheres caem mais que os homens da mesma faixa etária.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“A tontura ligada às labirintopatias pode desencadear quedas, pois as disfunções vestibulares limitam o controle postural, predispondo à instabilidade e ao desalinhamento corporal”, explica um dos médicos responsáveis pela pesquisa e professor da Unifesp, Fernando Ganança.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os tombos são um grande limitador da vida dos idosos, que, por medo de cair, acabam deixando de andar e tornando-se completamente sedentários e dependentes. Por isso é importante ir ao médico quando sentir alguma vertigem, para detectar logo a causa e iniciar o tratamento”, acrescenta Ganança.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os acidentes com idosos geralmente estão associados ao desequilíbrio, à dificuldade de visão, à deficiência auditiva, ao uso de alguns medicamentos e à perda progressiva de força nos membros inferiores, além de outras situações clínicas, de acordo com a pesquisa. “O medo e a tendência a quedas são relatados pela maioria dos idosos com labirintopatia crônica”, continua a otorrinolaringologista do Hospital das Clínicas de São Paulo Roseli Bittar. A queda costuma ser mais frequente pela manhã, fora de casa e durante algum passeio.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Toda queda deve receber a atenção de familiares e médicos. É recomendável levar a pessoa ao hospital, mesmo que, aparentemente, tudo esteja bem porque podem ocorrer hematomas e coágulos que, inicialmente, não são percebidos”, alerta Roseli. Quando um idoso cai, o risco de sofrer outro acidente nos seis meses seguintes chega a 67%. No Brasil, as quedas são a sexta causa de morte entre a população com mais de 60 anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é vertigem? A vertigem – um tipo de tontura rotatória – é o principal sintoma das labirintopatias, doenças que podem ser agudas ou crônicas e têm como característica o distúrbio do labirinto (ouvido interno) ––– órgão que, junto com outros receptores sensoriais, processa informações da posição do corpo humano no espaço que ocupa, mantendo o equilíbrio corporal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vertigem é um sintoma ligado a uma perturbação do equilíbrio corporal e comumente afeta mulheres e idosos, embora homens adultos, jovens e crianças também possam apresentar o problema. Estima-se que 20% dos pacientes que se consultam com neurologistas e otorrinolaringologistas e 10% que procuram um clínico, são levados à consulta pelo sintoma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Raramente levada a sério, a tontura pode ser uma sensação aguda momentânea, mas também é um indício de doenças crônicas que, em estágios avançados, comprometem a qualidade de vida do paciente, levando-o ao isolamento social por medo e por insegurança de realizar atividades simples, como praticar esportes ou passear com a família.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como prevenir -O diagnóstico das labirintopatias é fundamental para o sucesso do tratamento e para a prevenção de vertigens crônicas. O diagnóstico levará em conta o histórico clínico do paciente e uma investigação criteriosa quanto à duração, frequência, intensidade e fatores desencadeantes da tontura, além de exames físicos observacionais e avaliação otoneurológica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O médico utilizará técnicas que avaliam as interações entre o vestíbulo e os movimentos oculares, principalmente a vídeonistagmografia, que é um sistema de análise computadorizada do nistagmo por meio de vídeo. A tomografia computadorizada e a ressonância magnética são exames que podem ser utilizados no diagnóstico dessas enfermidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #1a3459;"&gt;&lt;div class="post-body entry-content" style="border-bottom-color: rgb(0, 102, 153); border-bottom-style: solid; border-bottom-width: 1px; margin-bottom: 0.75em; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 1.5em; padding-bottom: 0.75em; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0.75em; text-align: justify;"&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-3801129524045765744?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/3801129524045765744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/3801129524045765744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/10/labirintite.html' title='Labirintite'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-8673033627515525415</id><published>2011-10-01T00:00:00.000-03:00</published><updated>2011-10-01T14:49:28.120-03:00</updated><title type='text'>Síndrome demencial</title><content type='html'>&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="Titulo_1"&gt;O que é?     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;A chamada síndrome demencial vascular      caracteriza-se por deterioração de várias áreas do funcionamento  mental – por      exemplo, memória, cálculo, orientação, raciocínio abstrato –, o que  resulta em      prejuízo para a capacidade do indivíduo em suas atividades  profissionais,      aprendizado, contato social etc. Uma das principais causas de  deterioração      mental em adultos são as doenças cerebrovasculares, principalmente  em países      como o Brasil, onde o controle dos chamados fatores de risco  vascular – como      fumo, sedentarismo, excesso de peso e hipertensão – é precário para  boa parte      da população.       &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;&lt;br /&gt;Quando aparece?      &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;A probabilidade de ocorrer deterioração      cognitiva aumenta com a idade. O envelhecimento, porém, não é  necessariamente      associado ao aparecimento de demência.      &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-V_sNDldUXXg/TkGYtu-MkRI/AAAAAAAAPVQ/h8t9443NCOE/s1600/tabela.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="107" src="http://3.bp.blogspot.com/-V_sNDldUXXg/TkGYtu-MkRI/AAAAAAAAPVQ/h8t9443NCOE/s640/tabela.png" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;&lt;td class="Titulo_1"&gt;O que causa a doença?     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;A demência vascular é conseqüência de um ataque vascular cerebral  (AVC), que leva      ao surgimento de alterações cognitivas, ou seja, alterações  relacionadas ao      raciocínio, à memória, à percepção etc. Algumas lesões vasculares,  geralmente      pequenos infartos cerebrais por obstrução de uma artéria de pequeno  calibre,      são aparentemente silenciosas. Entretanto, esses infartos  silenciosos podem      justificar alterações cognitivas importantes em pacientes idosos,  seja por si só      ou em combinação com outros problemas – por exemplo, doença de  Alzheimer.      &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;Distribuição na população     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;As doenças vasculares do cérebro ocorrem mais em homens e aumentam  em      freqüência com a idade ou na presença dos chamados fatores de risco  vascular. Os      principais fatores de risco são: hipertensão arterial, tabagismo,  diabetes,      doenças cardíacas como fibrilação atrial e doença coronariana.           &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;O que muda no sistema nervoso?     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;Os danos às artérias – vasos sangüíneos que levam o sangue às  diversas partes do      cérebro – comprometem a circulação sangüínea cerebral. As lesões  resultantes      podem afetar tanto a substância cinzenta (onde se concentram os  neurônios)      quanto a substância branca (rica em prolongamentos destes neurônios  e      necessária para a comunicação entre as células). As lesões podem  ser grandes,      visíveis a olho nu em exames como a tomografia computadorizada, ou  mais      discretas e difusas, provocando principalmente perda da camada de  gordura das      células – a chamada desmielinização ou leucoaraiose. Geralmente, os  vários tipos de lesão são visíveis na ressonância      magnética do cérebro.      &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;Sintomas     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;Os sintomas principais são a deterioração intelectual, déficit de      memória recente e desorientação no tempo e no espaço, sem que haja  um      comprometimento do nível de consciência (ou seja, o indivíduo  permanece      alerta). Pode haver alterações do comportamento e do humor, perda  de vários      aspectos da linguagem, do juízo crítico e da capacidade de  abstração, além de      desinteresse pelo ambiente e por si próprio (higiene, vestuário  etc.).       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias alterações adicionais podem existir, conforme as regiões do      cérebro afetadas pelas lesões. Estas alterações – por exemplo,  paralisia ou      alterações do campo visual – podem contribuir para limitar o que o  indivíduo      pode realizar sem auxílio.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A evolução é geralmente lenta. Quando lesões vasculares novas se  associam, porém,      a piora mental é perceptível.        &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;O que parece mas não é demência vascular?     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;O envelhecimento se associa a muitas outras causas de deterioração      cognitiva, como a doença de Alzheimer e doença de Parkinson (em  fases      avançadas). A associação entre problemas vasculares e doença de  Alzheimer é      bastante comum, ambas contribuindo, muitas vezes, para a  deterioração cognitiva      progressiva. Em pacientes mais jovens, principalmente, deve-se  excluir uma      série de outras condições de demência, como AIDS e as chamadas  demências com      atrofia frontotemporal predominante.      &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;O que muda na vida da pessoa doente?     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;Como as alterações são progressivas e freqüentemente irreversíveis,      ocorre uma desorganização da vida psíquica do doente, acompanhada  de perda da      capacidade de trabalho e disfunção sócio-familiar. A doença costuma  ter elevado      custo social e familiar, pela dependência funcional do paciente.      &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Titulo_1"&gt;Tratamento     &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="justify"&gt;        &lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;br /&gt;O tratamento dos fatores de risco presentes em cada caso é  considerado      prioritário, podendo contribuir ao menos para a estabilização do  problema, já      que reduz as chances de surgirem novas lesões. Em particular, o  controle      adequado da hipertensão arterial e a suspensão imediata do  tabagismo são      considerados essenciais.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, a associação freqüente da demência vascular com a  doença de      Alzheimer e as alterações de memória (análogas àquelas presentes na  própria      doença de Alzheimer) levaram à realização de estudos com drogas  capazes de      aumentar o teor do neurotransmissor acetilcolina em certas áreas do  cérebro em      pacientes com demência vascular. Drogas como a rivastigmina, o  donepezil e a      galantamina vêm se mostrando potencialmente úteis para minimizar o  déficit      cognitivo nestes pacientes.&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="Texto_1"&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;&lt;tr align="left"&gt;        &lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;As informações contidas neste texto têm caráter informativo, não devendo ser usadas para incentivar a automedicação ou substituir as orientações médicas. O médico deve sempre ser consultado a fim de prescrever o tratamento adequado.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comente aqui&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-8673033627515525415?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8673033627515525415'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8673033627515525415'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/10/sindrome-demencial.html' title='Síndrome demencial'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-V_sNDldUXXg/TkGYtu-MkRI/AAAAAAAAPVQ/h8t9443NCOE/s72-c/tabela.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-5081047623862845650</id><published>2011-09-29T00:43:00.000-03:00</published><updated>2011-09-29T00:43:50.471-03:00</updated><title type='text'>Em grupo, idosos reduzem riscos de depressão e outras doenças, diz estudo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Vínculos afetivos&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por Maria Fernanda Schardong&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um apoio nas horas difíceis, uma companhia para dar boasrisadas, uma companhia para uma viagem, um ouvido atento para partilharsegredos, disposição para dividir experiências. O que diz o senso comum sobre obem que uma amizade faz tem também respaldo científico. Uma pesquisa realizadaem Chicago, nos Estados Unidos, diz que idosos solitários têm o dobro dechances de desenvolver demências em relação aos que mantêm um bom círculo deamizades. O estudo americano também serve de alerta para uma doença que vemcrescendo entre a população idosa: a depressão. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa foi realizada pela Rush University Alzheimer´sDisease Center, em Chicago, e acompanhou cerca de 800 pessoas com idade médiade 80 anos durante quatros anos de pesquisa. No início do estudo, nenhum dosparticipantes apresentava sinais de demência, entretanto, alguns se descreveramcomo pessoas solitárias e obtiveram resultado positivo em um teste feito paramedir o nível de solidão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Durante o estudo, 76 participantes desenvolveram o mal de Alzheimer e aquelescom maiores pontuações na escala de solidão tinham mais que o dobro de chancesde desenvolver demências do que os integrantes com mais ligações sociais e quemarcaram menos pontos na escala.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa americana pode ser mais um alerta para uma dasdoenças que vem tomando proporções cada vez maiores entre os idosos, adepressão. De acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS), 20% das pessoascom mais de 60 anos sofrem de alguns sintomas de depressão.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo a neurologista e membro da Academia Brasileira deNeurologia (ABN) Sônia Brucki, a depressão é um importante fator de risco parao comprometimento das funções cognitivas e até mesmo a demência. “O sentimentode solidão pode estar diretamente relacionado à depressão. Além disso, podeestar relacionada a um isolamento voluntário da pessoa, podendo ser outro sinalde comprometimento cognitivo. Sem contar que, na solidão, o indivíduo tem poucasocialização, o que diminui a estimulação cerebral”, explica ela.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A interação social tem papel fundamental na preservação dasfunções cognitivas, principalmente para os idosos. Uma simples ida ao cinemacom os amigos permite a estimulação cerebral. “No convívio social temos espaçopara o aumento dos estímulos externos, como a discussão de ideias, o quepossibilita a comunicação e a interação entre as pessoas. Essa troca deinformações e conhecimento permite uma grande estimulação cerebral e,consequentemente, preserva as funções cognitivas”, afirma a neurologista.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Equilibrar os aspectos emocional e físico pode garantir mais qualidade de vida.Manter boas relações sociais, praticar atividades físicas e mentais sãoatirudes que podem permitir ao idoso um envelhecimento saudável, livre dedemências. “A discussão de pontos de vista, seja sobre artigos em revistas,jornais ou sobre novelas, por exemplo, afasta o indivíduo do isolamento, alémde minimizar quadros depressivos. De fato, as pessoas necessitam de equilíbrio,seja emocional, seja físico. Todos os esforços devem ser feitos para amanutenção de uma vida saudável e equilibrada, mantendo uma atividade física emental regular”, aconselha Brucki.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-5081047623862845650?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5081047623862845650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5081047623862845650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/09/em-grupo-idosos-reduzem-riscos-de.html' title='Em grupo, idosos reduzem riscos de depressão e outras doenças, diz estudo'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-8466569608197025426</id><published>2011-09-27T18:17:00.003-03:00</published><updated>2011-09-27T18:17:30.577-03:00</updated><title type='text'>Por que cuidamos dos idosos e dos doentes?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Gente frágil e com dificuldadepara sobreviver sozinha poderia ser vista como inútil. Mas nossa mente foiprojetada para sentir compaixão pelos outros&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;por Texto Giovana Girardi&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Sabe a máxima “Não faça aosoutros o que não gostaria que fizessem a você”? Pois esse é um dos possíveis motivos.Cuidar de idosos e de doentes é um comportamento movido pelo nosso instinto demoral e por uma capacidade conhecida como “teoria da mente”, por muito tempovista como unicamente humana. Ela equivale a se colocar no lugar de outrapessoa, e até de outros seres vivos, para imaginar sua dor, seus sentimentos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Intuir o que se passa com o outroé o que acaba levando à &lt;a href="http://super.abril.com.br/busca/?qu=compaix%E3o" target="_self"&gt;compaixão&lt;/a&gt;e, por fim, ao altruísmo sem segundas intenções. Como explica o psicólogoamericano Steven Pinker em seu livro Tábula Rasa, “nossa teoria da mente estáligada à nossa habilidade para ter empatia e à nossa concepção de vida e morte(...). É a fonte do conceito de alma. Uma crença na alma, por sua vez, entrelaça-seàs nossas convicções morais”. E o cerne da moralidade, continua ele, “é oreconhecimento de que os outros têm interesses tanto quanto nós temos”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A observação desse tipo decomportamento em nossos primos mais próximos, os bonobos e os chimpanzés, sugereque a atenção com o próximo foi uma característica perpetuada pela evolução,como propõe o primatólogo holandês Frans de Waal em seu livro Eu, Primata.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Coração frágil&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Um dos casos que ilustram suahipótese é o do bonobo Kidogo, que sofria de um problema no coração e foicolocado em um novo zoológico para ser tratado. Confuso pela doença e sementender os comandos dos tratadores, ele não conseguia nem sequer ir para ondeera chamado. Depois de algumas tentativas frustradas, outros bonobos seaproximaram dele e o levaram até onde os veterinários queriam – umademonstração de que entendiam não só as intenções dos médicos como também asituação do colega. De Waal ainda enumera mais alguns exemplos de bichos ehumanos que agem em assistência a outros seres sem pensar em si próprios paraconcluir que essa é uma tendência que deve ter se originado em ações dereciprocidade e de cuidado com a família, expandindo-se depois para os demaisindivíduos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Estudos do neurocientistabrasileiro Jorge Moll Neto sobre altruísmo de certo modo confirmam essa idéia.Em um trabalho publicado na revista científica PNAS, ele sugeriu que ocomportamento altruísta ativa o sistema de recompensas do cérebro – área ligadaao prazer. Ele observou que uma doação para uma entidade filantrópica ativavaessa região e também o córtex subgenual (envolvido com a formação de laçosafetivos, como o que ocorre entre mãe e filho, entre casais e amigos).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Extrapolando um pouco asconclusões do estudo, Moll Neto propôs uma explicação evolutiva para o altruísmo.Ele usa como exemplo as primeiras sociedades tribais, em que as pessoas tinhameven-tualmente de se juntar para construir algo para a comunidade nascente.“Podemos deduzir que o sistema de apego foi remodelado de modo a nosenvolvermos com causas abstratas. Acredito que isso foi fundamental para aestabilização da espécie. Nossa sobrevivência individual dependeu de a gentecooperar com o grupo.”&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;US$ 300 milhões é o valoraproximado anual de doações para caridade feitas nos EUA, o país do mundo quemais faz esse tipo de contribuição aos necessitados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-8466569608197025426?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8466569608197025426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8466569608197025426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/09/por-que-cuidamos-dos-idosos-e-dos.html' title='Por que cuidamos dos idosos e dos doentes?'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-4913733947313878719</id><published>2011-09-20T20:10:00.001-03:00</published><updated>2011-09-20T20:27:33.199-03:00</updated><title type='text'>21 de setembro Dia Mundial de Alzheimer</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-OZ7JWhMJsWE/TnkdPhr6DdI/AAAAAAAAPmc/VWzXUcmj_68/s1600/19+%25282%2529.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="182" src="http://2.bp.blogspot.com/-OZ7JWhMJsWE/TnkdPhr6DdI/AAAAAAAAPmc/VWzXUcmj_68/s200/19+%25282%2529.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b style="background-color: #ead1dc;"&gt;Alzheimer afeta 40% dos idosos acima dos 80 anos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;Os números são alarmantes, pois apontam que quase 40% dapopulação idosa, acima dos 80 anos, é acometida pelo Mal de Alzheimer, segundoa Dra. Cybelle Diniz, geriatra da Unifesp e colaboradora da AssociaçãoBrasileira de Alzheimer &lt;a href="http://www.abraz.com.br/quem_somos.php"&gt;(ABRAz)&lt;/a&gt;. No entanto, de acordo com a especialista, aestatística não reflete a quantidade de pessoas em tratamento, uma vez que odiagnóstico é ignorado ou mesmo confundido com outras patologias. Assim, com afinalidade de discutir o tema e alertar a população é lembrado amanhã, 21 desetembro, o Dia Mundial de Alzheimer. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;Embora seja conhecido que a doença é de característicaneurológica degenerativa, em que proteínas anormais se acumulam levando à perdade neurônios, a medicina ainda não encontrou meios de parar ou reverter o processode Alzheimer. &lt;b&gt;&lt;u&gt;Sem cura&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;, especialistas utilizam medicamentos – que repõemalgumas substâncias que os neurônios mortos deveriam construir – para aliviaros sintomas e contribuir, assim, para melhorar o bem-estar daqueles que sofremcom a doença. Para a geriatra &lt;b&gt;&lt;u&gt;“até o momento, contudo, nenhum medicamento impede quea doença progrida”.&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;A partir dos 60 anos, o indivíduo se torna suscetível àdoença, mas o pico de incidência ocorre aos 80 anos, de acordo com a Dra.Cybelle, que aponta o esquecimento como o principal sintoma da doença. &lt;u&gt;&lt;b&gt;“E não setrata daquele esquecimento pontual, mas o frequente, em que o indivíduoapresenta dificuldade de memória, apagando com facilidade um fato de suamente”, alerta.&lt;/b&gt;&lt;/u&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;De acordo com informações da &lt;a href="http://www.abraz.com.br/quem_somos.php"&gt;ABRAz&lt;/a&gt;, a doença de Alzheimerapresenta-se em quatro fases, sendo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;b&gt;1° fase&lt;/b&gt; – Perda de memória de curto prazo, com dificuldadeem lembrar fatos ocorridos recentemente. O paciente apresenta alteração nacapacidade de se concentrar e agilidade do pensamento, sobretudo o abstrato; eda memória autobiográfica, pois ele esquece o que fez no domingo, por exemplo;além de certa desorientação de tempo e espaço. A pessoa também não sabe ondeestá e tampouco em que ano, mês ou dia. A apatia é outro sintoma bastante comumnesta fase.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;b&gt;2° fase &lt;/b&gt;– Com o passar dos anos, conforme os neurôniosmorrem e a quantidade de neurotransmissores diminui devido a evolução dadoença, aumentam a dificuldade em reconhecer e identificar objetos e a execuçãode movimentos. A memória é afetada de modo diferente, pois as mais antigas, amemória semântica (de fatos acontecidos no mundo e história geral, significadodas palavras e coisas) e a memória implícita (memória de como fazer as coisas)não são tão afetadas como a memória de curto prazo (recente) e a memóriaautobiográfica. Surgem problemas de linguagem, como a diminuição do vocabulárioe a dificuldade para falar; e o paciente passa a ter dificuldade para fazertarefas simples do dia a dia, como escrever, vestir-se e lembrar de tomar amedicação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;b&gt;3° fase –&lt;/b&gt; A dificuldade na fala torna-se evidente devido àimpossibilidade de se lembrar de vocabulário. O paciente vai perdendo acapacidade de ler e de escrever e deixa de fazer as mais simples tarefasdiárias. Os problemas de memória pioram e o indivíduo pode deixar de reconheceros seus parentes e conhecidos, o que representa uma progressiva incapacidadepara o trabalho e convívio social. A memória de longo prazo vai se perdendo ealterações de comportamento podem se agravar. As manifestações mais comuns sãoa apatia, irritabilidade e instabilidade emocional, chegando ao choro, ataquesinesperados de agressividade ou resistência ao cuidado. Incontinência urináriapode aparecer. O paciente pergunta a mesma coisa centenas de vezes, mostrandosua incapacidade de fixar algo novo. Palavras são esquecidas e frases sãotruncadas, permanecendo sem finalização, muitas vezes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;b&gt;4° fase –&lt;/b&gt; O paciente está completamente dependente daspessoas que tomam conta dele. A linguagem está reduzida a frases simples ou atépalavras isoladas, levando, eventualmente, a perda da fala. Apesar do prejuízoda linguagem verbal, os pacientes podem compreender e responder com sinaisemocionais. No entanto, a agressividade ainda pode estar presente e a apatiaextrema e o cansaço são resultados bastante comuns. Há dificuldade paradesempenhar as tarefas mais simples sem ajuda, tal como levar o copo à boca.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="background-color: #ead1dc;"&gt;Apoio familiar&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Mediante este cenário, a família tem papel preponderante navida do portador da doença, que se torna cada dia mais dependente das pessoasque o cercam. “A família precisa entender que o ambiente deve ser tranquilo,harmonioso ao paciente. A falta de rotina e um ambiente estressado e com brigasé complicado”, reforça a Dra. Cybelle Diniz&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;Ainda de acordo com a geriatra, ocuidador familiar, nome dado à pessoa responsável pelo paciente, precisa cuidarda própria saúde, pois tem grande chance de adquirir depressão e demais doençaspor conta do desgaste a que estão sujeitos. Além disso, devem buscar informaçãode qualidade e procurar a boa convivência com os portadores da doença,incentivada por grupos de apoio em que a troca de experiências entre oscuidadores facilitam compreender melhor o Alzheimer e lidar com os portadoresde maneira saudável.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A especialista também reforça o fato de que a medicação parao tratamento inicial está disponível na rede pública, assim como as fraldasgeriátricas são vendidas nas farmácias populares a um preço acessível, e que,buscar apoio e informação, e recorrer a uma assistência social para ajudadomiciliar são ações que podem facilitar a vida dos pacientes e daqueles quetambém vivem a doença.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Cenário atual&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;75% dos portadores da doença de Alzheimer (DA) não foramdiagnosticados, segundo relatório divulgado este mês de setembro pelo ADI(Alzheimers Disease International), ligado à Organização Mundial da Saúde. Oestudo foi desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Psiquiatria do KingsCollege, em Londres.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Para o ADI, que reúne 76 associações dedicadas à doença, 36milhões de indivíduos no mundo convivem com o Alzheimer, sendo que três quartosdesconhecem a doença, de acordo com o relatório, que mostra ainda que nospaíses mais ricos, 20% a 50% dos casos são reconhecidos e documentados,enquanto que nos mais pobres, a proporção pode chegar a apenas 10%. Oscientistas responsáveis pelo estudo acreditam que cada país precisa de umaestratégia nacional que promova o diagnóstico antecipado e um cuidado contínuoposterior, com o lema “gastar agora para economizar mais tarde”.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A pesquisa também demonstra que as intervenções podem fazerdiferença até mesmo nas etapas iniciais da doença, melhorando a cognição,independência e qualidade de vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Saúde em Pauta Online.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-4913733947313878719?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/4913733947313878719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/4913733947313878719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/09/21-de-setembro-dia-mundial-de-alzheimer.html' title='21 de setembro Dia Mundial de Alzheimer'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-OZ7JWhMJsWE/TnkdPhr6DdI/AAAAAAAAPmc/VWzXUcmj_68/s72-c/19+%25282%2529.png' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-7742401230191402557</id><published>2011-08-08T16:00:00.002-03:00</published><updated>2011-08-08T16:00:35.106-03:00</updated><title type='text'>A tarefa do cuidar</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A tarefa do cuidar e as expectativas sociais diante de um envelhecimento demográfico: a importância de ressignificar o papel da família&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Simone Caldas Tavares Mafra&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Universidade Federal de Viçosa, Centro de Ciências Humanas Letras e Artes, Departamento de Economia Doméstica. Viçosa, MG, Brasil&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;RESUMO&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, como nos demais países, o processo de envelhecimento da população é crescente, trazendo consequências na (re)organização familiar e do indivíduo, interferindo no estilo de vida – comprometendo a qualidade de vida familiar e individual – quanto no bem-estar social dos envolvidos. Estudos como o SABE sinalizam a realidade vivenciada por famílias do município de São Paulo quanto à necessidade de se organizarem para suprir as demandas assistenciais de seus idosos, considerando aqueles que apresentam comprometimento funcional. Esta pode ser a realidade do Brasil, que pode ter maior número de famílias em situações de maior constrangimento se comparadas à realidade estudada. Para tanto, buscou-se discutir o envelhecimento populacional e as relações de cuidado no âmbito da família, considerando os conflitos vivenciados pelas famílias nesse processo. Os estudos evidenciaram a necessidade de garantir o processo de empoderamento das famílias que vivenciam tal realidade para que estas possam administrar melhor os processos decisórios, na atividade de cuidar e ser cuidado, de maneira a garantir melhor qualidade de vida para os envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras-chave: Cuidadores. Envelhecimento da população. Envelhecimento Demográfico. Serviços de Saúde. Saúde do idoso. Idoso fragilizado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;INTRODUÇÃO&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil, como na maioria dos demais países, o processo de envelhecimento da população é crescente, trazendo consequências para a (re)organização familiar no cuidado com aqueles que demandam maior assistência e para o indivíduo idoso, para exercitar diuturnamente seu direito de ter uma vida com autonomia e independência. Esses fatos podem interferir tanto no estilo de vida – comprometendo a qualidade de vida familiar e individual – quanto no bem-estar social dos envolvidos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estudo desenvolvido no município de São Paulo buscou mostrar a realidade vivenciada pelas famílias e indivíduos no que se refere à necessidade de se organizarem para suprir as demandas assistenciais a seus idosos, e estes vivenciarem sua independência cotidiana, considerando aqueles que apresentam comprometimento de seu desempenho funcional.1&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O referido estudo, embora centrado no município de São Paulo, pode evidenciar uma realidade do Estado brasileiro. Acredita-se que há maior número de famílias em situações de constrangimento, no que se refere ao processo de cuidar e ser cuidado, se comparadas à realidade estudada.1&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe-se, no entanto, que a crise do cuidar e ser cuidado pode estar apenas começando, quando a reflexão recai sobre o Estado brasileiro, pois este se encontra em um processo de transição demográfica muito acelerado. Isto tem sido evidenciado em diferentes estudos que mostram que, no Brasil, mulheres em idade fértil têm menos de dois filhos, projeção só esperada para 2045, como evidenciam estudos da Divisão de População das Nações Unidas. Segundo essas análises, em breve sobrarão vagas em escolas de ensino básico e faltarão pessoas para implementar a relação de cuidado/cuidador, com a esperança de vida da mulher brasileira atingindo 80 anos.2&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa preocupação se justifica pelo fato de que, em geral, a mulher idosa é amparada pela família para efetivação do cuidado, e esta relação não é observada com frequência para o homem idoso. Este se casa novamente, numa situação de viuvez, para estruturar outra perspectiva social de manutenção da independência cotidiana, ou então é encaminhado a ILPIs. Se as famílias brasileiras estão reduzindo o número de filhos e são estes normalmente que se envolverão com o cuidado na família, poderemos inferir que num futuro próximo essa atividade vivenciará momentos de crise no espaço social da família.2&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil caminha para ser um país maduro,2 mas sem maturidade suficiente para conseguir as relaçöes de cuidar e ser cuidado, como é possível concluir. Os estudos chegam a essa constatação, mas fica a pergunta: como ficará o cotidiano desse país maduro? Na saúde, o modelo centrado no atendimento hospitalar não atende às novas demandas do envelhecimento, pois dados revelam que foi reduzido em 10% o relato de doenças crônicas. Ou seja, esse novo Brasil precisa aceitar o desafio de cuidar da saúde e não da doença, amparando a família para esse desafio. Alguns estudiosos colocam a necessidade de tratar de programas assistenciais, como o Bolsa-Família, no âmbito do apoio ao cuidador do idoso, o qual em muitos casos está na própria família.3&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando os estudos mencionados, deve-se entender a variável “desempenho funcional”, como sendo: “[...] a capacidade dos idosos de executar atividades básicas da vida diária (ABDV – atravessar um cômodo da casa, comer, deitar-se e levantar da cama, usar o vaso sanitário, vestir-se e despir-se e tomar banho) e atividades instrumentais da vida diária (AIVD – comprar e preparar alimentos, realizar tarefas domésticas leves e pesadas, ir a outros lugares sozinho, usar o telefone, tomar os próprios medicamentos e manejar dinheiro), sendo a limitação funcional (demanda assistencial) definida como sendo a necessidade de ajuda para executar pelo menos uma dessas atividades.1“&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dados apresentados neste estudo indicam a necessidade de uma ação imediata para instrumentalizar as famílias para a assistência aos idosos, visto que a apresentada pelas famílias se revelou como ineficaz. Entretanto, os autores alertam que “não há no Brasil uma política para suprir tais deficiências” e, com o envelhecimento em processo acelerado, “corre-se o risco de passar, em breve, de insuficiente a caótico”.1&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo esta perspectiva, o que fazer? Os dados dos estudos existentes, dentre os quais o SABE (Estudo Longitudinal das Condições de Vida e Saúde das Pessoas Idosas do Município de São Paulo) revelam uma piora da realidade, se forem comparados os dados obtidos em 2000 com os de 2006, * tanto no aspecto da saúde, quanto aqueles referentes à capacidade funcional. Nesta, observa-se piora geral dos índices de desempenho de atividades básicas da vida diária, com aumento dos problemas de saúde, perda da autonomia e, consequentemente, maior demanda de supervisão por parte da família, de instituições e/ou de cuidadores, para a execução das atividades básicas e instrumentais dos idosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dados apresentados são de grande importância para a implantação de projetos que implementem políticas públicas em prol da população idosa, com as famílias passando a ter mais acompanhamento e informação, enquanto as pessoas idosas adquirem mais acesso à informação para adoção de atitudes preventivas.1 Esses dados são evidenciados também em outros estudos4 da América Latina e Caribe.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando que o estudo SABE foi restrito a um único município brasileiro, são necessárias mais pesquisas para se compreender como as famílias que possuem pelo menos um membro idoso se organizam para garantir o poder de decisão de seus membros, incluindo-se o idoso neste processo. É necessário, pois, entender e analisar as consequências do processo de envelhecimento nas decisões familiares e no ciclo de vida econômico, a fim de avançar o conhecimento científico sobre este aspecto e contribuir para o planejamento e avaliação de políticas públicas voltadas para este público.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;PROCESSO DE DECISÃO FAMILIAR E ENVELHECIMENTO&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve-se atentar ao fato de que acreditar que a decisão familiar de cuidar do idoso dependente ou de transferir esta responsabilidade/atribuição a uma instituição ou a um cuidador pode se basear, principalmente no Brasil, na perspectiva econômica. Nesse momento, verifica-se a decisão da família muitas vezes voltada para a renda do idoso e como esta pode subsidiar sua manutenção em um contexto mais amplo, visto que em alguns casos a renda do idoso é a única renda familiar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando se institui esta realidade, a família passa a se responsabilizar pelo cuidado com o idoso como forma de garantir sua própria subsistência, ocorrendo por consequência a inversão da lógica inicial do ato de cuidar, em que o idoso deixa de ser aquele que deveria ser objeto de cuidado para ser o que garante o cuidado tanto dele quanto de seus familiares. Esses aspectos devem ser considerados prioritários para pesquisas futuras no Brasil, conforme corroboram os estudos de Wong et al,5 os quais ressaltam a necessidade de mais pesquisas para a compreensão do processo de envelhecimento na América Latina.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Considerando-se, por exemplo, a decisão da família pela opção de se responsabilizar pelo cuidar do idoso, esta pode se reverter na instalação de um processo de reestruturação econômica para a mesma. Normalmente, um membro da família precisa se afastar da esfera produtiva (mercado de trabalho/emprego formal) para atuar como “cuidador”, pelo fato de a rede de solidariedade “estruturada” não ser suficiente para suprir as (crescentes) demandas familiares, embora atue como suporte. Outrossim, há de se ressaltar que, dependendo da renda do cuidador, tal arranjo é economicamente desvantajoso para a família. Assim, a opção de institucionalizar o idoso, liberando este membro familiar que atuaria como cuidador para o mercado de trabalho (teoria da troca social), apresenta-se com forte apelo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O ENVELHECIMENTO NA PERSPECTIVA DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No mundo todo, se evidencia o processo do envelhecimento populacional, com os idosos constituindo a parcela da população que mais cresce. Dentre estes, mais da metade vive em países em desenvolvimento, onde os programas sociais, políticos e econômicos ainda não responderam aos desafios gerados pelo envelhecimento populacional.6 Enquanto nos países desenvolvidos o aumento da expectativa de vida vem acontecendo há muitos anos, tendo como consequência melhores condições de vida da população, suportada por uma urbanização adequadamente planejada e pelos avanços nas áreas da saúde, habitação, saneamento, meio ambiente, nutrição e oportunidade de trabalho, de maneira contrastante, nos países em desenvolvimento – fenômeno observado desde a década de 1960 – relaciona-se diretamente à queda das taxas de natalidade e mortalidade. Estas são consequência de campanhas sanitárias, de vacinação e de ampliação da atenção médica na rede pública; entretanto, essa nova realidade não vem sendo acompanhada por transformações estruturais que garantam melhores condições de vida.7&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este processo de envelhecimento, grande desafio do mundo atual, afeta tanto países ricos quanto os considerados pobres. O número de pessoas com mais de 60 anos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), já corresponde a mais de 12% da população mundial, prevendo-se que, até meados deste século, corresponderá a 20% do total. Assim, numericamente, um em cada 10 habitantes do planeta já tem mais de 60 anos, sendo que quase 40% destes são indivíduos com 80 anos ou mais. Até 2050, prevê-se que uma em cada dez pessoas vivendo nos países mais desenvolvidos terá 80 anos ou mais, atingindo, em países em desenvolvimento, a cifra de um em cada 30 indivíduos.8 Além do aspecto mencionado, a Organização das Nações Unidas (ONU)9 estima que, em 2025, o número de pessoas com 60 anos ou mais passará a representar 15,4% da população global. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, até 2020, a população idosa irá compor um contingente estimado em 31,8 milhões de pessoas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Observando o panorama do processo de envelhecimento da população brasileira, conforme colocado por diferentes estudos, verifica-se que essa transformação foi extremamente rápida, ocorrendo no intervalo de poucas décadas. Embora viesse sendo detectada e anunciada há algum tempo pelos demógrafos, só recentemente a sociedade brasileira começou a tomar consciência de sua extensão e das profundas implicações que irá acarretar em vários aspectos da vida nacional.2,9,10&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse contexto, o fenômeno de envelhecimento traz consequências não só para o indivíduo, mas também para a sociedade, merecendo atenção especial dos profissionais que se dedicam ao cuidado dos idosos. Observam-se implicações políticas, sociais e econômicas, que no caso do Brasil atingiu um patamar diferenciado a partir da criação do Estatuto do Idoso em 2003. No entanto, a formulação de políticas de saúde visando a atender às demandas desta faixa etária ainda é tímida, mesmo com o aumento dos investimentos na educação e formulação em nível estadual e municipal dos programas de assistência integral direcionados a esses indivíduos.11&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo a integração do uso dos recursos disponíveis se torna indispensável para abordar a questão do envelhecimento, pois os serviços de saúde ainda não têm condições estruturais adequadas para atender às necessidades desse grupo em crescimento, que se apresenta como um todo, desorganizado e com baixa resolutibilidade. Agravando esta realidade, a população idosa enfrenta o problema da falta de informação sobre seus direitos, acentuada pela dificuldade de acesso aos serviços demandados, contando ainda com o &lt;a href="http://www.cuidardeidosos.com.br/preconceito/"&gt;preconceito&lt;/a&gt; e o despreparo dos profissionais que deveriam atender a suas necessidades do dia a dia.12&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do ponto de vista biológico, o processo de envelhecimento caracteriza-se pelo declínio das funções orgânicas e dos sistemas. Este é um processo natural, progressivo e irreversível, que provoca modificações morfológicas, fisiológicas e bioquímicas que se manifestam tanto por mudanças corporais externas (flacidez muscular, rugas, branqueamento do cabelo, entre outros), quanto internas (alterações no metabolismo basal e funcionamento irregular de órgãos vitais, principalmente coração, rins e pulmões)13&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estas transformações orgânicas que comprometem funcionalmente o indivíduo, afetando sua capacidade de se adaptar ao meio ambiente, o tornam mais vulnerável às doenças, com as complicações culminando, boa parte das vezes, com a morte. Estes mecanismos são ainda pouco conhecidos, mas alguns de seus fatores estão associados a padrões genéticos, os quais determinam a duração máxima da vida humana, estimada em 115 anos. Os diversos processos metabólicos envolvidos, ou os produtos desses decorrentes, levam à apoptose ou morte celular programada e, consequentemente, a um estado não funcional dos órgãos e tecidos. Bioquimicamente, a partir destas reações ocorrerá, dentre outros processos, a formação de radicais livres, provocando alterações celulares e teciduais próprias do envelhecimento, como: (a) alterações funcionais de enzimas, lipídios, colágeno, hormônios, DNA e RNA; (b) declínio da imunidade celular e humoral, o que facilitará maior incidência de doenças; e (c) alterações nas moléculas de colágeno, que afetará a permeabilidade e os processos de difusão na membrana celular, resultando na troca insuficiente de nutrientes entre a célula e vasos sanguíneos.14 Todas estas alterações acarretam perda da capacidade funcional, contribuindo para o decréscimo ou perda da autonomia e independência do idoso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sob uma perspectiva social, o envelhecimento está relacionado com a perda de autonomia e independência, limitando a capacidade de autocuidado, e consequentemente, comprometendo a qualidade de vida do indivíduo. Gera, a partir desse processo, relações de dependência que interferem acentuadamente nos processos de interação social, sobretudo no âmbito familiar. Esta autonomia pode ser definida como o exercício da capacidade de decisão e de comando, podendo ser mantida mesmo quando o individuo é dependente. Assim, entende-se por dependência o estado no qual o indivíduo idoso é incapaz de funcionar física ou mentalmente sem a ajuda de outra pessoa.15&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;QUALIDADE DE VIDA NA VELHICE E NOS DIAS ATUAIS&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nesse contexto, a qualidade de vida na velhice está diretamente relacionada aos princípios de autonomia, autodeterminação e independência. Por isso, há necessidade de se incrementar estudos e esforços nas políticas sociais e de saúde, de maneira a manter e, se necessário, restaurar os princípios de autonomia, autodeterminação e independência do idoso. Isso se apresenta como uma questão que, se não for considerada, acarretará conflitos familiares e sociais cada vez mais graves.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São considerados motivos de alerta os aspectos sociais relacionados ao envelhecimento, visto serem determinados pela diminuição da capacidade de adaptação às mudanças, nesse momento histórico em que os avanços tecnológicos e a construção de novos conhecimentos têm determinado transformações de maneira muito rápida em nossa sociedade, exigindo a introdução de novos conceitos e de modos de viver, caracterizados basicamente por uma grande flexibilidade, novos processos e produtos. Estes novos conceitos e modos de viver, no entanto, são caminhos que o idoso nem sempre pode percorrer. Como conseqüência, há o agravamento de sua marginalização familiar e social.16&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa marginalização e as modificações observadas no status social e no relacionamento do idoso com outras pessoas ocorrem como consequência das seguintes questões: (a) crise de identidade, desencadeada pela perda dos papéis sociais; (b) mudanças de papéis nos meios familiar e comunitários, exigindo desenvolvimento da capacidade de adaptação dos envolvidos; (c) aposentadoria, em geral insuficiente para atender a suas necessidades e que pode vir acompanhada de um sentimento de inutilidade, mergulhando o idoso no isolamento e na depressão; (d) perda de amigos e parentes, como também da condição econômica, o que faz com que o indivíduo idoso se sinta sem referencial, sem rumo; e (e) diminuição de contatos sociais em função da tendência individualista da sociedade, onde cada um se preocupa apenas em conquistar e preservar seu espaço, subestimando a importância dos encontros interpessoais.16&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, todas essas questões, associadas ao envelhecimento populacional observado em nível mundial, são determinadas pelo fato de a faixa etária dos 60 anos ou mais ser a que mais cresce em termos proporcionais, complicadas pelo fato de a transição demográfica se acompanhar de uma transição epidemiológica caracterizada pelo aumento da prevalência de doenças crônicas degenerativas. Consequentemente, estes fatores ocasionam, junto com as transformações corporais e sociais, mudanças psicológicas, como baixa autoimagem e autoestima, além das alterações afetivas e mentais, levando a dificuldades no enfrentamento das novas situações, que requerem apoio considerável.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Daí a necessidade de trabalhar esses indivíduos como foco, tanto nas perdas orgânicas quanto afetivas, dando-lhe auxílio no planejamento para o futuro e na adaptação aos novos papéis. É importante ressaltar que, para o indivíduo, a velhice é um período de crise, de transição e, portanto, não basta a atitude de aceitá-la. É necessário que seja enfrentada sem uma postura passiva caracterizada pelo simples ajustamento do individuo à nova situação, o que irá contribuir com a perpetuação do sistema social vigente, no qual o velho é discriminado.13&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por todas estas mudanças nos perfis demográficos e de morbi-mortalidade da população mundial ao longo do último século, espera-se que haja interesse crescente dos pesquisadores no cuidado do idoso, com foco centrado no âmbito da família e no envolvimento dos cuidadores originários deste núcleo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O CONTEXTO DO CUIDADO: BREVE MARCO TEÓRICO&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O “cuidador” e o “cuidado”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O “cuidar” é uma dimensão ontológica do ser humano. Para entender o ser humano e suas ações, é necessário nos basearmos no indivíduo cuidador do idoso, pois seus valores, atitudes e comportamentos no cotidiano expressam constantemente a preocupação com o (idoso) cuidado10. Nesse sentido, o cuidado é uma forma de “ser-no-mundo”.17 Como tal, o cuidar implica não apenas uma função, tarefa ou atividade, mas possui valor substantivo que traz em si uma alteridade que envolve respeito, sacralidade, reciprocidade e complementaridade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este ato, cuidar, é comum a todas as culturas, embora suas formas de expressão possam ser as mais variadas. Se buscarmos um ponto em comum a todos os povos, quanto ao contexto em que ocorre o cuidar, verificaremos que este parece ser a família. Esta instituição é quem tem se colocado de forma mais efetiva para executar o cuidado com o (seu) idoso, ou quando não o faz diretamente, assumindo a responsabilidade pela decisão do ato de institucionalizar este cuidado, repassa a tarefa a outro agente social, diante desta dificuldade e/ou impossibilidade de fazê-lo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta situação foi observada no estudo realizado pelo SABE,18 no qual se verificou uma aceleração da dependência do idoso, com considerável proporção destes indivíduos demandando ajuda para realizar as tarefas diárias ligadas a sua sobrevivência, implicando necessidade de companhia para os arranjos domiciliares. Logo, um grande número de idosos demandou a presença de um acompanhante na residência para garantir sua integridade física e/ou, psíquica. Nesse sentido, a quem cabe o apoio, se não à família, a alguém, pago pela família (cuidador) ou a uma instituição pensada pela família? Reforçando a tese sobre o que se verifica nas diferentes culturas, quanto ao cuidado ser de responsabilidade da família, a resposta é óbvia. Por isso, a necessidade de instrumentalizar essa família para fazê-lo.1&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em sua essência, o ato do cuidar está contido em uma relação de obrigação e de responsabilidade para com a pessoa dependente e nas relações de proximidade e intimidade que a situação envolve. Esse papel se baseia em questões sociais de parentesco, gênero e idade, sendo o ato de desempenhar o papel de cuidador uma norma social influenciada pelos eventos socioculturais vivenciados. Assim, o sentimento de cumprimento de normas sociais – tais como reciprocidade e dever moral – e a necessidade de autopreservação, na busca por se evitar sentimentos de culpa, além da relação de empatia e ligação afetiva entre os indivíduos, são alguns dos fatores que levam um adulto a cuidar de alguém idoso.19&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estando a tarefa do cuidar baseada em expectativas sociais, desempenhá-la bem pode significar reconhecimento social, melhora na autoestima e no senso de realização pessoal do cuidador. Esta afirmativa fica evidenciada quando a reflexão se dá num contexto que considera os arranjos domiciliares que se instituem no sentido de referendar a necessidade em realizar o que se espera da família no cuidado com seu idoso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em outras palavras, como a família como um todo cuida do seu idoso? Como ocorrem os arranjos intergeracionais visando a atender a esta demanda? A qual(is) membro(s) da família cabe, ou por qual(is) membro(s) da família é assumida essa incumbência? Numa resposta geral a essas questões, verificamos em vários estudos a participação, única ou coletiva, de filho(a) e/ou, neto(a) nessa atividade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cumprindo a tarefa do cuidar, o cuidador passa, ou poderia passar, a sentir-se bem porque consegue fazer aquilo que se esperava dele em determinado momento de sua vida. No entanto, quando a tarefa perdura por muito tempo ou exige recursos de que ele, cuidador, não dispõe, este passa a sentir-se sobrecarregado. O indivíduo começa então a não mais perceber os aspectos positivos envolvidos nessa relação, na atividade de cuidar, e passa a achar que está somente “dando” e nada recebendo em “troca”, ou mesmo que aquilo que “recebe” é pouco se comparado à “doação” que realiza.20&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os dados apresentados pelo estudo SABE18 referendam diferentes estudos sobre a questão do cuidador, visto que esse sujeito passa a se sentir sobrecarregado e pouco recompensado diante de seu “sacrifício pessoal”.20Com isso, os conflitos se instituem neste grupo social, distanciando o compromisso familiar do cuidar e das necessidades individuais de cada membro familiar, pois nem sempre o ato de cuidar permeia ou permite a liberdade de decidir como, quando e quem é o responsável por fazê-lo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;COMO SE DÁ O ATO DE “CUIDAR”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre as diferentes tarefas de cuidados, têm-se grande variação quanto ao que se exige do cuidador, considerando o esforço físico e mental exigido para sua execução. Algumas dessas tarefas podem ser exercidas apenas por uma única pessoa, enquanto outras podem requerer a ajuda de terceiros ou mesmo de equipamentos específicos. De acordo com a periodicidade, tarefas também podem ser classificadas dentre as que são realizadas diariamente, p. ex., as relativas a cuidados pessoais, e as que são realizadas esporadicamente, como o ato de levar o idoso a um médico.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deve-se considerar, ainda, que para cada tipo de tarefa há uma demanda específica e, consequentemente, uma diferente percepção quanto ao ônus, a qual pode ser conflituosa devido ao exercício concomitante de papéis familiares e profissionais pelo cuidador21. Esse aspecto também foi observado no estudo SABE.18 Nesse estudo, verificou-se que a cada atividade instrumental ou básica da vida diária, evidenciava-se claramente a ausência de autonomia que a família ou o indivíduo cuidador tem para decidir como, quando e quem subsidiará a realização de cada atividade para com o idoso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso se faz premente realizar estudos na busca pela geração de informações concisas sobre como os envolvidos nesse processo podem administrar seu cotidiano individual e familiar no exercício do cuidar ou na decisão do transferir a responsabilidade do cuidado do idoso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quatro elementos percebidos como dificuldades inerentes à tarefa do cuidar são evidenciados como a seguir21: (a) acarretam ônus físico e financeiro, o que tende a se agravar com a evolução da doença do idoso; (b) não disponibilidade de informações suficientes para exercer o ato do cuidar, além da existência de poucos recursos sociais de apoio e da escassez de profissionais especializados para dar suporte e poucas fontes de apoio emocional; (c) a tarefa de cuidar rivaliza com o trabalho profissional ou mesmo com o papel familiar desempenhado anteriormente pelos cuidadores; (d) a dinâmica “cuidar-ser-cuidado” pode fazer aflorar sentimentos negativos antigos que estavam guardados, tornando a situação de difícil manejo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A percepção do cuidador sobre o quanto estas tarefas estão afetando sua vida e sua rotina diária impõe consequências diretas sobre estas atividades, visto as avaliações subjetivas serem importantes determinantes da qualidade do cuidado proporcionado ao idoso. Por exemplo, cuidadores que se sentem sobrecarregados, injustiçados e/ou acumulando funções de mãe/pai, profissional e esposa/esposo tendem a desempenhar funções aquém de suas capacidades.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebe-se que as demandas do cuidado atravessam os limites do esforço físico, mental, psicológico, social e econômico. Quando a família e o indivíduo não conseguem encontrar alternativas viáveis, ou quando as habilidades e os recursos pessoais e familiares são insuficientes para o manejo desta situação, há uma forte tendência para que ocorra desorganização, desestruturação, trazendo consequências negativas para todas as partes envolvidas – cuidador, idoso e família.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A forma como a família e o cuidador em particular avaliam e manejam essa situação potencialmente conflituosa depende de muitos fatores. Dentre esses fatores, evidencia-se a existência de redes de apoio formais e informais e os recursos pessoais do cuidador. Nesses fatores também se incluem os conhecimentos e as habilidades para cuidar, as estratégias de enfrentamento, o significado do cuidar, a capacidade de manejo de situações estressantes, a forma de buscar conforto emocional, a religiosidade, a história do relacionamento com o idoso e a forma de encarar desafios e situações novas.22&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como se pode observar, o contexto do “cuidar” é bastante complexo, envolvendo diversas variáveis, incluindo os aspectos positivos associados ao cumprimento das tarefas e da execução do papel de cuidar. Para poder prestar uma assistência efetiva e adequada aos cuidadores, tem-se a necessidade de considerar todos os componentes envolvidos, incluindo as diferentes variáveis associadas a este processo e sua elevada importância, de maneira a não criar distorções que possam estabelecer preconceitos sobre a velhice e o cuidar neste novo campo da pesquisa científica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre as distorções a serem evitadas, é preciso inicialmente desconsiderar do contexto das pesquisas a visão errônea apontando a relação “cuidador-cuidado” somente como fonte de experiências negativas na dimensão física e emocional do cuidador e de que tais vivências sejam uma consequência direta e necessária da dependência do idoso.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CUIDADORES E QUALIDADE DE VIDA&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As tarefas atribuídas ao cuidador do idoso – muitas vezes sem orientação adequada e o suporte das instituições de saúde – e alterações das rotinas e o tempo despendido no cuidado podem afetar sua qualidade de vida.23&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 1999, quando da promulgação da Política Nacional de Saúde do Idoso (PNSI), foi recomendado que os cuidadores também deveriam receber cuidados especiais, considerando que a tarefa de cuidar de um idoso dependente é desgastante e implica riscos de tornar doente e igualmente dependente o cuidador.24 Tendo em vista os impactos que o cuidar de um idoso dependente acarreta sobre o cuidador, é de se esperar que a qualidade de vida deste seja afetada negativamente por tais circunstâncias.25 No entanto, essas necessidades de saúde dos cuidadores, mesmo reconhecidas pelos programas de saúde do idoso, são frequentemente negligenciadas pelos serviços de saúde.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Avaliando estas questões, temos como causas do cenário do cuidador doméstico modificações decorrentes de mudanças sociais, históricas e políticas, tais como: (a) aumento no número de separações, divórcios e novas uniões, o que poderá acarretar, no futuro, um grande número de idosos sozinhos ou com estruturas familiares complexas que dificultem a identificação do cuidador e a organização do cuidado por este prestado; (b) instabilidade do mercado de trabalho e movimentos migratórios nacionais e internacionais em busca de oportunidades de trabalho, levando muitas pessoas a envelhecerem sem a presença de seus filhos por perto; (c) participação crescente da mulher no mercado de trabalho, o que modifica sua condição de cuidadora em razão dos serviços que habitualmente realiza no domicílio.23&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste sentido, os diferentes estudos apresentados evidenciaram que mais pesquisas precisam ser desenvolvidas para compreender de forma mais clara o contexto e o cotidiano do indivíduo cuidado e do seu cuidador, a fim de se reduzir o estresse dentro do processo de tomada de decisão na família diante do processo do envelhecimento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CONSIDERAÇÕES FINAIS&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta revisão bibliográfica buscou enfatizar uma temática de grande importância para o processo de envelhecimento do Estado brasileiro, qual seja, o estudo dos conflitos entre o cuidar e ser cuidado. Considera o processo decisório que este envolve dentro do âmbito familiar, em função do envelhecimento de seus membros, em especial os arranjos familiares que se constroem na perspectiva de atender melhor este indivíduo que necessita de cuidados, seja no âmbito familiar ou em instituiçöes especializadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta área de pesquisa ganhou relevância na medida em que o envelhecimento é compreendido de forma macro dentro do universo familiar, e a mesma é “empoderada” de maneira a atuar como agente de suas próprias mudanças e decisões. Acredita-se ainda que a melhor compreensão de todo o contexto por parte dos familiares envolvidos possa subsidiar a sedimentação de políticas sociais para relações de cuidado mais condizentes com a realidade vivenciada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo isto se fará necessário pelo fato de que, atualmente, as famílias são levadas a definir seus arranjos familiares priorizando a situação do “cuidador”, ou na impossibilidade de este ser efetivado, optando pela institucionalização do membro familiar idoso. Sendo assim, avaliar este processo decisório e todos os conflitos que são construídos no âmbito familiar, desde a questão econômica até a revisão de valores sociais e pessoais, permitirá compreender melhor o efeito do envelhecimento no âmbito da família.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda como questões que precisam ser mais bem discutidas nas pesquisas sobre a referida temática, percebe-se: (a) a necessidade de compreender melhor as características socioeconômicas das famílias que estão vivenciando a situação de envelhecimento de seus membros; (b) a compreensão das decisões familiares advindas do processo de envelhecimento; (c) como essas decisões reduzem ou não os conflitos; (d) qual a influência dos arranjos familiares na qualidade de vida dos envolvidos; (e) como ocorre o processo de tomada de decisão para estruturação dos arranjos domiciliares.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estas reflexões ainda pouco exploradas na literatura sobre a referida temática – qual seja, envelhecimento populacional e relações de cuidado – e se fazem emergentes para que, num futuro próximo, possamos ter dados mais eficazes para a construção de políticas sociais para o idoso, considerando a ampliação de sua autonomia e independência no mundo social, bem como serviços de suporte aos cuidadores familiares.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A meta mundial para o estudo do envelhecimento é preparar o indivíduo para envelhecer de maneira que este tenha condições de saúde (física, psicológica e cognitiva), condições econômicas e arranjos familiares com maior poder de decisão sobre o processo de envelhecimento em si. Como aspecto positivo dessa preparação para o envelhecimento, acredita-se que haverá menos consequências negativas sobre o processo decisório do indivíduo e das famílias envolvidas na ação de cuidar e ser cuidado e por conseguinte, assegurar a saúde dos envolvidos nesse cotidiano.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos existentes sobre a atividade do cuidar têm evidenciado a tendência de adoecimento dos envolvidos, ou seja, o cuidador, pois é vista como desgastante e estressante física e psicologicamente, muitas vezes pelo fato de o cuidador não ter garantias do aporte cotidiano na comunidade e da própria família para que o cuidado aconteça.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REFERÊNCIAS&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Duarte YAO, Lebrão ML, Lima FD. Contribuição dos arranjos domiciliares para o suprimento de demandas assistenciais dos idosos com comprometimento funcional em São Paulo. Rev. Panam. Salud Publica/Pan Am. Journal Public Health 2005 ; 17( 5/6):378&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Guimarães RM. Brasil: país de cabelos brancos. Rev. A Terceira Idade 2008 ;19 (43): 49-58.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Néri MC, Soares WL. Estimando o impacto da renda na saúde através de programas de transferência de renda aos idosos de baixa renda no Brasil..Cad saúde Pública 2007; 23(8) : 1845-56 [ Acesso em 12 set. 2008].Disponível em: htpp://news.bbc.co.uk/2/hj/europe/3093152.stm&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Palloni A, Wong R, Pelaez M. Ageing in Latin America and the Caribbean: implications of past mortality [ Acesso em 26 jun 2009] Disponível em:http://www.un.org/esa/population/meetings/Proceedings_EGM_ex_2005/mceniry.pdf&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. *Wong R, Pelaez M, Palloni A, Markides K. Survey data for the study of aging in Latin America and the Caribbean. J. Cross-Cultural Gerontol 2007 set; 22 (3) : 263-85&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Marques S. O idoso após &lt;a href="http://www.cuidardeidosos.com.br/acidente-vascular-cerebral/"&gt;acidente vascular cerebral&lt;/a&gt;: conseqüências para a família. Ribeirão Preto. Dissertação [ Mestrado em enfermagem fundamental], —Universidade de São Paulo ; 2004.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Mathias TAF. A saúde do idoso em Maringá: análise do perfil de sua morbimortalidade. São Paulo. Dissertação[ Mestrado em enfermagem] –Universidade de São Paulo; 2002.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8. Marmot M. The status syndrome. New York: Times Books; 2006.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9. United Nations. Department of economic and social affairs.:population division. New York : World population ageing; 2007.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10. Albuquerque SMRL. Assistência domiciliar: diferencial na qualidade de vida do idoso portador de doença crônica . São Paulo .Dissertação [ Mestrado em Medicina Social] — Universidade de São Paulo; 2001.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;11. Jacob Filho W. Envelhecimento e atendimento domiciliar. In: Duarte YAO ; Diogo MJDE. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: Atheneu; 2005. p.19-26.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;12. Veras R, Lourenço R, Martins CSF, Sanchez MAS, Chaves PH. Novos paradigmas no modelo assistencial no setor saúde: conseqüência da explosão populacional dos idosos no Brasil [ Acesso 25 Jun 2008]. Disponível em:http://www.abrane.com.br/download/premio.pdf&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;13. Jordão Netto A. Gerontologia básica. São Paulo: Lemos; 1997.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;14. Carvalho Filho ET, Papaleo Netto M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2000.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;15. Carvalho Filho ET, Papaleo Netto M. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. São Paulo: Atheneu; 2000.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16. Zimerman GI. Velhice aspectos biopsicossociais. Porto Alegre: Artmed; 2000.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;17. Boff L. Saber cuidar: ética do humano : compaixão pela terra. Petrópolis: Vozes; 1999.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;18. Lebrão ML, Duarte YAO. Saúde, bem-estar e envelhecimento : &lt;a href="http://www.cuidardeidosos.com.br/o-projeto-sabe/"&gt;o projeto SABE&lt;/a&gt; no município de São Paulo. Brasília: OPAS; 2006.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;19. Assis M, Hartz ZMA, Valla VV. Programas de promoção da saúde do idoso: uma revisão de literatura científica no período de 1990 a 2002. Ciênc Saúd Coletiva 2004; 3( 9):557-81.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;20. Neri AL. Bem-estar e estresse em familiares que cuidam de idosos fragilizados e de alta dependência. In: Neri AL (org). Qualidade de vida e idade madura. Campinas: Papirus; 1993. p.237-85.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;21. Neri AL, Sommerhalder C. As várias faces do cuidado e do bem-estar do cuidador. In: Neri AL, Pinto MEB, Sommerhalder C, Perracini MR, Yuaso DR. Cuidar de idosos no contexto da família: questões psicológicas e sociais. São Paulo: Alínea; 2002. p. 9-63.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;22. Vieira EB. Manual de Gerontologia: um guia teórico prático para profissionais, cuidadores e familiares. Rio de Janeiro: Revinter; 1996.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;23. Karsch UM. Envelhecimento com dependência: revelando cuidadores. São Paulo: Educ; 2004.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;24. Brasil . Ministério da Saúde . Promoção da Saúde: Adelaide, Sundsvall, Santa Fé de Bogotá, declaração de jacarta, dede de megapaíses e declaração do México. Brasília: Ministério de Saúde; 2001.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;25. Vitalino PP, Young HM, Russo J. Burden: a review of measures used among caregivers o individuals with dementia. The Gerontologist 1991; 31 (1) : 754-67.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;Extraído de: http://revista.unati.uerj.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;amp;pid=S1809-98232011000200015&amp;amp;lng=es&amp;amp;nrm=iso&amp;amp;tlng=pt&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-7742401230191402557?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7742401230191402557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7742401230191402557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/08/tarefa-do-cuidar.html' title='A tarefa do cuidar'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-1504146482340020043</id><published>2011-07-26T21:00:00.001-03:00</published><updated>2011-07-26T21:01:02.759-03:00</updated><title type='text'>Como os ossos colam?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;A resposta é simples: o osso fraturado se regenera por conta própria. É uma capacidade fantástica! O organismo produz algo parecido com uma cola que, naturalmente, junta as partes. É uma função que faz com que as fraturas se consertem, bastando um empurrãozinho para unir corretamente as partes e mantê-las assim até que a natureza aja. Em lesões mais complexas, porém, deixar o organismo trabalhar sozinho pode levar um longo período ou mesmo deixar sequelas. Por isso, os procedimentos médicos, nesses casos, passam não só por técnicas tradicionais bem antigas mas por novidades como as colas ósseas sintéticas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Fraturas&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Falar que o osso parece com uma esponja ajuda a entender seu funcionamento e também porque certas doenças acontecem. Sabe aquela esponja com mais furos? Ela representaria bem o osso de quem tem osteoporose. A doença leva ao enfraquecimento dos ossos, tornando-os vulneráveis a fraturas. É uma patologia assintomática, ou seja, sem sintomas, lenta e progressiva e esse caráter silencioso faz com que não seja diagnosticada até que ocorram as fraturas, principalmente nos ossos do punho, colo de úmero, quadril e coluna vertebral. Entre os principais indícios da osteoporose destacam-se a dor prolongada na coluna vertebral, associada à diminuição da altura do paciente, devido a microfraturas em vértebras, e o desevolvimento de cifose, ou seja, corcunda.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;Fraturas são muito comuns em qualquer faixa etária, porém, na terceira idade elas se tornam mais frequentes, por causa das alterações na estrutura óssea. A fratura em idoso, no geral, leva mais tempo para cicatrizar. Em pessoas acima de 60 anos, aumenta incidência de cirurgia para reparo.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #ead1dc;"&gt;Além dos idosos, obesos, alcóolatras, fumantes, desnutridos e portadores de doenças crônicas também têm maior dificuldade para cicatrização de ossos.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;As fraturas são ligeiramente mais comuns em crianças e adolescentes do que em jovens e adultos, devido ao nível de atividade que exercem. Nos mais novos, o processo de cicatrização leva cerca de seis semanas, dependendo do tipo de fratura e da extensão do dano. Em atletas, devido ao uso em excesso da estrutura óssea, ocorre um outro tipo de fratura: ocasionada por estresse. O tratamento requer repouso das atividades esportivas.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: #cfe2f3;"&gt;&lt;b&gt;Em média, uma pessoa sustenta dois ou três ossos fraturados durante a vida. Estima-se que, nos Estados Unidos, cerca de nove milhões de pessoas se fraturam por ano. O número é estimado porque nem todos procuram serviços médicos para cuidar de ossos quebrados. Pessoas imobilizam braços e pernas em casa e esperam a ação do tempo, apesar de o recomendado ser sempre consultar um médico.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Quando a fratura é mais simples, é o organismo, sozinho, que cuida de quase tudo, por meio das células, as que mais trabalham. Felizmente, os ossos também são feitos de células vivas. O processo de reconstrução começa imediatamente após o ferimento. O organismo passa a enviar moléculas de cálcio pela corrente sanguínea. As células removem os tecidos danificados e pequenos vasos sanguíneos alcançam o hematoma formado em decorrência da fratura, facilitando a cura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Com essa ajuda, o hematoma se transforma em um calo mole que depois, com o envio de fibras de colágeno produzidas pelas células, transforma-se em um calo mais duro, até chegar ao chamado calo ósseo, que finalmente preenche a fissura que se formou entre os ossos fraturados. Com o tempo, a circulação sanguínea do osso melhora, a resistência aumenta e o organismo conclui o seu trabalho de colagem natural do osso. Semanas depois, a fissura deixa de existir e o osso está restaurado. Durante alguns meses, ocorre a calcificação do osso e a consolidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O tempo para que cada pessoa obtenha a cura é variável e depende também do tipo de fratura. Para ajudar o organismo, especialmente em casos de fraturas mais complexas, a ciência se dedica com sucesso, há quase três décadas, à pesquisa de medicamentos que ajudem na cicatrização de ossos. As colas sintéticas estão entre as novidades que passaram a oferecer uma possibilidade a mais para ajudar a tratar o paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;A maioria das chamadas colas ósseas sintéticas representa na verdade indutores de consolidação, que são codjuvantes na fixação de ossos nos casos de fraturas, nas quais as técnicas convencionais de fixação rígida, com peças de metais, não apresentariam resultados 100% positivos. O ortopedista avalia o quanto a técnica utilizada permitirá que o paciente, curado da fratura, recupere a funcionalidade da parte do corpo afetada, sem perder a capacidade de movimento. Colas, em relação a pinos, placas e fios de metal, vêm apresentando resultados satisfatórios na reconstrução de ossos em determinados casos de fissuras.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Na literatura médica há registros, desde o início da década de 1980, de adesivos à base da proteína cianoacrilato, completamente biodegradáveis e que permitem a regeneração de fraturas com mínima reação inflamatória no tecido. Pesquisas norteiam-se na busca por polímeros proteicos e não-proteios biodegradáveis e biocompatíveis cada vez mais eficazes. Medicamentos que incentivem a produção natural, pelo organismo, de moléculas de cálcio na região afetada. Há também uma tendência a produtos apresentados em gel que podem ser injetados e endurecem no local da fissura, eliminando-a, e a produtos adequados tanto para uso em ortopedia quanto em ortodontia, para reparo de tecidos e cartilagens.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Produtos injetáveis no foco da fratura podem ser uma alternativa aos que são aplicados cirurgicamente. Novas tecnologias estão sendo desenvolvidas para a restituição de ossos danificados que, com os tratamentos tradicionais, poderiam não se recuperar totalmente. A ciência ainda poderá avançar mais para ajudar em casos de falha óssea ou quando a recomendação é de um enxerto que, atualmente pode ser feito a partir de material do paciente ou sintético, por meio de cirurgia. A aplicação estimula o organismo a preencher as lacunas deixadas pela lesão. A técnica de fixação externa com transporte ósseo pode ser muito eficaz no tratamento de defeitos extensos e utiliza o osso do próprio paciente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Mesmo com as novidades para a cicatrização de ossos, quase sempre é recomendada a imobilização e indicada a colocação de gesso, cinta, tala ou faixa para manter alinhadas as partes do osso quebrado. O ortopedista analisa qual será o melhor tratamento dentro das possibilidades. O incômodo dos aparelhos para imobilização, principalmente do gesso e estruturas metálicas externas, é um fato. Não há paciente que não se queixe diante da recomendação médica de não movimentar, mas a imobilização é uma técnica milenar, de eficácia comprovada para a restauração do osso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não imobilizar ou não manter as partes quebradas no alinhamento natural pode trazer consequências indesejáveis. Às vezes, mesmo sem movimento, músculos podem provocar o desalinhamento, entortando a soldagem. Estes movimentos podem retardar a consolidação do osso ou levar o paciente a ter uma pseudo artrose, quando o processo excede seis meses. Quando isso acontece, recorre-se a uma outra variedade de procedimentos médicos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;A solução cirúrgica, com pinos, fios ou placas de metal, é recomendada em alguns casos. Fraturas com ossos encavalados ou muito deslocados precisam de tração, feita com cordas, roldanas e pesos, para puxar os músculos e voltar as partes para o lugar correto. Aparelho de eletroestimulação é usado para auxiliar a reparação de alguns casos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;O osso sangra?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;Para entender como funciona o osso, não se pode pensar que ele seja um material maciço e totalmente compacto. O osso é como uma esponja, cheio de canais e poros por onde passa o sangue. Se fosse possível ver a olho nu uma fratura interna, muitos ficariam impressionados. É um machucado que sangra muito. Acontece que no osso há artérias e vasos. Numa fratura, os vasos de dentro do osso se rompem. Quem já viu uma fratura exposta sabe a quantidade de líquido que sai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A hemorragia precisa ser estancada dentro e fora do corpo. Em caso de fratura de fêmur, por exemplo, pode vazar até 2,5 litros de sangue. Na região de uma fratura é frequente o aparecimento de coágulo (espécie de bolsa de sangue), formada pelo sangue parado que vazou do ferimento.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;As fraturas são comumente diagnosticadas com base no histórico de trauma e a presença de dor. O raio X é utilizado para confirmar ou precisar a lesão. Procedimentos médicos e tratamento correto pelo tempo exato estipulado evitam que a pessoa comprometa a mobilidade. Seria muito bom e fácil se houvesse um feitiço para emendar osso quebrado, não é? Mas acredito que o “brackium emendo” só funcionaria mesmo se fosse feito pela madame Pomfrey, a responsável pela enfermaria do Hogwarts, o colégio para bruxos dos filmes de Harry Potter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; line-height: 12px;"&gt;Fabio Ravaglia&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; line-height: 12px;"&gt;Médico ortopedista e presidente, desde 2005, do Instituto Ortopedia &amp;amp; Saúde (IOS) – organização não governamental que tem a missão de difundir informações sobre saúde e prevenção a doenças, principalmente aquelas associadas à terceira idade, e que organiza o Projeto Cidadania – Caminhadas com Segurança, evento mensal que incentiva a atividade física e conta com uma feira de saúde aberta à população para a realização de exames gratuitos. O dr. Fabio Ravaglia é membro do corpo clínico externo dos hospitais Albert Einstein, Oswaldo Cruz, Sírio Libanês e Santa Catarina; membro emérito da Academia de Medicina de São Paulo (cadeira 118, patrono Ernesto de Souza Campos) membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia – Sbot; e diretor-presidente da Arthros Clínica Ortopédica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; line-height: 12px;"&gt;O dr. Fabio Ravaglia é graduado pela Escola Paulista de Medicina (Unifesp) com residência médica no Hospital do Servidor Público Estadual, especialização em coluna vertebral pelo&lt;/span&gt;&amp;nbsp;I&lt;span style="font-size: 8pt; line-height: 12px;"&gt;nstituto Arnaldo Vieira de Carvalho (Santa Casa de Misericórdia de São Paulo) e mestre em cirurgia pela Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp. Foi o primeiro brasileiro aceito pelo programa do Royal College of Surgeons of England. Atuou como cirurgião ortopédico em hospitais ligados à Universidade de Bristol e fez especialização em cirurgia na Alemanha.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-1504146482340020043?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/1504146482340020043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/1504146482340020043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/07/como-os-ossos-colam.html' title='Como os ossos colam?'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-3848621064514374172</id><published>2011-07-12T21:45:00.000-03:00</published><updated>2011-07-12T21:45:16.726-03:00</updated><title type='text'>Especialistas explicam como joelhos funcionam e como evitar lesão e dor</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="materia-titulo"&gt;&lt;h1 class="entry-title"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 24px;"&gt;Bem Estar desta sexta (15) convidou o ortopedista Gilberto Camanho. Preparador José Rubens D'Elia ensinou exercícios para fortalecer a região.&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia-assinatura-letra"&gt;&lt;div class="materia-assinatura"&gt;&lt;div class="vcard author"&gt;&lt;span class="adr"&gt;&lt;span class="locality"&gt;Do G1, em São Paulo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia-impressao"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="materia-conteudo entry-content" id="materia-letra"&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="video componente_materia" id="1485587" style="height: 308px; width: 320px;"&gt;&lt;script&gt;&lt;/script&gt;&lt;iframe allowtransparency="" frameborder="0" id="globovideos_embed_1" marginheight="0" marginwidth="0" name="globovideos_embed_1" scrolling="no" src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1485587&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;idEmbed=1&amp;amp;banda=N&amp;amp;escondeTrocaBanda=true&amp;amp;novoPlayer=true&amp;amp;hostNovoPlayer=s.videos.globo.com&amp;amp;sitePage=g1/bemestar/videos&amp;amp;nocache=1310517239724" style="height: 240px; position: relative; width: 320px;"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;Ao correr, engordar ou exagerar na carga ou no impacto sobre os joelhos, a maior articulação do corpo humano costuma sentir as consequências.&lt;br /&gt;Para explicar como ela funciona e dar dicas na tentativa de evitar lesões ou dores, o Bem Estar desta sexta-feira (15) convidou o ortopedista Gilberto Camanho e o preparador físico e consultor &lt;a class="premium-tip" href="http://g1.globo.com/topico/jose-rubens-delia/"&gt;José Rubens D'Elia&lt;/a&gt;, que ensinou exercícios para fortalecer essa região.&lt;br /&gt;Quem trabalha no trânsito ou muito tempo sentado deve ter cuidados especiais. No estúdio, o médico explicou o que acontece quando a cartilagem e ossos como a patela sofrem um desgaste. Camanho disse que as cartilagens são a estrutura mais perfeita de absorção de impacto que existe na natureza. Elas têm o poder de se revitalizar - o que não ocorre com os meniscos, por exemplo -, e isso é algo que diminui com a idade.&lt;br /&gt;&lt;div class="foto componente_materia midia-largura-620"&gt;&lt;img alt="Joelhos (Foto: Arte/G1)" height="850" src="http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/04/15/joelhos.jpg" title="Joelhos (Foto: Arte/G1)" width="620" /&gt;&lt;/div&gt;É importante treinar o equilíbrio para prevenir lesões, principalmente em idosos, que também são mais suscetíveis à artrite, doença que leva à destruição das articulações e tem influência genética. Entre jovens, os problemas mais comuns são tendinites, bursites e síndrome patelofemoral. Desvios, joelho para dentro (em y) e para fora (cowboy) também ocorrem com frequência.&lt;br /&gt;&lt;div class="video componente_materia" id="1485594" style="height: 308px; width: 320px;"&gt;&lt;script&gt;&lt;/script&gt;&lt;iframe allowtransparency="" frameborder="0" id="globovideos_embed_2" marginheight="0" marginwidth="0" name="globovideos_embed_2" scrolling="no" src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1485594&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;idEmbed=2&amp;amp;banda=N&amp;amp;escondeTrocaBanda=true&amp;amp;novoPlayer=true&amp;amp;hostNovoPlayer=s.videos.globo.com&amp;amp;sitePage=g1/bemestar/videos&amp;amp;nocache=1310517239728" style="height: 240px; position: relative; width: 320px;"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;Nas ruas, a repórter Marina Araújo fez um “raio X” do joelho das pessoas e viu que o salto alto demais pode ser ruim, pois altera o centro de gravidade do corpo, jogando-o para a frente, e obriga a mulher a colocar o joelho para dentro, o que pode comprometer a articulação. Mas, da mesma forma, chinelos e sapatos planos podem ser prejudiciais, porque recebem todo o impacto do solo e predispõem a cartilagem ao desgaste.&lt;br /&gt;Por isso, o tênis é o calçado mais indicado pelos especialistas. Saltos mais baixos ou do tipo anabela também são opções para o público feminino.&lt;br /&gt;O diagnóstico de lesões é feito pelo histórico do paciente, por exames físicos e testes como agachar e levantar. Exercícios de reabilitação normalmente envolvem bolas, aparelhos de ginástica e outras atividades.&lt;br /&gt;O programa desta sexta mostrou, ainda, uma experiência inédita feita com ratos pela Universidade de São Paulo (USP). Os testes trazem evidências de que, nos animais, o exercício físico melhora a capacidade respiratória em 39%.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-3848621064514374172?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/3848621064514374172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/3848621064514374172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/07/especialistas-explicam-como-joelhos.html' title='Especialistas explicam como joelhos funcionam e como evitar lesão e dor'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-7753817707084421544</id><published>2011-07-04T18:43:00.000-03:00</published><updated>2011-07-04T18:43:25.844-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>A superação da dor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="" name="_Toc297367022"&gt;&lt;b&gt;Novas informações sobre os mecanismos que nos levam a sentir dor ajudam na criação de alternativas para aliviar os pacientes&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="" name="_Toc297367022"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shapetype id="_x0000_t75" coordsize="21600,21600" o:spt="75" o:preferrelative="t" path="m@4@5l@4@11@9@11@9@5xe" filled="f" stroked="f"&gt;  &lt;v:stroke joinstyle="miter"/&gt;  &lt;v:formulas&gt;   &lt;v:f eqn="if lineDrawn pixelLineWidth 0"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 1 0"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum 0 0 @1"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @2 1 2"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelWidth"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @3 21600 pixelHeight"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @0 0 1"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @6 1 2"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelWidth"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @8 21600 0"/&gt;   &lt;v:f eqn="prod @7 21600 pixelHeight"/&gt;   &lt;v:f eqn="sum @10 21600 0"/&gt;  &lt;/v:formulas&gt;  &lt;v:path o:extrusionok="f" gradientshapeok="t" o:connecttype="rect"/&gt;  &lt;o:lock v:ext="edit" aspectratio="t"/&gt; &lt;/v:shapetype&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_11" o:spid="_x0000_s1033" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img1.jpg" style='position:absolute;margin-left:-8.25pt; margin-top:6.35pt;width:289.6pt;height:267.75pt;z-index:1;visibility:visible; mso-wrap-style:square;mso-wrap-distance-left:9pt;mso-wrap-distance-top:0; mso-wrap-distance-right:9pt;mso-wrap-distance-bottom:0; mso-position-horizontal:absolute;mso-position-horizontal-relative:text; mso-position-vertical:absolute;mso-position-vertical-relative:text'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image001.jpg"  o:title=" img1"/&gt;  &lt;w:wrap type="square"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Um dos instrumentos mais importantes de defesa do organismo. Assim pode ser resumida a dor. Se quebrarmos o braço, sentimos dor, e assim sabemos que não devemos usá-lo para não piorar a fratura. Se encostarmos em uma superfície quente, a variação de temperatura nos faz tirar a mão, evitando que o calor destrua a derme. Se há infecção em algum órgão, cólicas intensas avisam que algo errado acontece. Sem a dor, seria impossível manter a integridade de nosso corpo. Em alguns casos, porém, esse orquestrado sistema de defesa sai do eixo. Em vez de proteger, vira uma ameaça. Por mecanismos complexos, a dor, que deveria ser apenas um alerta, torna-se perene, constante. Transforma-se na chamada dor crônica – aquela que persiste por mais de três meses ou por um período superior ao calculado para a recuperação do paciente. Além de desafiador, o problema tem grande extensão. A Organização Mundial da Saúde calcula que, no mundo, a cada cinco pessoas, uma sofra com a dor permanente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_10" o:spid="_x0000_i1026" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img2.jpg" style='width:412.8pt;height:254.4pt;visibility:visible;mso-wrap-style:square'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image003.jpg"  o:title=" img2"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A urgência em dar alívio a essa população tem feito com que, no mundo todo, cientistas se entreguem à busca de uma melhor compreensão dos mecanismos que levam às sensações dolorosas e de novas formas de intervir nesse processo quando ele se torna prejudicial. Se por um lado ainda há muito o que ser descoberto, por outro, os avanços da ciência já são capazes de garantir a uma boa parcela desses pacientes a possibilidade de uma vida sem dor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Marisa e Reinaldo estão sendo estudados. Eles não sentem dor&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_8" o:spid="_x0000_s1032" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img3.jpg" style='position:absolute; margin-left:-14.25pt;margin-top:415.2pt;width:442.5pt;height:292.5pt; z-index:3;visibility:visible;mso-wrap-style:square;mso-wrap-distance-left:9pt; mso-wrap-distance-top:0;mso-wrap-distance-right:9pt; mso-wrap-distance-bottom:0;mso-position-horizontal:absolute; mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical:absolute; mso-position-vertical-relative:text'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image004.jpg"  o:title=" img3"/&gt;  &lt;w:wrap type="square"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_9" o:spid="_x0000_s1031" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img.jpg" style='position:absolute;margin-left:-8.95pt;margin-top:2.6pt;width:282.75pt; height:217.55pt;z-index:2;visibility:visible;mso-wrap-style:square; mso-wrap-distance-left:9pt;mso-wrap-distance-top:0;mso-wrap-distance-right:9pt; mso-wrap-distance-bottom:0;mso-position-horizontal:absolute; mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical:absolute; mso-position-vertical-relative:text'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image005.jpg"  o:title=" img"/&gt;  &lt;w:wrap type="square"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Pode parecer paradoxal, mas algumas das respostas têm sido dadas a partir de pesquisas com pessoas que simplesmente não sentem dor. Trabalho desse gênero está sendo realizado no Centro de Dor do Hospital das Clínicas de São Paulo (HC-SP). Entre os indivíduos estudados estão os irmãos Marisa Helena, 24 anos, e Reinaldo Martins, 30 anos. Os dois moram em Angatuba (SP). Suas histórias evidenciam a importância da dor para garantir uma vida segura. Mãe de duas meninas, Marisa precisou ser acordada durante seu segundo parto: o bebê já estava nascendo, e ela permanecia dormindo. Reinaldo teve de amputar a perna após uma grave inflamação no joelho. Ele não sentiu os tecidos infeccionarem. Até coisas banais, como comer, oferecem risco. Eles não percebem, por exemplo, quando põem um alimento muito quente na boca e só sabem que morderam a língua quando sai sangue. Sem o aviso da dor, os tecidos do corpo de Marisa e Reinaldo estão constantemente ameaçados. É preciso uma rotina de cuidados redobrados que inclui uma inspeção diária em busca de possíveis lesões. Quando a ameaça não está visível, o problema fica mais sério. No último mês, Marisa foi ao hospital após sentir febre por dias seguidos. Nada lhe doía. Os exames, porém, revelaram uma infecção urinária e um cálculo biliar. “Eu queria sentir dor, mesmo que fosse um pouquinho”, diz a agricultora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;A investigação com os dois irmãos rendeu informações importantes. Soube-se que eles são portadores de uma alteração genética que atinge os canais de sódio presentes nos nervos periféricos. Esses canais são espécies de fechaduras existentes na superfície das células (receptores) cuja função, nesse caso, é a de permitir a entrada do mineral dentro das estruturas. A mutação genética prejudica seu funcionamento. “E isso impede a transmissão dos estímulos dolorosos”, explica Daniel Campi, coordenador do centro de estudo do HC-SP.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A constatação confirma que um dos caminhos que devem ser investigados é exatamente esse, o dos receptores envolvidos no processamento da dor. Eles são diversos e, quando funcionam de modo descompassado, geram sofrimento. Até os anos 1990, era conhecido apenas o papel dos receptores de opioides – substâncias analgésicas. De lá para cá, a lista cresceu, com a inclusão dos canais de cálcio, por exemplo, e, também recentemente, dos receptores canabinoides. Assim como os opioides, eles têm efeito analgésico. Se há problemas nessas portas de entrada das células, pode-se ter maior sensibilidade à dor.&lt;br /&gt;A descoberta dessa gama de receptores deu origem a uma nova forma de tratamento. Hoje, em casos de dor neuropática (originada no sistema nervoso), é possível usar anticonvulsivantes, como a gabapentina, que agem sobre os canais de cálcio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O problema é que essas medicações atuam sobre vários receptores celulares, não apenas sobre os relacionados à dor. Por isso, muitos pacientes sofrem efeitos colaterais como sonolência, fadiga e ganho de peso. Felizmente, há iniciativas para acabar com problemas desse tipo. Na University British Columbia, no Canadá, os cientistas trabalham na criação de uma droga que atue apenas sobre a fechadura desejável. Eles estão na última fase das pesquisas em humanos para testar uma terapia que bloqueia os canais de cálcio tipo N, um dos responsáveis por controlar como o estímulo doloroso chega ao cérebro. “Esperamos maior efetividade e menos efeitos indesejados”, disse à ISTOÉ Terrance Snutch, líder do estudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-fareast-language: PT-BR; mso-no-proof: yes;"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_7" o:spid="_x0000_i1025" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img4.jpg" style='width:412.8pt;height:252pt;visibility:visible;mso-wrap-style:square'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image007.jpg"  o:title=" img4"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pelo mesmo caminho segue o estudo de Marcus Vinícus Gomez, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais. No caso brasileiro, a solução vem do reino animal: Gomez está trabalhando uma toxina purificada extraída de uma aranha (a Phoneutria nigriventer). Inspira-se em outra toxina hoje já transformada em medicamento, o ziconotide, produzido a partir de uma substância extraída de um caramujo marinho e considerado o maior avanço dos últimos 20 anos no tratamento da dor neuropática grave. “Em modelos animais, demonstramos que a toxina induz boa analgesia.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quando comparado à morfina, o composto da aranha apresenta um bloqueio da dor mais eficiente, um tempo de ação seis vezes maior e a vantagem de, ao contrário da morfina, não criar tolerância – fenômeno pelo qual as doses do medicamento precisam ser constantemente aumentadas para garantir resultados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O impacto da genética também tem ganhado destaque. Os estudos recentes demonstram que algumas pessoas não produzem as substâncias moderadoras da dor – espécies de analgésicos naturais fabricados pelo nosso organismo – em razão de problemas nos genes responsáveis por determinar sua fabricação. “A identificação desses genes possibilita a busca por terapias que atuem diretamente sobre eles”, diz Fabíola Minson, coordenadora da equipe de tratamento da dor do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. Um exemplo é o gene PENK, responsável pela produção do composto analgésico encefalina. Na Universidade de Michigan (EUA), pesquisadores conduzem um trabalho em humanos cujo objetivo é restaurar o funcionamento correto do gene em indivíduos nos quais ele não atua como deveria.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na verdade, o que os estudos demonstram de forma evidente é que as origens da dor crônica são complexas. “Não existe apenas uma causa nem um tratamento único e eficaz para todos os casos”, afirma Karine Leão Ferreira, diretora da Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor. Nessa linha de raciocínio, um dos achados mais interessantes diz respeito ao peso das atitudes e dos sentimentos na maneira como sentimos a dor e reagimos a ela. Levar em conta esses componentes tem-se mostrado essencial para compreender por que alguns sofrem mais do que outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos recentes lançam luz sobre essa área. O primeiro, feito no Hospital Universitário de Split, na Croácia, mostra como os exemplos interferem no modo como cada um reage à dor. Analisando 285 voluntários – entre pacientes de dor crônica, seus cônjuges e filhos adultos –, os pesquisadores observaram que a maneira pela qual os filhos respondem à dor é influenciada pela forma com que os pais reagem. Quanto mais eles supervalorizam o problema, mais dor o outro relata. Quanto menos importância dão ao caso, mais rápido o desconforto passa. “Isso confirma que o modelo de dor é biopsicossocial e que apenas termos biológicos ou médicos não a explicam”, disse à ISTOÉ Lívia Puljak, vice-reitora de pesquisa da universidade croata.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt; Na Universidade de Queensland, na Austrália, os cientistas demonstraram que o ser humano pode interpretar a dor como uma espécie de penitência. Os voluntários tinham de pôr a mão em um balde com gelo. Quando imaginavam situações em que se sentiam culpados, resistiam por mais tempo ao frio. Para os pesquisadores, quando as pessoas se sentem culpadas, são capazes de se submeter à dor como forma de provação. Isso, como mostrou o estudo, as faz sentir menos culpadas pelo erro cometido. “Aprendemos desde cedo que a dor pode ser usada para significar conceitos abstratos, como o de punição”, disse à ISTOÉ Brock Bastian, líder da pesquisa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;Parte dessa conexão pode ser explicada pelo fato de que o processamento da dor e das emoções passa quase que pelos mesmos circuitos cerebrais. “Há evidências de que a dor causada por uma rejeição, por exemplo, ativa as mesmas áreas do cérebro que a dor física”, explica Bastian. Não é por outra razão que hoje a ciência aprofunda os estudos nesse campo e busca, nos sentimentos, uma terapia complementar contra o sofrimento. Na Universidade de Stanford (EUA), os pesquisadores apostam no poder do amor. De acordo com pesquisa da instituição, sentimentos apaixonados, fortes, trazem alívio, e em uma intensidade semelhante à proporcionada por analgésicos. “Quando a pessoa está nesse estado de paixão, há alterações que terão impacto na sua experiência de dor”, disse Sean Mackey, coordenador do trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_5" o:spid="_x0000_s1029" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img7.jpg" style='position:absolute;margin-left:-7.5pt; margin-top:102.85pt;width:480pt;height:462pt;z-index:5;visibility:visible; mso-wrap-style:square;mso-wrap-distance-left:9pt;mso-wrap-distance-top:0; mso-wrap-distance-right:9pt;mso-wrap-distance-bottom:0; mso-position-horizontal:absolute;mso-position-horizontal-relative:text; mso-position-vertical:absolute;mso-position-vertical-relative:text'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image009.jpg"  o:title=" img7"/&gt;  &lt;w:wrap type="square"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Para realizar o experimento, os cientistas selecionaram 15 estudantes que se confessaram apaixonados e cujas relações não tinham mais do que nove meses de duração. Os voluntários foram submetidos a dois tipos de testes. No primeiro, olhavam para uma foto da pessoa amada enquanto recebiam um estímulo doloroso. No segundo, em vez da foto, eram estimulados a pensar em algo diferente, para se distrair enquanto sentiam dor. Nos dois, suas reações cerebrais eram acompanhadas por exames de imagem.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;As duas estratégias aliviaram o desconforto. Mas, enquanto a distração acionou uma área do cérebro relacionada à cognição, o amor estimulou a atuação das regiões associadas à recompensa. “Parece que ele tem ação sobre áreas primitivas, ativando estruturas mais profundas que podem bloquear a dor em níveis similares aos produzidos pelos analgésicos opioides”, explicou à ISTOÉ Jarred Younger, um dos responsáveis pela pesquisa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if gte vml 1]&gt;&lt;v:shape id="Imagem_x0020_4" o:spid="_x0000_s1028" type="#_x0000_t75" alt="Descrição: img8.jpg" style='position:absolute; margin-left:-4.5pt;margin-top:3.45pt;width:515.25pt;height:671.5pt;z-index:6; visibility:visible;mso-wrap-style:square;mso-wrap-distance-left:9pt; mso-wrap-distance-top:0;mso-wrap-distance-right:9pt; mso-wrap-distance-bottom:0;mso-position-horizontal:absolute; mso-position-horizontal-relative:text;mso-position-vertical:absolute; mso-position-vertical-relative:text'&gt;  &lt;v:imagedata src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image010.jpg"  o:title=" img8"/&gt;  &lt;w:wrap type="square"/&gt; &lt;/v:shape&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !vml]--&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Um desafio que permanece a instigar os especialistas é a criação de formas mais eficazes de diagnóstico. Um estudo publicado no último mês, realizado por meio de uma parceria entre a Universidade de Stanford e o Hospital Mãe de Deus, de Porto Alegre, revelou bons resultados com a combinação de um equipamento já existente (o PET/CT, usado para o diagnóstico por imagem) com uma substância de contraste conhecida como fluoreto, capaz de sinalizar as áreas em que há inflamação ou alteração óssea. “O método permite enxergar exatamente por que dói e onde dói”, explica o radiologista Marcelo Abreu, do hospital gaúcho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Outra novidade, disponível no HC-SP, é o aparelho que localiza o nervo cuja&amp;nbsp;comunicação com o cérebro está alterada, o que ajuda na intervenção terapêutica.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tratar a dor traz alívio e reduz a chance de sequelas difíceis de apagar. Quando crônica, ela pode causar a perda de neurônios nas regiões responsáveis por seu processamento, o que prejudica inclusive nossa forma de lidar com as emoções. “Essas mudanças predispõem o paciente a desenvolver deficiências cognitivas, ansiedade e depressão”, disse à ISTOÉ Laura Stone, da Universidade McGill, no Canadá. Mas um trabalho do qual a pesquisadora participou trouxe uma boa notícia: as alterações cerebrais desaparecem com o tratamento certo, mesmo que a dor tenha durado muito.“Tivemos voluntários que sofriam havia mais de 20 anos”, conta Laura. “E o cérebro se recuperou, apesar do longo tempo.” Para a especialista, essa descoberta traz uma importante mensagem a médicos e pacientes. “Nunca é tarde demais para tratar a dor.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;REVISTA ISTO É DE 01/07/2011&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-7753817707084421544?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7753817707084421544'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/7753817707084421544'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/07/superacao-da-dor.html' title='A superação da dor'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-8064414269936316969</id><published>2011-07-02T22:57:00.002-03:00</published><updated>2011-07-02T23:05:57.747-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícias'/><title type='text'>Como a idade faz nosso cérebro florescer</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A ciência conseguiu identificar a base neurológica da sabedoria. A partir da meia-idade as pessoas podem até esquecer nomes, mas tornam-se – acredite – mais inteligentes&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;MARCELA BUSCATO. COM BRUNO SEGADILHA E TERESA PEROSA&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Revista Época - 02/07/2011 págs.3 à 5&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir de um certo momento da vida, que, para a maioria de nós, começa depois do aniversário de 40 anos, a grande questão neurológica se resume a uma pergunta: aonde diabos foram parar todos os nomes que eu esqueço? No início, desaparece o nome de uma atriz famosa. Depois, some o nome dos filmes que ela fez. Mais adiante, você não consegue achar no mar de neurônios o nome do famoso marido dela, muito menos o do outro ator, manjadíssimo, com quem ela contracenou em seu trabalho mais célebre. A débâcle ocorre no almoço de domingo em que você se percebe, diante da cara divertida de seus filhos, tentando explicar: “Aquele filme, com aquela atriz australiana, casada com aquele outro ator...”.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa, você já sabe – ou vai descobrir dentro de algumas décadas –, é a parte chata de um cérebro que bateu na meia-idade. Ela vem junto com muitas piadas e uma dose elevada de ansiedade em relação ao futuro. O que você não sabe, mas vai descobrir nas próximas páginas, é que existe outro lado, inteiramente positivo, das transformações cerebrais trazidas pelo tempo. “Conforme envelhecemos, o cérebro se reorganiza e passa a agir e pensar de maneira diferente. Essa reestruturação nos torna mais inteligentes, calmos e felizes”, diz a americana Barbara Strauch, autora deO melhor cérebro da sua vida. O livro, recém-lançado no Brasil pela editora Zahar, reúne argumentos que fazem a ideia de envelhecer – sobretudo do ponto de vista intelectual – bem menos assustadora do que costuma ser.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Editora de saúde do jornal The New York Times, um dos mais influentes dos Estados Unidos, Barbara resolveu investigar o que estava acontecendo com seu cérebro. Aos 56 anos, estava cansada de passar pela vergonha de encontrar um conhecido, lembrar o que haviam comido na última vez em que jantaram juntos, mas não ter a mínima ideia de como se chamava o cidadão. Queria entender por que se pegava parada em frente a um armário sem saber o que tinha ido buscar. Barbara não entendia como o mesmo cérebro que lhe causava lapsos de memória tão evidentes decidira, nos últimos tempos, presenteá-la com habilidades de raciocínio igualmente surpreendentes. Ela sentia que, simplesmente, “sabia das coisas”, mas, ao mesmo tempo, se exasperava com a quantidade imensa de nomes e referências que pareciam estar sumindo na neblina da memória. Como pode ser?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;A capacidade de manter informações enraizadas em nossa&amp;nbsp;mente não sofre dano algum com a passagem do tempo&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É provável que essa mesma pergunta já tenha passado pela cabeça de muitos que chegaram aos 40 anos rumo às fronteiras da meia-idade, um período cada vez mais dilatado em que podemos passar um tempo enorme de nossa existência. Com o aumento da expectativa de vida, a fase intermediária da vida, entre os 40 e os 68 anos, tornou-se uma espécie de apogeu. Nesses anos é possível aliar o vigor reminiscente da juventude à sabedoria da velhice que se insinua – desde que se saiba identificar, e abraçar, as mudanças que acometem o cérebro maduro. Ele já não é o mesmo que costumava ser. Mas as mudanças o transformaram num instrumento melhor. “Para o ignorante, a velhice é o inverno; para o sábio, é a estação de colheita”, diz o Talmude.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A jornalista Marília Gabriela, considerada a melhor entrevistadora do país, é especialista nas delícias e nos suplícios de um cérebro de meia-idade: “Eu não sei se é a idade ou se é o excesso de informações, mas eu esqueço o que as pessoas me dizem”. Aos 63 anos, Gabi, como é mais conhecida, pode até se esquecer de detalhes de conversas, mas mantém o raciocínio afiado para encurralar políticos e celebridades nos três programas apresentados por ela semanalmente. “Hoje, sou capaz de fazer análises rápidas sobre aspectos que as pessoas nem precisam me explicar”, afirma. “Leio nas entrelinhas, pego pelo olhar.”&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A nova ciência do envelhecimento, retratada por Barbara em seu livro, conseguiu decifrar o caráter das mudanças por trás dessas percepções aparentemente contraditórias. Os pesquisadores aproveitaram a popularização das técnicas de ressonância magnética – nos últimos 15 anos, o número de estudos aumentou dez vezes – para flagrar o cérebro em pleno funcionamento. Eles descobriram que, sim, há um desgaste natural das células nervosas como se pensava. Mas ele é localizado e circunscrito, assim como seus prejuízos à mente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um estudo feito pela equipe do neurocientista americano John Morrison, da Escola de Medicina Monte Sinai, em Nova York, analisou o que acontece com alguns pequenos botões localizados no corpo dos neurônios. Eles ajudam a captar as informações. Os cientistas descobriram que apenas um tipo desses botões sofre com o envelhecimento. São os menores, envolvidos no processamento de novas informações – onde parei o carro, onde estão as chaves ou como chama a nova namorada do meu amigo? Quase 50% desses receptores perdem a atividade. Mas outro tipo, encarregado de lembrar de grandes acontecimentos e de informações enraizadas em nossa mente, como habilidades profissionais, não sofre dano algum.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se alguns neurônios podem ser danificados pelo tempo, há outros – até mesmo regiões inteiras do cérebro – que passam a funcionar melhor. “O raciocínio complexo, usado para analisar uma situação e encontrar soluções, é aprimorado”, diz o psiquiatra americano Gary Small, diretor do Centro de Envelhecimento da Universidade da Califórnia em Los Angeles.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos 49 anos, o artista plástico Vik Muniz está no auge de sua carreira. O sucesso, claro, é consequência da carreira produtiva iniciada aos 20 anos. Mas as habilidades aprimoradas por seu cérebro ao longo dos anos também têm seu quinhão de influência sobre o sucesso recente. Em 2008, foi o primeiro brasileiro a organizar uma mostra no museu de arte moderna de Nova York, o MoMa. Em 2007, começou o projeto Fotografias do Lixo no Jardim Gramacho, uma comunidade de catadores de lixo no Rio de Janeiro. Muniz recriou os personagens que encontrou e produziu algumas de suas mais belas obras. O processo de trabalho foi filmado e virou o documentário Lixo extraordinário, que concorreu ao Oscar da categoria neste ano. “Agora, sou uma pessoa mais focada e objetiva. Vou diretamente aos assuntos, não tenho tempo a perder”, diz Muniz. “Em poucos minutos de conversa já sei, por exemplo, com quem conseguirei desenvolver uma relação mais íntima.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um casal de pesquisadores comprovou o que Barbara, Gabi e Muniz sentem na prática. Os psicólogos americanos Warner Schaie e Sherry Willis, professores da Universidade de Washington, criaram em 1956 um projeto de pesquisa para acompanhar o desenvolvimento de 6 mil voluntários durante décadas. Esse tipo de estudo é o mais preciso que existe, uma vez que permite aos cientistas avaliar quanto uma pessoa amadureceu emocionalmente e quais habilidades cognitivas aprimorou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A cada sete anos, Warner e Sherry submetiam os voluntários a uma bateria de testes de inteligência. Eles tinham de responder a questões que mediam a habilidade verbal (encontrar sinônimos para uma palavra), a memória verbal (lembrar palavras lidas em uma lista), a orientação espacial (virar símbolos e objetos), a capacidade de resolver problemas (completar sequências lógicas) e a habilidade numérica (problemas de adição e subtração).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Entre os 40 e os 60 anos, as habilidades verbal&amp;nbsp;e de resolução de problemas melhoram muito&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A compilação de anos de estudo mostrou que os voluntários tiveram melhor desempenho em três habilidades – verbal, espacial e resolução de problemas – entre os 1940 anos e 1960 anos. Após esse período, havia um declínio nítido na pontuação dos voluntários. Mas cada pessoa apresentava um declínio maior em uma ou duas habilidades, nunca em todas as cinco.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No auge da vida&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisadores acompanharam 6 mil voluntários por 50 anos. Descobriram que habilidades associadas à inteligência chegam ao ápice na meia-idade&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As transformações do cérebro que explicam a melhora das habilidades cognitivas durante a meia-idade estão entre as descobertas mais interessantes da ciência nos últimos tempos. Elas revelam as origens biológicas da sabedoria trazida pela maturidade. Os cientistas descobriram que a facilidade para raciocínios complexos pode ser explicada por mudanças físicas no cérebro. A camada de mielina, um tipo de gordura que reveste as células nervosas e faz com que as informações viagem mais rápido, aumenta progressivamente com o passar dos anos e atinge seu pico por volta dos 50 anos. “No começo da vida, os circuitos motores e os encarregados pela fala recebem a maior parte da mielina”, diz o neurologista George Bartzokis, pesquisador da Universidade da Califórnia, responsável pela descoberta. “À medida que envelhecemos, os circuitos que permitem analisar contextos e que nos fazem ficar mais espertos são os que recebem mais mielina.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os pesquisadores também descobriram que, conforme envelhecemos, mudamos o padrão de ativação cerebral. Isso significa que acionamos áreas diferentes das usadas anteriormente para fazer as mesmas tarefas. A região frontal do cérebro, encarregada da racionalidade, passa a concentrar a maior parte das atividades. A área posterior da cabeça, onde estão algumas das estruturas ligadas a nossas respostas emocionais, é acionada com menos frequência. Outra mudança significativa: para realizar a mesma tarefa de adultos jovens (de até 30 anos), os mais velhos usam mais áreas do cérebro. Em vez de usar regiões de apenas uma metade do cérebro, passam a usar as duas. Os cientistas ainda não estão certos sobre o que essas mudanças representam. Há duas possibilidades. A primeira, menos agradável, é que o cérebro esteja ficando velho a ponto de não reconhecer mais as áreas encarregadas de cada atividade. A segunda hipótese é mais reconfortante: o cérebro pode, sim, estar ficando velho. Mas, ao redirecionar funções para áreas diferentes e para mais regiões, dá mostras de que é capaz de se adaptar e manter seu bom funcionamento.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Não sabemos qual das duas hipóteses é verdadeira”, diz a neurocientista Cheryl Grady, pesquisadora da Universidade de Toronto, no Canadá, e uma das primeiras a notar mudanças no padrão de ativação. “Provavelmente, as duas estão certas. Para algumas tarefas, o cérebro pode perder a precisão. Para outras, pode usar mecanismos compensatórios.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É irresistível pensar que, talvez, a superativação do cérebro, representada pelo uso simultâneo de várias áreas, possa estar por trás das melhoras de raciocínio relatadas por quem está na meia-idade – e comprovadas pelos pesquisadores. Os cientistas descobriram que um sistema muito especial do cérebro, formado por circuitos localizados em camadas profundas do órgão, está constantemente ativado nos adultos de meia-idade. O sistema, chamado de modo- padrão, é usado nos momentos de reflexão, quando pensamos sobre o que aconteceu recentemente, fazemos balanços e traçamos planos para nós mesmos. Os pesquisadores concluíram que os adultos simplesmente não conseguem desligar o modo-padrão, algo que os jovens fazem quando estão envolvidos em uma tarefa. Os adultos, mesmo quando estão concentrados, continuam o bate-papo interno com eles mesmos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O modo-padrão do cérebro ainda é um completo mistério”, diz a neurocientista Patricia Reuter-Lorenz, pesquisadora da Universidade de Michigan. Estar em constante reflexão pode nos tornar distraídos, mas também pode ajudar a ter boas ideias. Isso explicaria por que adultos de meia-idade têm o raciocínio afiado, embora não lembrem onde puseram a carteira.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O cérebro de meia-idade pode ganhar habilidades surpreendentes conforme envelhecemos, mas isso não acontece com todos. Os cientistas perceberam que só os adultos que sempre tiveram hábitos saudáveis e vida intelectual ativa apresentaram a superativação. Há indícios de que a prática frequente de exercícios físicos promove o nascimento de novos neurônios em uma região do cérebro associada à memória. E atividades que desafiam o cérebro, como aprender uma nova língua ou até mesmo exercícios de memória, evitam que áreas do cérebro “enferrugem”. É como se essas atividades criassem uma reserva de neurônios que pode ser usada pelo cérebro quando ele entra em declínio. “Se a pessoa conseguiu criar uma boa reserva, é provável que tenha mais mecanismos para suprir deficiências causadas pelo envelhecimento”, diz o neurologista Ivan Okamoto, pesquisador do Instituto da Memória da Universidade Federal de São Paulo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Adultos que têm hábitos saudáveis e mente ativa&amp;nbsp;mostram cérebro de alto desempenho na meia-idade&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há poucos anos, a meia-idade costumava ser considerada uma fase de crises, desencadeadas pela percepção dos primeiros lapsos de memória. Eles seriam sinal inequívoco da aproximação da velhice e, consequentemente, da morte. A percepção da brevidade da vida despertaria um conjunto de comportamentos chamado pelo psicólogo canadense Elliott Jaques de crise da meia-idade – sim, a famosa. Entre os sintomas descritos por Jaques no artigo de 1965 que deu origem ao termo estão “preocupação doentia com a saúde e a aparência”, “promiscuidade sexual” e “ausência de verdadeiro prazer em viver”. Esse tipo de comportamento pode ser facilmente encontrado entre pessoas de meia-idade, mas o conceito não tem base científica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jaques propôs sua teoria ao analisar casos de artistas que teriam mudado o estilo de suas obras após os 40 anos – um grupo pequeno e específico demais. Um dos estudos mais abrangentes a averiguar o nível de bem-estar nessa fase da vida mostrou que a maioria das pessoas se diz mais feliz do que antes. Segundo levantamento com 8 mil americanos da Fundação MacArthur, instituição privada de fomento à pesquisa nos Estados Unidos, apenas 5% dos entrevistados apresentavam reclamações. E, mesmo entre esses, a maioria já enfrentara problemas semelhantes em outras épocas – o que isentaria a culpa da meia-idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aos 52 anos, o físico Marcelo Gleiser, professor do Dartmouth College, nos Estados Unidos, diz ter encontrado serenidade, e não angústia. “Quando você fica mais velho, torna-se mais calmo e seguro”, afirma. Ele diz ser capaz de escolher desafios com mais critério, para concentrar tempo e energia em problemas que possa resolver. “Conhecer os próprios limites dá paz de espírito.” Os estudos de neurociência sugerem que essa pacificação interior também está relacionada a alterações do cérebro. A equipe da psicóloga Mara Mather, da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou imagens tristes e repulsivas a voluntários maduros e a jovens. Concluiu que nos mais velhos a área do cérebro responsável pelas emoções reagia menos às figuras negativas. Concluiu que era um sistema de proteção. O cérebro parecia escolher dar menos atenção ao lado ruim da vida. Há nisso mais inteligência e sabedoria do que um cérebro jovem talvez seja capaz de perceber.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;F&lt;b&gt;ontes: Schaie, K. W. &amp;amp; Zanjani, F. (2006). Intellectual development across adulthood, In c. Hoare (Ed.), Oxford handbook of adult development and learning. (pp. 99-122) New York: Oxford University Press&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 12.0pt; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;v:shape alt="Descrição: reprodução/Revista Época" id="Imagem_x0020_2" o:spid="_x0000_i1025" style="height: 127.8pt; visibility: visible; width: 487.8pt;" type="#_x0000_t75"&gt;  &lt;v:imagedata o:title="Revista Época" src="file:///C:\Users\User\AppData\Local\Temp\msohtmlclip1\01\clip_image002.jpg"&gt; &lt;/v:imagedata&gt;&lt;/v:shape&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Tahoma, sans-serif; font-size: 9pt;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22.5pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 22.5pt; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-8064414269936316969?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8064414269936316969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8064414269936316969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/07/como-idade-faz-nosso-cerebro-florescer.html' title='Como a idade faz nosso cérebro florescer'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-5811577975768766566</id><published>2011-06-30T13:56:00.000-03:00</published><updated>2011-06-30T13:56:25.055-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informação'/><title type='text'>A doença invisível</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.jb.com.br/"&gt;Jornal do Brasil&lt;/a&gt;/Gláucio Soares*&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O médico Richard Besdine escreveu um pequeno artigo chamado Late-Life Depression: Coming Out of the Shadows no início do ano. A versão AOL do artigo começa perguntando se você pode resolver uma charada: o que é que afeta um em cada cinco americanos, aumenta o risco de morte e de incapacitação e duplica seus gastos com a saúde?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muitos pensam em câncer ou doenças do coração, mas a resposta é dupla: depressão e coração. Essas duas doenças têm muito em comum:&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Muitas vezes não são notadas e, com menor freqüência são diagnosticadas;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Com menor freqüência ainda, são tratadas;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;• Essas deficiências na detecção e tratamento são ainda mais graves entre os idosos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O pior inimigo das pessoas com depressão é tanto cognitivo quanto atitudinal. A maioria dos brasileiros não sabe o que é depressão. Outra grande ameaça vem da “normalização”, de achar que é normal que idosos e/ou doentes estejam deprimidos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta incompreensão do que é depressão, do que é doença e do que são a Terceira e a Quarta idades permite muito sofrimento e muitas mortes, além do absolutamente inevitável. Os brasileiros poderiam sofrer e morrer menos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há dúvida de que alguns aspectos da velhice, como o aumento das doenças crônicas, a morte (com efeito cumulativo) de parentes e amigos, e o crescente número de atividades que não podem mais ser feitas levam muitos a achar que é normal que os “velhos” sejam deprimidos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, olha a surpresa: pessoas mais jovens sofrem de depressão com maior freqüência e intensidade do que os idosos. E, acredite ou não, os idosos desenvolveram maneiras mais numerosas e eficientes de lidar com problemas que poderiam causar depressão. Um dado: a pobreza pode multiplicar a depressão tanto em idosos quanto na população jovem e adulta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que provoca a depressão? Uma surpresa: pesquisadores na Washington University School of Medicine em St. Louis e no King's College em Londres chegaram à mesma conclusão: geneticamente, há uma combinação no DNA no cromossoma 3 associado com a depressão.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma de cada cinco pessoas padece de depressão séria na vida. O que diferencia a que padece das outras quatro? A análise da família revelou um histórico de depressão em muitos dos que enfrentaram essa doença, mas em poucos dos que não a enfrentaram. Há uma região no DNA com noventa genes onde parece que essa predisposição se origina.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, cuidado: muitos com predisposição genética não se deprimem e alguns sem ela ficam deprimidos. Não são populações “determinadas” pela genética a ter ou a não ter a depressão. Esses dois artigos acabam de ser publicados no American Journal of Psychiatry.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A “normalização” da depressão mata muita gente, não apenas através do suicídio, talvez a primeira causa que venha à cabeça de muita gente, não é a mais importante. Quem teve um ataque cardíaco e sofre com uma depressão tem um risco de morte quatro vezes maior do que os que também tiveram um ataque cardíaco, mas não sofrem (ou sofreram e já controlaram) de uma depressão. Quatro vezes, 400%, não é pouco.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E há custos: no Brasil, os pobres que padecem de depressão raramente são tratados e sofrem e morrem como moscas. Nos Estados Unidos, onde uma proporção mais elevada recebe tratamento, o custo da depressão anda beirando os cem bilhões de dólares por ano – bilhões mesmo, não milhões. O equivalente à soma do PIB da Bolívia, do Equador e do Paraguai!!!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É melhor começar a enxergar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;* Cientista político (Iesp/Uerj)&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-5811577975768766566?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5811577975768766566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5811577975768766566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/06/doenca-invisivel.html' title='A doença invisível'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-624891696210918105</id><published>2011-06-16T20:29:00.000-03:00</published><updated>2011-06-16T20:29:51.058-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos para profissionais e cuidadores de idosos'/><title type='text'>Passos incertos</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REVISTA FAPESP - Ciência| Epidemiologia - Maria Guimarães Edição Impressa 172 - Junho 2010&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Novos estudos mostram como detectar e reduzir o risco de quedas em idosos  Uma queda é um indício de que a pessoa pode cair outra vez  A maior ameaça à saúde e à vida dos idosos circula dentro de casa e nas ruas, sobretudo pela manhã e à tarde. São os tombos, responsáveis por 61% das admissões em pronto-socorro de pessoas com mais de 60 anos, de acordo com dados de 2007 do Ministério da Saúde. As quedas são um drama comum entre idosos, mas costumam ser vistas pelo resto da sociedade como inerente ao avanço da idade. As consequências são sérias demais, porém, para que o problema não seja tratado como questão primordial de saúde pública. Por volta de 16% das quedas causam fraturas, e a cada quatro idosos internados para cirurgia no fêmur um morre no prazo de um ano, de acordo com o reumatologista Marcelo Pinheiro, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), um dos coordenadores do Estudo Brasileiro sobre Osteoporose (Brazos), o primeiro a avaliar a extensão do problema no país. Felizmente, uma série de estudos vem mostrando que exercícios simples podem evitar boa parte desses acidentes e de fato melhorar a qualidade do período da vida que alguns preferem chamar de “melhor idade”. As consequências mais sérias das quedas se devem à osteoporose, a perda gradual de densidade óssea que amea­ça sobretudo as mulheres. Ela pode ser a causa inicial da queda – algo aparentemente banal como um movimento súbito estilhaça o fêmur e a pessoa cai muitas vezes sem saber por quê. Mas em mais de 90% dos casos de fratura associada a quedas o tombo é a causa da fratura, e não vice-versa, de acordo com Pinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando em conta questionários respondidos em 2006 por 2.420 pessoas com mais de 40 anos, o Brazos avaliou quedas recorrentes e fraturas em 150 cidades das cinco re­giões brasileiras. Além da prevalência da osteoporose e de suas consequências, os resultados mostram também  a desinformação sobre o assunto. Entre os adultos entrevistados, 15% dos homens e 30% das mulheres que já haviam sofrido fraturas tinham um histórico compatível com a osteoporose, mas 85% deles e 70% delas não estavam informados sobre a doença. “Muitas vezes a fratura é tratada e não se faz a densitometria para avaliar o estado dos ossos”, conta Pinheiro. Com base no conhecimento acumulado por outros estudos e nos indícios clínicos, os pesquisadores do Brazos estimam uma prevalência de osteoporose muito maior do que a relatada nos questionários, de acordo com artigos publicados recentemente nos Arquivos Brasileiros de Endocrinologia &amp;amp; Metabologia e nos Cadernos de Saúde Pública. O problema se torna ainda mais alarmante diante das projeções de aumento na população idosa brasileira ao longo das próximas décadas. De acordo com o Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE), em 2025 o país terá 35 milhões de habitantes com mais de 60 anos de idade, mais de 2 milhões só na cidade de São Paulo. Entre 2000 e 2050, a previsão é que quase triplique a proporção de idosos em relação à população total – passando de 5,1% para 14,2% –, resultado de uma taxa de natalidade decrescente e uma expectativa de vida maior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o reumatologista da Unifesp, outro achado relevante diz respeito à alimentação. Nossa dieta é bastante equilibrada em termos de proteínas, carboidratos e gorduras, mas deixa muito a desejar em micronutrientes e vitaminas. “O brasileiro consome 400 miligramas de cálcio por dia, quando a recomendação internacional é de 1.200 miligramas”, conta. É um problema cultural, mais do que socioeconômico, já que até os mais abastados, das classes A e B, ingerem cerca de metade do cálcio que deveriam. Para Pinheiro, uma estratégia interessante seria fortificar alguns alimentos, como é comum em países como os Estados Unidos, ou fazer suplementação de micronutrientes. Outra deficiência importante, diretamente ligada à incorporação do cálcio nos ossos, é a vitamina D, abundante em peixes como o arenque, o atum e o salmão, além de nozes, amêndoas e azeite. “Comer esses itens é um hábito do hemisfério Norte, aqui consumimos cinco vezes menos do que a recomendação diária, cerca de dois microgramas por dia.” Além da dieta, a produção de vitamina D depende do sol, mas mesmo em países tropicais as pessoas não se expõem o bastante – passam pouco tempo ao ar livre e, quando isso acontece, passam protetor solar com medo dos malefícios dos raios solares, como câncer de pele. “É preciso expor pelo menos os braços e o colo ao sol por no mínimo 20 minutos ao dia, sem protetor solar”, recomenda Pinheiro. O impacto desses tombos e fraturas na qualidade de vida é dramático, conforme mostram dados do Brazos. O que causa a morte, no prazo de um ano, de um quarto dos idosos que fraturam o fêmur são as consequências da internação, como úlceras de pressão (escaras), embolia pulmonar e infecção. Ficar internado também pode causar depressão, abrindo as portas para demências e ampliando a dependência causada pelas limitações físicas. “É como uma panela de pressão”, compara, “a pessoa estava bem e de repente a fratura faz aflorarem os problemas que estavam latentes”. Para prevenir a osteoporose, não basta tratar os idosos. “É uma doença geriá­trica cuja prevenção tem que começar na infância, com dieta correta e atividade física.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brazos, que incluiu adultos a partir dos 40 anos, revelou que os mais jovens não têm consciência do problema iminente e não tomam medidas preventivas. A principal causa dos acidentes que deixam milhares de idosos praticamente inválidos a cada ano, segundo Pinheiro, é o desconhecimento. Além da prevenção, que deveria incluir parar de fumar e de beber álcool e café em excesso, hoje existem tratamentos eficazes para manter a densidade óssea. Em alguns estados, como é o caso de São Paulo, tanto os medicamentos como o exame para diagnosticar a osteoporose – a densitometria óssea – estão gratuitamente disponíveis pelo Sistema Único de Saúde. Fraqueza - Mas diagnosticar e medicar não basta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A osteoporose e a probabilidade de quedas não estão ligadas só pela má sorte – e entender isso pode ser crucial para a prevenção de fraturas. É que a atividade muscular ajuda a manter os ossos saudáveis. E a perda de musculatura associada à osteoporose tem efeitos diretos no equilíbrio, segundo estudo feito pela fisioterapeuta Daniela Abreu, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, publicado on-line em 2009 na Osteoporosis International. “Acreditamos que a perda de músculo se dê junto com a perda óssea”, conjectura Daniela. Ela usou sensores eletromagnéticos para avaliar o equilíbrio de mulheres com osteoporose, com osteopenia – um estágio intermediário de perda óssea – e com ossos íntegros e verificou que quanto mais frágeis os ossos, maior a instabilidade.  © Gabriel Bitar  A osteoporose é uma doença geriátrica cuja prevenção deve começar na infância  “A fraqueza em grupos musculares específicos causa tipos diferentes de instabilidade”, explica Daniela. Mesmo tendo perdido pouco da massa óssea, as mulheres com osteopenia já mostraram uma oscilação para a frente e para trás igual à que o estudo verificou naquelas com osteoporose, e maior do que nas mulheres sem problemas nos ossos. À medida que o osso se degrada, outros músculos também perdem massa, o que dá origem a um ciclo vicioso. De acordo com os sensores, as mulheres com osteo­porose não só balançam para a frente e para trás, mas também para os lados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próximo passo, segundo Daniela, é detalhar quais são os grupos musculares mais afetados para delinear treinamentos de recuperação específicos. Enquanto não se detalha esse mapa dos músculos enfraquecidos, o grupo da reumatologista Rosa Pereira, da Faculdade de Medicina do campus paulistano da USP, comprovou que exercícios físicos de equilíbrio, além de reduzir a incidência de quedas, são eficazes também para melhorar vários aspectos como o bem-estar, as funções físicas e as interações sociais. Durante o trabalho de doutorado, a fisioterapeuta Melisa Madureira desenvolveu um método para melhorar o equilíbrio de pacientes com osteoporose. Com séries de exercícios simples – como andar para a frente, de lado, levantando uma perna e o braço oposto, na ponta dos pés e nos calcanhares –, por 30 minutos uma vez por semana, associadas a alongamento e caminhada, ela já conseguiu melhorar a qualidade de vida e reduzir a incidência de quedas nos 30 pacientes do grupo experimental em relação aos 30 pacientes que não fizeram o treinamento, de acordo com artigo já disponível no site da revista científica Maturitas. Os participantes do estudo também recebiam uma cartilha para fazer os exercícios em casa, melhorando ainda mais os resultados. “Ao contrário de musculação, que requer acompanhamento individualizado, para esse tipo de exercícios não é necessário supervisão constante. Depois de aprendidos, eles podem ser feitos em casa sem problemas”, conta Rosa, que já incluiu a cartilha no atendimento rotineiro aos pacientes do ambulatório de osteoporose do Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas da USP. “Medicar contra osteoporose sem reduzir as quedas não adianta, porque as fraturas continuam acontecendo”, completa. De fato, não adianta se concentrar apenas na osteoporose, já que inúmeros fatores levam aos tombos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um estudo coordenado pelo epidemiologista Evandro Coutinho, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), comparou 250 casos de quedas atendidos em cinco hospitais no Rio de Janeiro a 250 controles com idade, sexo e local de residência semelhantes, e apontou baixo índice de massa corporal, déficit cognitivo, derrames, incontinência urinária, uso de medicamentos benzodiazepínicos e de relaxantes musculares como fatores de risco para quedas com fraturas sérias, segundo artigo de 2008 na BMC Geriatrics. O grupo não levou a osteoporose em conta porque nos hospitais selecionados não era rotineiro diagnosticar a doença. “O mais surpreendente foi detectar o efeito dos relaxantes musculares”, conta Coutinho, “a maior parte dos estudos não leva em conta esse tipo de medicamento”. Esses remédios, muitas vezes prescritos para aliviar dores nas costas dos idosos, podem quadruplicar o risco de quedas. Já os benzodiazepínicos são usados como tranquilizantes, e costumam ser prescritos para quem tem dificuldade de dormir. O problema é que causam tonturas, sonolência e reduzem a força e a contração musculares, duplicando o risco de queda e fratura. “Os idosos têm um metabolismo mais lento, por isso quando acordam ainda sofrem os efeitos da medicação”, explica o epidemiologista, que também se surpreendeu ao verificar que a maior parte dos acidentes acontece de manhã e à tarde e não, como ele esperava, quando a pessoa se levanta no escuro da noite para ir ao banheiro. Para ele, antes de receitar esses tipos de medicamento aos idosos, os médicos deveriam pesquisar melhor as causas das dores e da dificuldade em cair no sono, em vez de só tratar os sintomas. E, completa, hoje existem benzodiazepínicos mais adequados aos idosos, que duram menos tempo no organismo. “A cada 100 idosos, 30 cairão num dado ano”, avalia Coutinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o risco é maior para aqueles que já caíram: 60% dos idosos que caem e se machucam voltarão a cair no prazo de um ano, de acordo com dados levantados pelo projeto Saúde, Bem-Estar e Envelhecimento (Sabe), um estudo que acompanha ao longo do tempo as condições de vida e de saúde dos idosos residentes na cidade de São Paulo. “Uma queda é um indício de que a pessoa pode cair outra vez”, comenta a médica Maria Lúcia Lebrão, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), coordenadora do projeto. Para a pesquisadora da Faculdade de Saúde Pública, é preciso avaliar com cuidado as causas dos tombos para corrigi-las. Muitos idosos sentem tonturas e perdem o equilíbrio mesmo sem obstáculos no caminho. Com menos força muscular e reflexos mais lentos, fica bem mais difícil corrigir posições instáveis e aqueles tropeços que, na juventude, passavam despercebidos. Somam-se a isso fatores ambientais como calçadas irregulares, sapatos que desafiam o equilíbrio e tapetes escorregadios. Iniciado em 2000 (ver Pesquisa FAPESP nº 87), o estudo de que já participaram quase 2.500 pessoas acompanha as tendências do envelhecimento do paulistano e agora inicia sua terceira fase. Dois terços dos entrevistados relataram pelo menos uma queda desde que completaram 60 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto maior a idade, maior o risco de cair, mas o mais surpreendente é que os fatores ambientais são um risco ainda maior do que os anos acumulados: idosos que se mudaram recentemente têm maior risco de cair na casa que conhecem mal do que aqueles que residem há muitos anos no mesmo local e já gravaram na memória os possíveis obstáculos. O estudo mostrou também que um fator importante em torno das quedas é a síndrome da fragilidade, que tanto pode causar tombos como ser consequên­cia deles. A síndrome pode ser identificada quando se observa pelo menos três de cinco sinais: perda de peso sem causa, diminuição da força muscular, fadiga, velocidade cada vez menor na caminhada e baixa na atividade física. Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem da USP, vem analisando essa questão em um subprojeto do estudo Sabe coordenado por ela, em colaboração com Maria Lúcia. A cada seis meses, desde 2008, elas avaliaram idosos a partir dos 75 anos de idade, alternando visitas em domicílio e entrevistas por telefone.  Verificaram que a síndrome da fragilidade é mais presente entre as mulheres – 17,3% delas, ante 12,3% dos homens – e entre os idosos mais longevos. “As mulheres vivem mais tempo do que os homens mas, nesses anos que vivem a mais, muitas delas podem ter uma qualidade de vida pior, uma vez que a sobrevida pode vir acompanhada por períodos de incapacidade”, comenta Maria Lúcia. Segundo a pesquisa, a população paulistana parece estar se fragilizando mais cedo do que se observa em países desenvolvidos, onde a síndrome é mais frequente depois dos 85 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No estudo da USP foi observado que, em São Paulo, a condição muitas vezes já está instalada desde os 65 anos. Será preciso incluir idosos mais jovens na pesquisa para entender melhor como a síndrome se instala nessa população. A fragilidade em si se torna uma limitação séria quando a pessoa não tem forças para manter a rotina normal e leva meia hora para chegar à esquina. Mas a associação com as quedas torna o problema ainda mais grave, sobretudo quando elas resultam em fraturas que exigem cirurgia, hospitalização e imobilização mais prolongada, que contribui para agravar o quadro de fragilidade. “É preciso quebrar esse ciclo”, resume Maria Lúcia, que mantém parcerias com o Ministério da Saúde e com as secretarias correspondentes no estado e no município de São Paulo para, a partir da pesquisa, contribuir para implantar intervenções que ajudem a evitar ou reverter a fragilidade. Academia -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos principais agravantes da predisposição às quedas é a falta de força muscular, de acordo com trabalho de André Rodacki, especialista em biomecânica da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Na caminhada comum, explica o pesquisador, a flexibilidade da musculatura dos quadris é essencial para melhorar o controle das pernas, e a força dos músculos extensores do joelho garante passadas mais largas e firmes. Num estudo com 20 mulheres idosas fazendo exercícios de alongamento direcionados para a região do quadril três vezes por semana, publicado em 2009 na Gerontology, ele mostrou que bastam quatro semanas para melhorar o quanto a pessoa levanta os pés, o tamanho da passada e a velocidade. Já é um belo passo no sentido de reduzir o risco de tombos, mas não o único. Quando se trata de evitar que um molho de chaves caia no chão ou de corrigir um tropeço, é preciso que os músculos sejam capazes de gerar força muito depressa, explica Rodacki. Melhorar essa capacidade, conforme ele mostra este mês na Clinical Biomechanics, envolve treino de potência para os músculos do joelho, fazendo movimentos rápidos num aparelho com pouco peso, um tipo de exercício raramente proposto a idosos. Ele agora vem pesquisando maneiras mais interessantes de manter uma boa caminhada e um bom equilíbrio. “Esses exercícios são eficazes mas são muito chatos”, conta o pesquisador, que espera melhorar a adesão ao programa de exercícios com uma forma especialmente desafiadora de hidroginástica ou dança de salão com coreografias direcionadas. Não limitado a ossos e músculos, o problema chega também à mente e abala a segurança do idoso. O medo de cair faz parte do dia a dia de 42% dos homens e 60% das mulheres com mais de 60 anos, de acordo com resultados do Brazos publicados este ano nos Cadernos de Saúde Pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é à toa: os idosos de fato têm mais dificuldade em integrar as informações do ambiente e correm mais risco de cair, segundo mostrou a fisioterapeuta Mariana Callil Voos na tese de doutorado em neurociência defendida em janeiro pelo Instituto de Psicologia da USP. “Confie na auto-avaliação do idoso”, aconselha a pesquisadora. “A não ser nos casos de demência, ele sabe o risco que corre.” Entre os participantes de seu estudo, aqueles que completaram em menor tempo um teste cognitivo – em que o idoso precisa localizar números e letras impressos numa folha de papel na ordem certa – também se saíram melhor na escala de equilíbrio, que envolve tarefas como girar, ficar de pé e levantar-se, conforme mostra artigo que será publicado em breve no Journal of Geriatric Physical Therapy. Mariana – que trabalha no Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional da USP – também encontrou uma correlação clara entre o medo de cair, medido por um questionário sobre tarefas normais do cotidiano, e dificuldades cognitivas. Além do medo de cair, Mariana percebeu que a escolaridade tem um efeito importante sobre o risco de quedas, conforme indica a dificuldade em completar o teste cognitivo. “A média de escolaridade entre os idosos brasileiros é de aproximadamente quatro anos”, afirma. O estudo mostrou que pessoas com menos anos de estudo têm mais dificuldades em integrar informações, menos memória e coordenação, e portanto um equilíbrio mais precário. Além disso, completa a pesquisadora, elas têm menor poder aquisitivo e acesso mais limitado a serviços de saúde e medicamentos, o que provavelmente agrava o problema. A melhor solução, de acordo com a fisioterapeuta, não é mandar os idosos de volta para a escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela viu que exercícios simples que treinam a integração cognitiva motora – fazer ao mesmo tempo um movimento e prestar atenção em algum ponto no ambiente, por exemplo – tornam os idosos mais ágeis em pouco tempo. Mariana planeja implantar um sistema de visitas em domicílio que ajude as pessoas mais velhas a integrar as informações de seu próprio mundo. Para ela, a proposta é viável até financeiramente. “É muito mais barato para o país fazer uma intervenção pontual uma vez por mês do que manter um idoso hospitalizado com fratura de fêmur.” Um ponto em comum parece reunir pesquisadores de áreas de especialização diversas em torno da mobilidade e equilíbrio dos idosos: andar pela rua, enfrentando calçadas esburacadas e degraus, não precisa ser mais difícil do que uma gincana com obstáculos e trechos percorridos com as pernas enfiadas num saco. Medidas simples e eficazes podem devolver vigor e prazer ao dia a dia depois dos 60 anos.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Artigos científicos&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. VOOS, M.C. et al. Relationship of executive function and educational status with functional balance in older adults. Journal of Geriatric Physical Therapy. no prelo.&lt;br /&gt;2. ABREU, D.C. et al. The association between osteoporosis and static balance in elderly women. Osteoporosis International. no prelo.&lt;br /&gt;3. PINHEIRO, M.M. et al. Risk factors for recurrent falls among Brazilian women and men: the Brazilian Osteoporosis Study. Cadernos de Saúde Pública. v. 26, n. 1, p. 89-96. jan. 2010.&lt;br /&gt;4. BENTO, P. C. B. et al. Peak torque and rate of torque development in elderly with and without fall history&lt;/div&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;span lang="EN-US" style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: normal;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif; font-size: 12pt; line-height: normal;"&gt;Clinical Biomechanics. v. 25, p. 450-4. jun. 2010.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-624891696210918105?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/624891696210918105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/624891696210918105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/06/passos-incertos_16.html' title='Passos incertos'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-9164562296771638805</id><published>2011-05-22T21:01:00.000-03:00</published><updated>2011-05-22T21:01:21.822-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigo'/><title type='text'>AGRESSÃO A PESSOA IDOSA</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small; font-weight: normal;"&gt;VIOLÊNCIA CONTRA A PESSOA IDOSA.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;VIOLENCE AGAINST THE ELDERLY.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;TEIXEIRA, Neliete Aparecida; ZANATTA, Telma Brasil; VILENZA, Ana Carolina  Dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1Discente do Curso de Enfermagem da Universidade Salgado de  Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2Mestre em Enfermagem, Especialista em Saúde Mental, Docente do  Curso de Enfermagem da Universidade Salgado de Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3Mestre em  Enfermagem, Especialista em........, Docente do Curso de Enfermagem da  Universidade Salgado de Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Resumo: A violência contra a pessoa  idosa refere-se a um conjunto de atos como: abusos físicos, psicológicos,  sexuais, abandono, negligências, abusos financeiros e autonegligência. Há também  os casos de maus-tratos em asilos e entidades que atendem idosos. Ao enfrentar  esse tipo de situação, o idoso sente-se só, sem ter como se defender ou alguém  para defendê-lo. Dessa forma, esse estudo faz uma revisão geral sobre a situação  dos idosos em situação de abusos.Objetivo: Relatar os tipos de violência mais  comuns no idoso, o perfil dos agressores, visando um aprimoramento e informação  da equipe de enfermagem para um atendimento digno a esta  população.Metodologia:Estudo bibliográfico descritivo, empregado de coleta de  informações literárias.Resultados: Estudos revelam que a violência contra a  pessoa idosa é multidimensional e expressa uma relação de poder tanto estrutural  institucional como intra-familiar que nega o ser idoso, discrimina a velhice e  se desdobra em desqualificação (violência psicológica), privação de liberdade e  lesões (violência física), privação ou retenção da renda (violência financeira),  negligência, abandono e violência sexual, provocando dano, sofrimento e/ou  prejuízo à essa população.Conclusão:Os atos de violência manifestam-se  principalmente sobre a forma de abandono pela família, institucionalização  forçada, ameaças, chantagem, desvalorização, roubos, abuso de autoridade, abuso  de confiança, agressões físicas e verbais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Palavras-chaves: Idoso,  violência, Agressor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abstract - This work had for objective to tell the  types of more common violence in the aged one, as well as, to identify the  profile of the aggressors; aiming at an improvement and information of the team  of nursing for a worthy attendance to this population. It was based through a  descriptive bibliographical revision, with information of existing literature  already, in the period of 2000 the 2010.  It was observed that the majority of  the aggressions suffered for the aged ones is of the physical type with  emotional and psychological consequences. It was also verified that the  practical one of the same ones, if of the one in its majority for familiar,  being children (), daughter-inlaw, son-in-laws and grandsons (). The aggressors  in its majority make it for financial reasons, being these, using of alcohol,  drugs, etc. In a general analysis, it was we perceive that the aged ones have  distrust in making any type of denunciation, for depending on these under  diverse circumstances and coming to lose the bond with too much members of the  family, social exclusion in its proper homes, loss of the housing, “security”, etc.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Word-keys: Aged, violence, Aggressor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de  Jesus; Teixeira, Neliete Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues; - Violência   contra a  pessoa idosa (2010) 2-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;I. Introdução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O  envelhecimento ativo e saudável consiste na busca pela qualidade de vida por  meio da alimentação adequada, prática regular de exercícios físicos, convivência  social estimulante, busca de atividades prazerosas que atenuem o estresse,  redução dos danos decorrentes do consumo de álcool e tabaco, diminuição da  auto-medicação, etc (CALDAS, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um idoso saudável tem sua autonomia  preservada, tanto na independência física, quanto na psíquica (MENDES, 2001).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A população brasileira vem envelhecendo de forma rápida desde o início da  década de 1960, quando a queda das taxas de fecundidade começou a alterar a sua  estrutura etária, estreitando progressivamente a base da pirâmide populacional  (IBGE, 2000).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Atualmente, os idosos no Brasil representam cerca de 10% da  população geral, o que já o caracteriza como sendo um país de idosos. Além  disso, como em outros países no mundo, existe no nosso país um maior número de  mulheres na faixa etária idosa (IBGE, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa diferença se acentua ainda  mais com o aumento da idade: a razão de sexo é de 118 mulheres para cada 100  homens na faixa etária de 65-69 anos e de 141 para cada cem no grupo de oitenta  anos ou mais (IBGE, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo IBGE, até 2025 o Brasil terá 34 milhões de  habitantes nessa faixa etária, o que o colocará no 6º lugar do ranking.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em  decorrência das alterações normais do organismo devido ao processo de  envelhecimento, muitas são as dificuldades enfrentadas pelos mesmos, que em sua  maioria passam pela fragilidade e vulnerabilidade própria do seu estado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos  últimos anos ouve uma mudança no paradigma da sobrevida destes quanto à: melhora  da qualidade de vida, desencadeada por políticas públicas direcionadas ao idoso,  melhores condições sanitárias, cobertura vacinal, programas sociais direcionadas  a essa população, como (centro de convivência ao idoso, PSF, fornecimento de  medicamentos, maior acesso à assistência médica, etc) (NULAND, 2007).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diante do exposto, a violência contra o idoso surge como um problema social,  mas, com uma visão holística que permeia a atualidade e consequentemente o  futuro de cada um de nós.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Juntamente com tantas mudanças a esse meio e nessa  população, surgiram também os problemas oriundos de um arcabouço de processos e  situações maléficas, dentre elas destaca-se a “Violência contra o Idoso” (MS,  2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira, Neliete Aparecida;  Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa idosa (2010) 3-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Freqüentemente denominados “maus tratos e abusos”, esse  conjunto de termos se refere a abusos físicos, psicológicos e sexuais; assim  como a abandono, negligências, abusos financeiros e autonegligência. Ressalto,  por pertinente, que a negligência, conceituada como a recusa, omissão ou  fracasso por parte do responsável pelo idoso em aportar-lhe os cuidados de que  necessita, é uma das formas de violência mais presentes tanto em nível doméstico  quanto institucional em nosso país. Dela advêm, freqüentemente, lesões e traumas  físicos, emocionais e sociais para a pessoa idosa (MS, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Constituição  Federal diz que é obrigação dos filhos darem assistência aos pais, contudo,  esses deveres ficam no papel. Com base nas ocorrências registradas pela  Delegacia de Proteção ao Idoso de São Paulo em 2000, 39,6% dos agressores eram  filhos das vítimas e que parte das ocorrências são retiradas pelos idosos dias  após a denúncia. Estes argumentam que precisam viver com a família, têm de  voltar para casa, e a manutenção da queixa atrapalharia a convivência (IBCCRIM,  2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há também os casos de maus-tratos em asilos e entidades que atendem  idosos. Ao enfrentar esse tipo de situação, o idoso sente-se só, sem ter como se  defender ou alguém para defendê-lo. Nesse caso, a orientação é para que a vítima  procure as promotorias e as delegacias especializadas no atendimento aos idosos.  É bom lembrar que as delegacias comuns também registram denúncias tanto contra  familiares quanto contra instituições que abrigam idosos (IBCCRIM, 2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  violência contra a pessoa idosa é multidimensional e expressa uma relação de  poder tanto estrutural institucional como intra-familiar que nega o ser idoso,  discrimina a velhice e se desdobra em desqualificação (violência psicológica),  privação de liberdade e lesões (violência física), privação ou retenção da renda  (violência financeira), negligência, abandono e violência sexual, provocando  dano, sofrimento ou prejuízo à pessoa idosa (IBCCRIM, 2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os atos de  violência manifestam-se principalmente sobre a forma de abandono pela família,  institucionalização forçada, ameaças, chantagem, desvalorização, roubos, abuso  de autoridade, abuso de confiança, agressões físicas e verbais. Dessas  agressões, maior parte é provocada pelos filhos, seguido pelo esposo, vizinhos e  outros (MS, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em virtude do crescimento populacional de pessoas nessa  faixa etária, houve também um aumento considerável de problemas sociais,  políticos e culturais que defrontaram com os atuais padrões éticos e legais que  permeiam nossa sociedade, entre eles, destaca-se a violência contra a pessoa  idosa, que tem se tornado cada dia mais comum em nosso meio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buscamos como objetivo, relatar os tipos de violência mais comuns no idoso, e o  perfil dos agressores, visando um aprimoramento e informação da equipe de  enfermagem para um atendimento digno a esta população.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de  Jesus; Teixeira, Neliete Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues; - Violência   contra a  pessoa idosa (2010) 4-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;II. Materiais e Métodos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Trata-se de uma pesquisa bibliográfica descritiva, empregado na  coleta de dados de informações literárias. Sendo esta uma forma de investigação  que agrega todos os recursos encontrados formando um corpo textual.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudo teve como base de dados pesquisas exploradas em: Scielo, Google  Acadêmico, Livros e Revistas. Buscou-se artigos e periódicos relacionados com a  Temática, escritos no idioma português e inglês no período de 2000 a 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A análise dos dados foi feita sob forma de categorização dos  artigos, que foram descritas, onde as categorias dão prioridade à importância de  cada tema: Idoso, Violência à Pessoa Idosa e  Agressor. Foram adotadas técnicas  de pesquisa, baseadas na exploração de artigos que contendo informações,  resultados e conclusões de autores que pesquisaram sobre o tema proposto, com  informações pertinentes à construção deste trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram  pesquisados 32 artigos relacionados ao tema de forma direta e indireta, onde 16  destes foram utilizados na construção deste trabalho. No entanto, todos os  artigos estão relacionados nas referencias encontradas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;III.  Resultado e discussão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na construção deste trabalho foram  utilizados vários artigos, informações e trechos, os quais foram publicados em  diversas revistas e se tornaram fontes de pesquisa na internet, onde, cada  revista abaixo disponibilizou a quantidade de artigos também citados abaixo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira,  Neliete Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa  idosa (2010) 5-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fonte de Dados  Nº de Artigos e periódicos.              Ano&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IBGE.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2                        2000  à   2002&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Figura 1:  Referências encontradas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.1. O Ser  Idoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A senescência é o processo natural de  envelhecimento a nível celular ou o conjunto de fenômenos associados a este  processo. O envelhecimento do organismo como um todo está relacionado com o fato  das células somáticas do corpo irem morrendo uma após outra e não serem  substituídas por novas como acontece na juventude (PASCHOAL, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As múltiplas divisões celulares que a célula registra ao longo do tempo,  diminuem-se até que chega um limite crítico de comprimento, ponto este em que, a  célula deixa de poder se dividir, envelhece e morre, e, como conseqüência  diminui-se também número de células do organismo, das funções dos tecidos, das  funções dos órgãos e das funções do próprio organismo. O resultado é o  aparecimento das chamadas doenças da velhice (PASCHOAL, 2002).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este conceito se opõe à senilidade, também denominado envelhecimento  patológico, e que é entendido como os danos à saúde associados com o tempo,  porém causados por doenças ou maus hábitos de saúde (PASCHOAL, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira, Neliete Aparecida; Pereira,  Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa idosa (2010) 6-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na velhice, a manutenção de autonomia está intimamente ligada à  qualidade de vida. Portanto, uma forma de se procurar quantificar a qualidade de  vida de um indivíduo é através do grau de autonomia com que o mesmo desempenha  as funções do dia-a-dia que o fazem independente dentro de seu contexto  socioeconômico-cultural (CAMARANO, 2002).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O envelhecimento ativo  e saudável consiste na busca pela qualidade de vida por meio da alimentação  adequada, prática regular de exercícios físicos, convivência social estimulante,  busca de atividades prazerosas que atenuem o estresse, redução dos danos  decorrentes do consumo de álcool e tabaco, diminuição na auto-medicação, etc  (CAMARANO, 2002).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um idoso saudável tem sua autonomia preservada, tanto na  independência física, quanto na psíquica (CAMARANO, 2002).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.2.  Violência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Organização Pan-Americana de Saúde (1990) define violência  como sendo a utilização da força física ou da coação psíquica e moral por um  indivíduo ou grupo, gerando destruição, dano, limitação ou negação de qualquer  dos direitos estabelecidos das pessoas ou dos grupos vitimados.          Estudos  de várias culturas e de cunho comparativo entre países têm demonstrado que  idosos de todos os status socioeconômicos, etnias e religiões são vulneráveis  aos maus-tratos, os quais podem sofrer, ao mesmo tempo, vários tipos de  violência (MENEZES, 2000).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O prolongamento da vida fez surgirem  dificuldades próprias do envelhecimento: torna mais freqüente e duradoura o  convívio com portadores das muitas doenças degenerativas que atingem os idosos,  comumente caracterizadas pelo declínio cognitivo. Assim, o idoso tem sua imagem  associada à decadência, à perda de habilidades cognitivas e de controles físicos  e emocionais, fundamentos importantes da autonomia dos sujeitos, e as várias  doenças crônicas de que são portadores colocam-nos em estado de dependência que  demanda cuidados para os quais a família nem sempre está disponível, neste  contexto, surge a violência (DEBERT, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A velhice,  originariamente vista como questão privada, foi integrada à agenda pública com a  intervenção da filantropia e com a contribuição da Gerontologia. Na sociedade  contemporânea, os dispositivos legais admitem, de forma consensual, que os  cuidados para com os idosos são de responsabilidade concomitante da família, da  sociedade e do Estado; assim, retoma-se a centralidade da família, com auxílio e  suporte do Estado. De um lado, parece razoável que o idoso seja alvo do cuidado  prioritário pela família: é ali que se desenvolvem e exercem os vínculos básicos  do indivíduo, criando uma certa cultura, com seus códigos, regras, ritos e jogos  próprios, um universo enfim de significados particulares que confere identidade  ao sujeito (DEBERT, 1999).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira,  Neliete Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa  idosa (2010) 7-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;De outro lado, não se deve ignorar que  o espaço privado tem sido palco de inúmeras formas de violência que afetam os  membros mais frágeis, entre os quais estão os idosos. A lei estabelece que todo  cidadão tenha o dever de denunciar à autoridade competente qualquer forma de  negligência, maus-tratos ou desrespeito ao idoso (MENEZES, 2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.2.1. Formas de Violência Familiar contra o Idoso.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A literatura  define como formas mais comuns de violência familiar contra o idoso:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1)  Os abusos físicos, entendidos como ações agressivas e brutais que podem  ocasionar fraturas, hematomas, queimaduras ou outros danos físicos (FERNANDES &amp;amp; ASSIS, 1999);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Os abusos psicológicos, definidos como as diversas  formas de privação ambiental, social ou verbal; a negação de direitos, as  humilhações ou o uso de palavras e expressões que insultam ou ofendem; os  preconceitos e a exclusão do convívio social (FERNANDES &amp;amp; ASSIS, 1999);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) Os abusos financeiros ou a exploração econômica, definidos como a  apropriação de rendimentos ou o uso ilícito de fundos, propriedades e outros  ativos que pertençam ao idoso (FERNANDES &amp;amp; ASSIS, 1999);&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) A  negligência, entendida como a situação na qual o responsável permite que o idoso  experimente sofrimento; caracterizada como ativa quando o ato é deliberado, e  como passiva quando resulta de conhecimento inadequado das necessidades do idoso  ou de estresses do cuidador (QUEIROZ, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A identificação dessas  formas de violência requer intervenção interdisciplinar e atenção dirigida para  os sinais de sua ocorrência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1) O comportamento agressivo e hostil do  cuidador;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2) Sua ausência de disponibilidade para prestar os cuidados  diários requeridos pela pessoa idosa;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3) Preocupação excessiva com o  controle do idoso ou a queixa reiterada da carga que ele representa;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4) Certos tipos de lesões e ferimentos freqüentes no idoso; sua aparência  descuidada; desnutrição; comportamento muito agressivo ou apático; afastamento,  isolamento; tristeza ou&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira, Neliete  Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa idosa  (2010) 8-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;abatimento profundo são também sinais que merecem  investigação (FERNANDES &amp;amp; ASSIS, 1999).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3.3. Agressor&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora a violência que ocorre no âmbito familiar seja apresentada como de  indiscutível presença, há outras duas questões que disputam com ela um espaço de  relevância. Em primeiro lugar, um tipo de “negligência social difusa” que se  manifesta como uma cultura de relação com os idosos, juntando, em sua  configuração, o Estado que se omite quanto a programas de proteção e quanto à  avaliação das instituições que oferecem assistência; instituições que abrigam e  cuidam dos velhos como se eles estivessem em um corredor de espera da morte; e  famílias que, por dificuldades financeiras e vários outros motivos, costumam  abandonar seus familiares em asilos e clínicas (MACHADO et al., 2001).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em  segundo lugar, como uma derivação dessa cultura negligente, assinala-se a “violência institucional”, cuja maior expressão são os asilos de idosos,  sobretudo os conveniados com o Estado, onde são comuns processos de maus-tratos,  de despersonalização, de destituição de poder e vontade, de falta ou inadequação  de alimentos e, também, omissão de cuidados médicos específicos e personalizados  (MACHADO et al., 2001).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Freqüentemente, os idosos são vistos como ocupantes  de um leito a mais para obtenção de financiamento público. Esse problema crucial  tem no caso da Clínica Santa Genoveva, no Rio de Janeiro, sua expressão  paradigmática (GUERRA et al., 2000).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A caracterização do agressor foi mais  aprofundada ao se perguntar pelas situações de risco que os idosos vivenciam nos  lares, ressaltando as seguintes: agressor e vítima viverem na mesma casa; o fato  de os filhos serem dependentes financeiramente de seus pais de idade avançada;  ou de os idosos dependerem da família de seus filhos para sua manutenção e  sobrevivência; o abuso de álcool e drogas pelos filhos, outros adultos da casa e  pelo próprio idoso; haver na família ambiente e vínculos frouxos, pouco  comunicativos e pouco afetivos; isolamento social dos familiares e da pessoa de  idade avançada; o idoso ter sido ou ser uma pessoa agressiva nas relações com  seus familiares; haver história de violência na família; os cuidadores terem  sido vítimas de violência doméstica; padecerem de depressão ou qualquer tipo de  sofrimento mental ou psiquiátrico (ORTMANN et al., 2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dentre todos os  fatores, ressalta-se a forte associação entre maus-tratos aos velhos e  dependência química.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Constituição Federal diz que é obrigação dos filhos  darem assistência aos pais, contudo,&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira,  Neliete Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa  idosa (2010) 9-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;esses direitos ficam no papel. Estudo feito pelo  IBCCRIM com base nas ocorrências registradas pela Delegacia de Proteção ao Idoso  de São Paulo em 2000 mostra que 39,6% dos agressores eram filhos das vítimas e  que parte das ocorrências é retirada pelos idosos dias após a denúncia. Nos  registros, os idosos argumentam que precisam viver com a família, têm de voltar  para casa, e a manutenção da queixa atrapalharia a convivência (IBCCRIM,  2001).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;IV. Considereações Finais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebemos  que os atos de violência manifestam-se principalmente sobre a forma de abandono  pela família, institucionalização forçada, ameaças, chantagem, desvalorização,  roubos, abuso de autoridade, abuso de confiança, agressões físicas e verbais.  Dessas agressões, maior parte é provocada pelos filhos, seguido pelo esposo,  vizinhos e outros.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A violência é a utilização da força física ou da coação  psíquica e moral por um indivíduo ou grupo, gerando destruição, dano, limitação  ou negação de qualquer dos direitos estabelecidos das pessoas ou dos grupos  vitimados.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Idosos de todos os status socioeconômicos, etnias  e religiões são vulneráveis a maus-tratos, e, podem sofrer ao mesmo tempo vários  tipos de violência.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aprovação do Estatuto do Idoso, em 1º de outubro de 2003, foi um marco nas políticas públicas de assistência social do  Brasil: o reconhecimento do idoso como pessoa portadora de direitos. O SUAS que  funciona de forma semelhante ao Sistema Único de Saúde (SUS) no âmbito da  assistência social unificando e estabelecendo metas para a ação integrada de  estados, municípios e do governo federal como peça-chave na assistência à  terceira idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto enfermeiros esperamos que a busca por relações menos  conflitantes e mais efetivas entre os profissionais de saúde, idosos, famílias e  instituições asilares seja satisfatória e com maior abrangência possível.  Violência gera violência, assim como, amor gera amor... Enfermagem é Amor!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira, Neliete  Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa idosa  (2010) 10-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;V. Agradecimentos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Agradecemos  primeiro a Deus pela nossa existência, aos nossos familiares e principalmente  aos filhos que muitas vezes se sufocaram em nossas angústias, tensões e ausência  devido a total dedicação no cumprimento desta meta. A Profª Telma pela paciência  dispensada a cada um e em cada dúvida apresentada. O NOSSO MUITO  OBRIGADO!!!!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;b&gt;Referências Bibliográficas.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-CALDAS, C. P. O  idoso em processo de demência: o impacto na família. In: Antropologia, Saúde e  Envelhecimento (M. C. S. Minayo &amp;amp; C. E. A. Coimbra Jr., org.), pp. 51-72,  Rio de Janeiro: Editora Fiocruz. 2002&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-CAMARANO A A. Envelhecimento da  população brasileira: uma contribuição demográfica. Rio de Janeiro: IPEA;  2002.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-DEBERT, G. G. A reinvenção da velhice: Socialização e processos de  reprivatização do envelhecimento. São Paulo: EDUSP.1999.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-FERNANDES, M.  G. M. &amp;amp; Assis, J. F. Maus-tratos contra o idoso: Definições e estratégias  para identificar e cuidar. Gerontologia 7 (3), 144-149. 1999.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-GUERRA, H. L. et al. A morte de idosos na Clínica Santa Genoveva, Rio de  Janeiro: um excesso de mortalidade que o sistema público de saúde poderia ter  evitado. Cad. Saúde Pública [online]. v.16, n.2, p.545-551, 2000.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-IBGE. Perfil dos idosos responsáveis pelo domicílio. Pesquisa Nacional por  amostragem domiciliar 2002. Disponível em: URL: &lt;http: www.ibge.gov.br=""&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-INSTITUTO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS CRIMINAIS (IBCCRIM). Núcleo de  pesquisa. O idoso em perigo. 2001. Disponível em:  http://www.ibccrim.com.br/pesquisa. Acesso em 20/05/2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-MACHADO,  L.; GOMES, R. &amp;amp; XAVIER, E. Meninos do passado. Inteligência, 15:37-52.  2001&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-MENDES, P. M. Cuidadores heróis anônimos do cotidiano. In:  KARSCH, U. Envelhecimento com dependência: revelando cuidadores. 4. ed. São  Paulo: Educ, 2001.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-MENEZES, M. R. Da Violência Revelada à Violência  Silenciada. Tese de Doutorado, Ribeirão Preto: Escola de Enfermagem,  Universidade de São Paulo, 2000.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Araújo, Aleane de Jesus; Teixeira,  Neliete Aparecida; Pereira, Newber Rodrigues;  - Violência  contra a  pessoa  idosa (2010) 11-12&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-MINAHIO MCS. Violência: um velho-novo desafio  para a atenção à saúde. Rev. Bras. Ed Médica 2005 Abril; 29(1): 55-63.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Assistência à Saúde. Redes Estaduais de  Atenção à Saúde do Idoso: guia operacional e portarias relacionadas. Brasília  (DF): Ministério da Saúde; 2002.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-NULAND, Sherwin B. A arte de  envelhecer/ tradução Claudia Martinelli Gama. Rio de Janeiro: Objetiva,  2007.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-ORTMAMN, C.; FECHNER, G.; BAJANOWSKI, T. &amp;amp; BRINKMAN, B.,  2001. Fatal neglect of the elderly. Journal of Legal Medicine, 114:191-193.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-PASCHOAL, S. M. P. Qualidade de vida na velhice. In E. V. Freitas, L.  Py, A. L. Neri, F. A. X. Cançado, M. L. Gorzoni, S. M. Rocha (Eds.), Tratado de  Geriatria e Gerontologia (pp. 79-84). Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,  2002.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- QUEIROZ, Z. P. V. Participação popular na velhice:  Possibilidade real ou mera utopia? O Mundo da Saúde, 23 (24), 112-204, 1999.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Instituto Brasileiro de Ciências&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Criminais - IBCCRIM  1  1999 à 2001&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ministério da Saúde.  3  2000 à 2002&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rev. Escola Enfermagem da USP.  3  1999 à 2005&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Revista Nursing.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2  1999 à 2008&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Scielo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5  2000 à 2009&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Total.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;16&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao usar este artigo, mantenha os links e faça referência ao  autor:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.webartigos.com/articles/66267/1/AGRESSAO-A-PESSOA-IDOSA/pagina1.html"&gt;&lt;em&gt;AGRESSÃO A PESSOA IDOSA&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; publicado 17/05/2011  por &lt;a href="http://www.webartigos.com/authors/31419/NELIETE-APARECIDA-TEIXEIRA"&gt;&lt;strong&gt;NELIETE  APARECIDA TEIXEIRA&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://www.webartigos.com/"&gt;http://www.webartigos.com&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte:  &lt;a href="http://www.webartigos.com/articles/66267/1/AGRESSAO-A-PESSOA-IDOSA/pagina1.html#ixzz1N82TDkXa" style="color: #003399;"&gt;http://www.webartigos.com/articles/66267/1/AGRESSAO-A-PESSOA-IDOSA/pagina1.html#ixzz1N82TDkXa&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-9164562296771638805?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/9164562296771638805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/9164562296771638805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/05/agressao-pessoa-idosa.html' title='AGRESSÃO A PESSOA IDOSA'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-4218312646823364015</id><published>2011-05-08T00:01:00.003-03:00</published><updated>2011-05-08T00:01:01.752-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Incontinência Urinária'/><title type='text'>Os cuidados a ter com alguém que sofre de incontinência</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  incontinência urinária é uma patologia que afeta milhares de pessoas em todo o  mundo e constitui-se como um dos maiores entraves à realização das tarefas mais  básicas do dia-a-dia. Saiba como cuidar de uma pessoa com incontinência.             &lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Os cuidados a ter  com alguém que sofre de incontinência&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A forma como cuida de alguém que  sofre de incontinência está relacionada com a forma como lida com ela e como a  incentiva. Conheça os cuidados principais que pode ter com alguém que sofre de  incontinência urinária. Dos principais, destacam-se os seguintes:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Monitorizar a ingestão de líquidos:&lt;/strong&gt; É necessário encontrar um ponto de  equilíbrio na quantidade de liquídos que um indivíduo ingere. Os líquidos em  excesso vão fazer com que ele se desloque várias vezes à casa de  banho/banheiro; a ingestão de poucos liquídos pode tornar a urina mais  concentrada e prejudicar a bexiga ao torná-la menos ativa. Deve conversar com o  seu médico antes de fazer qualquer mudança significativa na ingestão de  liquídos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Prestar atenção à alimentação:&lt;/strong&gt; Existem alimentos e bebidas que  podem agravar a incontinência, como é o caso das bebidas alcoólicas, água com  gás, cafeína e os alimentos ricos em ácidos. Deve procurar seguir &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/9-formas-fazer-com-que-idoso-se-alimente-corretamente"&gt;uma alimentação&lt;/a&gt; rica em fibras e hidratos de  carbono.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Utilizar roupas íntimas absorventes: &lt;/strong&gt;A utilização de roupas intímas  absorventes é muito importante, pois protege um indivíduo em caso de alguma  fuga urinária e mantém-o sempre seco e confortável.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Lidar com distúrbios emocionais:&lt;/strong&gt; A incontinência pode causar num  indivíduo vários distúrbios emocionais, inclusivé, pode conduzir à sua &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/8-dicas-para-cuidar-pessoa-deprimida"&gt;depressão&lt;/a&gt;. Dessa forma, e para que tal não  aconteça, deve desdramatizar a situação e falar com o incontinente de uma forma  clara e compreensiva. Essa é a melhor maneira de lidar com a situação e vai ajudar  o incontinente a perceber que a sua vida não precisa de mudar radicalmente.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Algumas dicas  práticas para lidar com a incontinência&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a maioria das pessoas, ir à casa  de banho/banheiro é uma rotina que faz parte do seu dia-a-dia – e é algo que  não se repara. No entanto, no caso de um idoso, ele pode querer usar a &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/como-adaptar-casa-banhobanheiro-para-idoso-pessoa-com-deficiencia"&gt;casa de banho/banheiro&lt;/a&gt; e não ser capaz de o fazer. Conheça  algumas dicas:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Certifique-se que a  pessoa que está ao seu cuidado sabe onde se encontra a casa de banho/banheiro –  um sinal na porta pode ajudar imenso;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Confirme que o acesso à  casa de banho/banheiro está desimpedido e que não existem móveis ou tapetes ao  longo do caminho que possam atrapalhar os movimentos do idoso;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Deixe a porta da casa de  banho/banheiro aberta quando não estiver a utilizá-la. Se estiver fechada, o  idoso pode pensar que está ocupada;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Assegure-se que a casa de  banho/banheiro é fácil de ser utilizada. Considere a possibilidade de instalar  corrimões ao longo da casa de banho para dotá-la de funcionalidade;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Certifique-se de que as  roupas do idoso são fáceis de ser retiradas e desabotoadas. Tenha em atenção  que, para um idoso, o velcro é mais fácil de ser gerido que os botões e zípers;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Se a tarefa de ir à casa  de baho/banheiro se revelar impossível, a utilização de um urinol pode ser a  resposta mais adequada.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Ajudas disponíveis  para lidar com a incontinência&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Poderá chegar a altura em que o idoso  que está ao seu cuidado não consegue utilizar a casa de banho/banheiro. Nesses  casos, é necessário intervir e lidar com as respetivas consequências. Há  maneiras próprias de ajudar um idoso a sentir-se mais confortável e vários  produtos disponíveis para lidar com a incontinência, como por exemplo:&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Roupa de cama à prova  de água:&lt;/strong&gt; Os colchões são muito  dificeis de limpar e, como tal, devem ser protegidos com uma cobertura à prova  de água. Em termos de absorção esta é uma das medidas mais eficazes e permite  que o idoso se mantenha sempre seco. Deve também certificar-se que a pele do  idoso não entra em contacto com a proteção do colchão, uma vez que isso pode  provocar feridas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Lençóis absorventes:&lt;/strong&gt; Existem lençóis especiais  absorventes que podem ser utilizados numa cama ou sofá e permitem que um idoso  se sente ou deite sempre numa superfície seca, maximizando o seu conforto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Absorventes  higiénicos e calças incontinentes:&lt;/strong&gt; Os absorventes higiénicos e as calças incontinentes assemelham-se às  fraldas e podem ser utilizadas de dia ou de noite. Têm a tarefa de manter a  pele de um idoso seca e, ao mesmo tempo, são muito absorventes.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;A incontinência e a  higiéne pessoal&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se o idoso que está ao seu cuidado  sofrer algum acidente urinário é importante lidar com isso o mais depressa  possível, uma vez que isso pode ser bastante desconfortável e pode trazer  cheiros desagradáveis. A humidade também poderá causar feridas na pele do  idoso. Eis o que pode fazer:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Se uma pessoa idosa  sofrer um acidente urinário, deve limpar a respetiva área com um pano húmido  embebido em água quente. Certifique-se que a área fica seca antes de vestir  novas roupas;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Limpe todas as roupas  sujas imediatamente. É geralmente boa ideia deixar as roupas numa bacia com  detergente para ficarem corretamente desinfetadas;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Ao deitar fora os  absorventes utilizados, faça-o de uma forma higiénica e confirme se os sacos  estão bem selados.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A incontinência é um problema infeliz  e embaraçoso para muitos idosos. Ela mostra que o corpo pode não funcionar da  maneira mais adequada e que é necessário lidar com essa situaçãode forma  eficiente e digna para não causar nenhum sofrimento suplementar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente, a incontinência  urinária não é necessariamente tratável nos idosos. Os mais jovens, que sofrem  de incontinência, podem fazer uma série de &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/como-incentivar-idoso-fazer-exercicio-fisico"&gt;exercícios&lt;/a&gt; para fortalecer os músculos pélvicos  ou reforçar o controlo da bexiga, mas os idosos não o conseguem fazer. Para  eles, existe medicação específica para estancar o problema, no entanto, a sua  utilização não é aconselhável para os diabéticos, pois pode piorar o seu estado  de saúde. No fundo, é uma parte natural do envelhecimento e deve ser aceite  como tal.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A incontinência é um problema para  muitos membros da população idosa porque é o resultado do enfraquecimento do  corpo. Trata-se de uma questão muito particular e está dependente da forma como  o idoso lida com isso, sem se sentir humilhado ou envergonhado.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Algumas dicas para  prevenir o aparecimento da incontinência urinária&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem formas de manter a bexiga  saudável e de ajudar a minimizar as hipóteses de vir a sofrer de incontinência  urinária. Conheça algumas das dicas principais:&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Deve beber 6 a 8 copos de  líquidos por dia e assim encontrar o seu ponto de equilíbrio entre o que ingere  e as vezes que se desloca à casa de banho/banheiro. Deve fazê-lo, especialmente  se fizer &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/8-beneficios-exercicio-fisico-para-idosos"&gt;exercício físico&lt;/a&gt;, para manter os níveis de hidratação  constantes;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Deve evitar, tanto quanto  possível, &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/que-consiste-tratamento-alcoolismo"&gt;bebidas alcoólicas&lt;/a&gt; e alimentos com cafeína;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Durante um dia deve  urinar, no máximo, de 3 em 3 horas. Tenha em atenção que levantar-se a meio da  noite para urinar é normal, mas mais de duas vezes já não o é;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Quando vai à casa de  banho/banheiro para fazer as suas necessidades, não deve fazer força ao  esvaziar a bexiga. As mulheres que têm uma “bexiga descaída” devem aguardar 3 a  5 segundos depois da primeira paragem da micção e, em seguida, devem tentar  esvaziar a bexiga mais um pouco. &lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Opte por realizar &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/15-cuidados-que-idosos-devem-ter-pratica-exercicio-fisico"&gt;exercício físico&lt;/a&gt; com regularidade, de modo a manter o  seu peso constante. É também aconselhável que ingira sempre algo quente pela  manhã para que o seu trânsito intestinal seja mais fluído;&lt;/li&gt;&lt;li style="text-align: justify;"&gt;Deve deixar de fumar,  pois o fumo aumenta o risco de câncer na bexiga e a tosse de fumador crónico  pode exercer excesso de pressão sobre a bexiga.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;form accept-charset="UTF-8" action="http://cuidamos.com/artigos/cuidar-alguem-com-incontinencia" class="fivestar-widget" id="fivestar-form-node-81" method="post"&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="fivestar-form-vote-81 clear-block"&gt;&lt;input id="edit-content-type" name="content_type" type="hidden" value="node" /&gt;&lt;input id="edit-content-id" name="content_id" type="hidden" value="81" /&gt;&lt;div class="fivestar-form-item  fivestar-average-text fivestar-user-stars fivestar-labels-hover fivestar-processed"&gt;&lt;div class="form-item" id="edit-vote-wrapper" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/form&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-4218312646823364015?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/4218312646823364015'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/4218312646823364015'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/05/os-cuidados-ter-com-alguem-que-sofre-de.html' title='Os cuidados a ter com alguém que sofre de incontinência'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-6412073785318320425</id><published>2011-05-06T11:46:00.000-03:00</published><updated>2011-05-06T11:46:35.459-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Alzheimer'/><title type='text'>Doença de Alzheimer (Sintomas)</title><content type='html'>&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;Os 25 sintomas da doença de Alzheimer&lt;/h2&gt;&lt;!-- start main content --&gt;&lt;div class="node sticky"&gt;&lt;div class="taxonomy"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="content"&gt;&lt;div class="field field-type-filefield field-field-imagem"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item odd" style="text-align: justify;"&gt;&lt;img alt="Doença de Alzheimer" class="imagecache imagecache-artigos_full imagecache-default imagecache-artigos_full_default" height="350" src="http://cuidamos.com/files/imagecache/artigos_full/artigos/enfermeira-cuidar-pessoa-idosa-doenca-alzheimer.jpg" title="" width="472" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;fieldset class="fieldgroup group-licenciamento collapsible collapsed"&gt;&lt;legend class="collapse-processed" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/25-sintomas-doenca-alzheimer#"&gt;Créditos Imagem&lt;/a&gt;&lt;/legend&gt;&lt;div class="fieldset-wrapper"&gt;&lt;div class="field field-type-link field-field-imagem-url"&gt;&lt;div class="field-items"&gt;&lt;div class="field-item odd"&gt;&lt;div class="field-label-inline-first" style="text-align: justify;"&gt;              Autor: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/mmmswan/4210731607" rel="nofollow"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="-webkit-text-decorations-in-effect: none; color: black;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/mmmswan/4210731607" rel="nofollow"&gt;michael_swan&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/fieldset&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De  todas as pessoas que sofrem de demência, estima-se que 50 a 70% dos indivíduos  afetados tenham a doença de Alzheimer. Conheça os 25 sintomas que determinam o  aparecimento da doença de Alzheimer e faça o melhor diagnóstico possível para  aumentar a qualidade de vida de um doente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/doente-com-alzheimer-cuidados-ter"&gt;doença  de Alzheimer&lt;/a&gt; é um tipo de demência que provoca uma deterioração global, lenta,  progressiva e irreversível de diversas funções do conhecimento e revela-se na  perda de memória, atenção, concentração, linguagem, pensamento, entre outras.  No entanto, um único sintoma não indica necessariamente que uma pessoa sofra de  Alzheimer ou de &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/sintomas-demencia-idoso"&gt;demência&lt;/a&gt;.  Por exemplo, existem várias causas para a perda de memória e a falta dela não é  sinónimo de doença. Contudo, se à perda de memória, existirem alterações significativas  no comportamento e na capacidade funcional da pessoa, isso podem ser sinais  claros do surgimento da doença de Alzheimer.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dos  aspetos principais que constituem a doença de Alzheimer, destacam-se os sintomas  seguintes:&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;1. A perda de memória&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  maior parte dos doentes com Alzheimer não se consegue lembrar das mais pequenas  coisas do dia-a-dia, como por exemplo: o que fizeram no dia anterior, os nomes  das pessoas que os rodeiam, o que comeram ao almoço, os animais de estimação  que têm, números de telefone e conversas recentes, entre outros. Em todo o  caso, a &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/10-dicas-para-lidar-com-idoso-com-perda-memoria"&gt;perda  de memória&lt;/a&gt; pode não ser consistente e o facto de não se lembrar hoje não  quer dizer que não o faça amanhã.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;2. O estado agitado e o humor alterado&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É  comum para alguém que sofre de Alzheimer parecer ansioso ou agitado. A agitação  resulta geralmente do medo, confusão, pressão ou fadiga que um doente possa  estar a sentir. Por outro lado, as mudanças radicais também contribuem para uma  enorme agitação e mudança repentina de humor. Independentemente do motivo ou  situação, um doente de Alzheimer pode passar de um estado calmo para um estado  de raiva sem qualquer motivo aparente.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;3. O julgamento debilitado&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma  pessoa que tem a doença de Alzheimer tem tendência a tomar as decisões mais disparatadas  e/ou inadequadas perante uma determinada situação. Um exemplo dessa  irresponsabilidade está na forma imperfeita de se vestir ou na incapacidade de  avaliar por si próprio aquilo que é mais seguro. Por norma, as primeiras  mudanças que ocorrem no julgamento de uma pessoa estão relacionadas com a  gestão das suas finanças e é quando o dinheiro começa a ser gasto de forma  inusitada e incorreta.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;4. Dificuldade em lidar com o dinheiro&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  dificuldade em lidar com o dinheiro é um obstáculo muito difícil de ser  ultrapassado para quem sofre de Alzheimer. A incapacidade de pagar contas, de  fazer as compras essenciais e administrar um orçamento é um sinal claro de  demência psíquica e indica se um indivíduo está ou não na posse de todas as  suas faculdades.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;5. Dificuldade em realizar tarefas familiares&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma  pessoa que sofre de demência leva mais tempo a concluir as tarefas mais básicas  do dia-a-dia que, por hábito, já realizou milhares de vezes. Por exemplo, um  cozinheiro experiente pode ter sérias dificuldades em fritar um ovo ou qualquer  outro tipo de cozinhado de fácil realização.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;6. O problema do planeamento e resolução de  problemas&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;À  medida que a demência progride, podem existir maiores dificuldades de  concentração. De uma forma mais particular, uma pessoa que sofre de Alzheimer  não consegue seguir um plano, tomar &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/7-erros-cometidos-com-medicamentos-que-podem-ser-fatais"&gt;a  medicação&lt;/a&gt; correta ou gerir um orçamento. Por outro lado, a sua capacidade  de decisão e resolução de problemas é nula. &lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;7. Trocar o lugar das coisas&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um  dos sintomas mais frequentes da doença de Alzheimer está relacionado com a  troca sistemática do lugar das coisas. Por exemplo, é muito frequente encontrar  as chaves de casa no congelador ou o comando da televisão na gaveta das meias,  entre outras situações insólitas. Existe uma tendência para o esquecimento, mas  também para deixar as coisas nos locais mais incomuns. É também de registar que  é frequente acusarem outra pessoa de esconder ou roubar os seus pertences.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;8. A desorientação no tempo e no espaço&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  perceção do tempo e do espaço é um dos problemas mais graves que afeta um  doente de Alzheimer. É muito fácil ficar perdido na rua, uma vez que não se  recorda do local onde vive, não tem a noção das datas, estações do ano e/ou  passagem do tempo, entre outras situações temporais e espaciais. &lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;9. A dificuldade em comunicar&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As  capacidades linguísticas e comunicacionais de uma pessoa com Alzheimer vão  diminuindo com o passar do tempo. Uma pessoa pode ter imensas dificuldades em  encontrar a palavra certa, chamar as coisas pelos nomes errados, inventar novas  palavras, entre outras situações. Esta condição carece de atenção, pois pode  conduzir ao isolamento e &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/8-dicas-para-cuidar-pessoa-deprimida"&gt;depressão&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;10. Vaguear sem rumo&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Infelizmente,  cerca de 60% das pessoas com demência têm uma tendência para vaguear sem qualquer  tipo de destino. Isso deve-se à inquietação, medo, confusão em relação ao tempo  e incapacidade em reconhecer pessoas, familiares, lugares e objetos. Em alguns  casos, a pessoa pode sair de casa a meio da noite para satisfazer uma  necessidade física, como encontrar uma casa de banho/banheiro ou comida, ou até  pode querer ir para casa quando já está efetivamente em casa.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;11. O discurso repetitivo&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  repetição frequente de palavras, frases, perguntas ou atividades é uma  característica da demência e da &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/como-falar-com-alguem-que-sofra-doenca-alzheimer"&gt;doença  de Alzheimer&lt;/a&gt;. Esse comportamento repetitivo é provocado, por vezes, pela  ansiedade, stress, ou para alcançar o conforto, segurança ou familiaridade.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;12. As dificuldades visuais e  espaciais&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As  pessoas que sofrem da doença de Alzheimer tendem a ter dificuldades de leitura,  em julgar distâncias ou a determinar a cor e/ou contraste de um determinado  tipo de material. Em termos de perceção, é comum que uma pessoa se olhe ao espelho  e pense que está na companhia de outra pessoa sem se ter apercebido que está  diante do seu próprio reflexo.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;13. A realização de atividades  sem qualquer tipo de propósito&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se  detetar que um &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/cuidar-idosos-casa"&gt;familiar  que está ao seu cuidado&lt;/a&gt; realiza todo o tipo de esforços  para a realização de uma atividade sem qualquer tipo de objetivo, como por  exemplo abrir e fechar uma gaveta várias vezes, isso poderá significar que essa  pessoa sofrerá de demência e, consequentemente, de Alzheimer. Apesar de não  terem uma finalidade última, esse tipo de comportamentos revela a necessidade  que uma pessoa tem em se sentir produtivo ou ocupado.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;14. A necessidade de se afastar  de todo o tipo de atividades&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  doença de Alzheimer pode ser uma doença muito solitária e pode originar uma  falta de interesse geral nas mais variadas atividades sociais ou pessoais. É  comum que uma pessoa que sofra desta doença deixe de fazer os seus passatempos  preferidos, pois não se recorda como os faz nem sequer sente o mesmo prazer.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;15. A perda de iniciativa e  motivação&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  apatia, perda de interesse e de motivação em atividades sociais ou pessoais  podem levar uma pessoa à depressão e, consequentemente, ao isolamento. A  depressão dificulta muito a tarefa de um doente pois impede-o de articular  corretamente os seus sentimentos e faz com que ele não tenha qualquer vontade  ou iniciativa própria.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;16. O não reconhecimento da  família e dos amigos&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De  uma forma geral, as pessoas que têm Alzheimer esquecem o que aprenderam e quem  conheceram e isso faz com que não reconheçam os seus amigos e familiares mais  próximos. Num estado avançado e final da doença, as pessoas podem apenas  recordar-se dos seus pais e de apenas algumas passagens com eles.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;17. A perda das habilidades  motoras e do sentido do tato&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  demência afeta as capacidades motoras e interfere com o manuseamento de roupas  ou todo o tipo de utensílios, como as tesouras ou os garfos. Contudo, a perda  das habilidades motoras e do sentido do tato podem estar relacionados com uma  doença muito diferente, como a &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/doenca-parkinson"&gt;doença de Parkinson&lt;/a&gt;.  Deve observar esses sintomas e comunicá-los imediatamente ao seu médico de  família para um diagnóstico mais detalhado.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;18. A dificuldade em se vestir&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  forma como um indivíduo se veste diz muito sobre a condição psicológica de uma  pessoa. No caso de um doente de Alzheimer é comum ele utilizar a mesma roupa  durante vários dias, pois esquece-se que a mesma já foi usada. Por outro lado,  as dificuldades em apertar ou desabotoar os botões de uma camisa ou de um  casaco, assim como realizar o nó de uma gravata são também um enorme handicap  devido à perda das habilidades motoras.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;19. O desleixo com a aparência e  higiene pessoal&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os  doentes de Alzheimer têm tendência para serem desleixados com a sua aparência e &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/como-cuidar-higiene-idoso"&gt;higiene  pessoal&lt;/a&gt;, e esquecem-se, na maioria das vezes, de escovar os dentes,  cortar as unhas, tomar banho e até utilizar a casa de banho/banheiro para a realização  das suas necessidades.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;20. Esquecer as refeições  principais&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  diminuição do apetite e a perda de interesse e prazer pela &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/9-formas-fazer-com-que-idoso-se-alimente-corretamente"&gt;alimentação&lt;/a&gt; faz com que um doente de Alzheimer se esqueça de realizar as refeições  principais ao longo do dia. Existe também a hipótese de um indivíduo perder a  capacidade de dizer se um alimento ou bebida está quente ou frio demais para  comer ou beber. Por vezes, face ao facto de não se lembrarem de como utilizar  os talheres, alguns indivíduos chegam a levar a comida à mão até à sua própria  boca.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;21. O comportamento inadequado&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na  fase terminal da doença de Alzheimer, um indivíduo pode revelar um  comportamento inadequado e agir de forma atípica em várias situações distintas.  Por exemplo, é comum esquecerem-se que são indivíduos casados e começam a fazer  avanços sexuais inapropriados com outros parceiros, ou podem tirar a roupa em  horários impróprios e em locais invulgares.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;22. A capacidade de delirar&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os  delírios e a paranoia são comuns nos doentes que sofrem de Alzheimer e alguns  chegam a ter a forte convicção ou ilusão de que alguém o está a tentar ferir ou  matar. A perda da memória e a confusão são os responsáveis principais pela má  interpretação do que um doente vê e ouve.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;23. A agressão física e verbal&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A  demência vai piorando com o tempo e com ela vão-se alterando os comportamentos  e é normal que alguém se torne física ou verbalmente mais agressivo. As  explosões verbais, gritos, ameaças e empurrões podem ser uma constante e podem  surgir do nada. No entanto, é de realçar que a agressão verbal ou física pode  estar relacionada com algum desconforto físico, incapacidade de comunicação ou  frustração perante uma determinada situação.&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;24. As dificuldades em dormir&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alguns  sintomas como a agitação, ansiedade, desorientação e confusão tendem a piorar à  medida que o dia passa e podem continuar durante a noite, fazendo com que  existam muitas dificuldades em adormecer e dormir. Essa perturbação do sono  pode estar relacionada com as alterações do relógio biológico de uma pessoa e é  uma razão comum que leva muitas vezes os familiares a colocar os seus entes  queridos num &lt;a href="http://cuidamos.com/artigos/como-escolher-lar-idosos"&gt;lar  de idosos.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style="text-align: justify;"&gt;25. A imitação ou o  comportamento infantil&lt;/h2&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os  especialistas afirmam que quem sofre da doença de Alzheimer fica completamente  dependente de um determinado indivíduo e imita-o de forma infantil, chegando  até a segui-lo como uma espécie de “sombra”. Este comportamento surge, muitas  vezes, pelo receio em encarar a forma confusa como o mundo é percecionado e  pela necessidade de ter por perto uma pessoa em quem se confia totalmente.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-6412073785318320425?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/6412073785318320425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/6412073785318320425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/05/doenca-de-alzheimer-sintomas.html' title='Doença de Alzheimer (Sintomas)'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-330467713328969560</id><published>2011-04-13T20:35:00.001-03:00</published><updated>2011-04-13T20:36:08.956-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos diversos'/><title type='text'>Distração reduz a capacidade mental, aponta estudo</title><content type='html'>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2RgYvgjOohc/TaYzIdNOvYI/AAAAAAAAOkw/k64YPi8ub10/s1600/size_590_Neuronios.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://3.bp.blogspot.com/-2RgYvgjOohc/TaYzIdNOvYI/AAAAAAAAOkw/k64YPi8ub10/s400/size_590_Neuronios.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pessoas idosas perdem facilmente as conexões neurais quando ocorre alguma distração&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A capacidade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo cai à medida que o homem envelhece. Uma nova pesquisa aponta que o motivo pelo qual pessoas mais velhas têm mais dificuldade em alternar tarefas está nas redes neurais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lidar com múltiplas tarefas envolve a memória de curta duração, que define a capacidade de manter e manipular uma determinada informação num determinado período de tempo. Essa memória de trabalho é a base de todas as operações mentais, de decorar um número de telefone a digitá-lo em um aparelho, de manter o ritmo de uma conversa a conduzir funções complexas como raciocinar ou aprender.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“Os resultados do estudo sugerem que o impacto negativo das múltiplas tarefas na memória de trabalho não é necessariamente um problema com a memória, mas deriva de uma interação entre atenção e memória”, disse Adam Gazzaley, professor da Universidade da Califórnia em San Francisco, um dos autores do estudo publicado nesta semana na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (&lt;a href="http://www.pnas.org/cgi/doi/10.1073/pnas.1015297108"&gt;PNAS&lt;/a&gt;).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o estudo, a dificuldade em realizar mais de uma tarefa num mesmo período de tempo está no momento de alternar entre uma atividade e outra. O problema fundamental não são as própria tarefas ou as interrupções, mas as distrações. A pesquisa indica que a capacidade do cérebro em ignorar informações irrelevantes cai com a idade e que isso impacta na memória de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O estudo reforça que as “coisas da idade”, como costumam ser chamados episódios comuns de distração e esquecimento, têm impacto maior em indivíduos mais velhos. Os pesquisadores compararam a memória funcional de jovens saudáveis (com idade média de 24,5 anos) com de idosos também saudáveis (com média de 69,1 anos) em testes envolvendo diversas tarefas simultâneras.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por meio de imagens de ressonância magnética, analisaram o fluxo sanguíneo nos cérebros dos participantes de modo a tentar identificar as atividades de circuitos e redes neurais. Os participantes tinham de observar uma determinada cena e fixá-la por 14,4 segundos. Durante o período, entrava uma interrupção, na forma da imagem de um rosto, e os voluntários tinham de determinar o sexo e a idade estimada da pessoa. Em seguida, tinham de lembrar a cena original.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mais velhos mostraram maior dificuldade em fixar a imagem original. Os exames de ressonância mostraram que, quando os participantes eram interrompidos, o processo de fixação da memória dava lugar ao próprio processamento da interrupção.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os mais jovens conseguiam restabelecer a conexão com a rede da memória após a interrupção, desligando-se da imagem que apareceu no meio do teste. Já os mais velhos, na média, tiveram dificuldade tanto para se desligar da interrupção como para restabelecer a rede neural associada com a memória da cena original.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;“O impacto das distrações e das interrupções revela a fragilidade da memória de trabalho. Esse é um fato importante a se considerar, uma vez que vivemos num meio em que cada vez há mais interferências e exigências, como o aumento na quantidade de dispositivos que transportam informação”, disse Gazzaley.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-330467713328969560?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/330467713328969560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/330467713328969560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/04/distracao-reduz-capacidade-mental.html' title='Distração reduz a capacidade mental, aponta estudo'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-2RgYvgjOohc/TaYzIdNOvYI/AAAAAAAAOkw/k64YPi8ub10/s72-c/size_590_Neuronios.jpg' height='72' width='72'/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-4265769831976281838</id><published>2011-03-11T16:11:00.000-03:00</published><updated>2011-03-11T16:11:38.664-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Informação'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cidadania'/><title type='text'>Informações sobre a Doação de Medula Óssea</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passo a passo para se tornar um doador&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar medula óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, por meio de punções, e se recompõe em apenas 15 dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Os doadores preenchem um formulário com dados pessoais e é coletada uma amostra de sangue com 5ml para testes. Estes testes determinam as características genéticas que são necessárias para a compatibilidade entre o doador e o paciente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Os dados pessoais e os resultados dos testes são armazenados em um sistema informatizado que realiza o cruzamento com dados dos pacientes que estão necessitando de um transplante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Em caso de compatibilidade com um paciente, o doador é então chamado para exames complementares e para realizar a doação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as células do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível é, em média, de UMA EM CEM MIL!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Por isso, são organizados Registros de Doadores Voluntários de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante e não possui um doador na família, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade e de amor ao próximo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;¿ É muito importante que sejam mantidos atualizados os dados cadastrais para facilitar e agilizar a chamada do doador no momento exato. Para atualizar o cadastro, basta preencher este formulário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso você decida doar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Onde e quando doar&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros nos estados. No Rio de Janeiro, além do Hemorio, o INCA também faz a coleta de sangue e o cadastramento de doadores voluntários de medula óssea de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 14h30, e aos sábados, de 8h às 12h. Não é necessário agendamento. Para mais informações, ligue para (21) 2506-6064.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Como é feita a doação&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante de medula óssea constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas. Nos primeiros três dias após a doação pode haver desconforto localizado, de leve a moderado, que pode ser amenizado com o uso de analgésicos e medidas simples. Normalmente, os doadores retornam às suas atividades habituais depois da primeira semana.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Importante&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança, preencha este formulário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e outras doenças do sangue.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Perguntas e Respostas sobre Transplante de Medula Óssea&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é medula óssea?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um tecido líquido-gelatinoso que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. As hemácias transportam o oxigênio dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico das células para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo e nos defendem das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é transplante de medula óssea?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças que afetam as células do sangue, como leucemia e linfoma. Consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula saudável. O transplante pode ser autogênico, quando a medula vem do próprio paciente. No transplante alogênico a medula vem de um doador. O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea, obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando é necessário o transplante?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave, Mielodisplasias e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode ser indicado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para 'substituir' a medula improdutiva por uma sadia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. Nesses casos, o transplante é complementar aos tratamentos convencionais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como é o transplante para o doador?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes da doação, o doador faz um rigoroso exame clínico incluindo exames complementares para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita em centro cirúrgico, sob anestesia, e tem duração de aproximadamente duas horas. São realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 15%. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde. Leia mais sobre a doação de medula.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como é o transplante para o paciente?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de se submeter a um tratamento que ataca as células doentes e destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de duas a três semanas, o paciente necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre muito comuns. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário em alguns casos o comparecimento diário ao Hospital-dia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quais os riscos para o paciente?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova 'memória' e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quais os riscos para o doador?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento que necessita de anestesia, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 15%). Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada verifica as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é compatibilidade?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6, que devem ser iguais entre doador e receptor. A análise de compatibilidade é realizada por meio de testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 25%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que fazer quando não há um doador compatível?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando não há um doador aparentado (geralmente um irmão ou parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é fazer uma busca nos registros de doadores voluntários, tanto no REDOME (o Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea) como nos do exterior. No Brasil a mistura de raças dificulta a localização de doadores compatíveis. Mas hoje já existem mais de 12 milhões de doadores em todo o mundo. No Brasil, o REDOME tem mais de 1 milhão e 400 mil &amp;nbsp;doadores.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é o REDOME?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se voluntariam a doar medula para pacientes que precisam do transplante foi criado o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Um sistema informatizado cruza as informações genéticas dos doadores voluntários cadastrados no REDOME com as dos pacientes que precisam do transplante. Quando é verificada compatibilidade, a pessoa é convocada para realizar a doação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Doação de Medula Óssea&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Agora há 1,6 milhão de doadores inscritos e o percentual subiu para 70%. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e da Alemanha (3 milhões de doadores). A evolução no número de doadores deveu-se aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do REDOME, em 2000, o SUS já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os gastos crescerem 4.308,51% de 2001 a 2009. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São 61 centros para transplantes de medula óssea e 17 para transplantes com doadores não-aparentados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), INCA, Hospital das Clínicas Porto Alegre, Casa de Saúde Santa Marcelina, Boldrini, GRAAC, Escola Paulista de Medicina - Hospital São Paulo, Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), Hospital AC Camargo, Fundação E. J. Zerbini, Hospital de Clínicas da UNICAMP, Hospital Amaral Carvalho, Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Sírio Libanês.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quantos transplantes o INCA faz por mês?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que a populãção pode fazer para ajudar os pacientes?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (5 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro sempre atualizado. Caso haja alguma mudança de informação, preencha este formulário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REDOME - Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Rua do Resende, 195, térreo - Centro - Rio de Janeiro / RJ&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Telefone: (21) 3207-5238&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;e-mail: redome@inca.gov.br&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;CEMO&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Praça Cruz Vermelha, 23, 7º andar - Centro&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;20230-130 - Rio de Janeiro - RJ&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tel.: (21) 2506-6215 &amp;nbsp;Fax: (21) 2509-2121&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;table bgcolor="#fdfdfd" border="0" cellpadding="5" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td align="left" bgcolor="#d4d4d4"&gt;&lt;span style="color: red; font-family: verdana; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;Centro de Transplante de Medula Óssea  (CEMO)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt; &lt;td align="right" bgcolor="#e4e4e4"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666; font-family: verdana; font-size: xx-small;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table bgcolor="#fdfdfd" border="0" cellpadding="5" cellspacing="2"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt; &lt;td bgcolor="#f3f3f3"&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt; &lt;img align="right" alt="" border="0" hspace="10" src="http://www1.inca.gov.br/inca/Figuras/selo_acreditacao_cemo__web.jpg" vspace="10" /&gt;O  Centro de Transplante de Medula Óssea (CEMO) foi criado em 1983 e hoje  destaca-se como referência na área para o Ministério da Saúde. É um dos maiores  centros no Brasil de tratamento de doenças no sangue como a anemia aplástica e a  leucemia. O CEMO realiza transplantes de medula óssea alogênicos, com doadores  aparentados e não-aparentados, além de autogênicos ou autólogos. Atende a  pacientes do Rio de Janeiro e demais regiões do Brasil no âmbito do SUS. &lt;a href="http://www1.inca.gov.br/inca/Arquivos/Cemo/MedulaNet/27PortariaGMMS93106.doc" target="_blank"&gt;Por determinação do Ministério da Saúde&lt;/a&gt;, cabe ao CEMO a sede e  o gerenciamento técnico do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula  Óssea - REDOME e da Rede BrasilCord, que reúne Bancos Públicos de Células de  Sangue de Cordão Umbilical. Centraliza ainda as consultas aos Registros  internacionais de doadores de medula óssea para seleção e providências quanto ao  fornecimento de material para os transplantes com doadores não-aparentados. Em  2009, o CEMO obteve o certificado de acreditação hospitalar&amp;nbsp;de acordo com o  &lt;span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;Manual Internacional de Padrões de Certificação para o  Cuidado a Doenças ou Condições Específicas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: verdana; font-size: small;"&gt;  &lt;span style="font-family: verdana; font-size: x-small;"&gt;da Joint Commission International.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O CEMO conta com as seguintes divisões e setores:&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Divisão de Assistência Médica&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; • &lt;b&gt;U&lt;strong&gt;nidade de Pacientes Internos (UPI)&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;, que dispõe de  12 leitos instalados em ambiente alimentado por um sistema de filtragem especial  do ar para a redução das partículas ambientais, visando minimizar o risco de  infecções;&lt;br /&gt;• &lt;strong&gt;Unidade de Pacientes Externos - composta pelo Ambulatório e  Hospital-Dia&lt;/strong&gt;, que recebe os novos pacientes e é também responsável pelo  acompanhamento dos pacientes transplantados. É composta de 6 consultórios  multidisciplinares, sala de atendimento para crianças com 4 poltronas e sala de  atendimento para adultos com 10 poltronas, além de dois leitos de isolamento e  dois leitos de procedimentos;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;Divisão de Enfermagem -  &lt;/strong&gt;coordena as&amp;nbsp;atividades de assistência, ensino e pesquisa relacionadas  aos enfermeiros do CEMO.  &lt;strong&gt;Divisão de Apoio Técnico - &lt;/strong&gt;atuação de forma multidisciplinar  integrada. A Divisão reúne os serviços de Fisioterapia, Nutrição, Psicologia e  Serviço Social. &lt;br /&gt;&lt;b&gt;Divisão de Laboratórios&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; • &lt;strong&gt;Unidade laboratorial&lt;/strong&gt;, que dá suporte aos transplantes,  executando exames e procedimentos essenciais para a realização dos transplantes  e acompanhamento dos pacientes e também é referência para pesquisas. Inclui os  Laboratórios de Imunologia, Citogenética, Imunogenética, Biologia molecular,  Células Tronco e Criobiologia; &lt;/blockquote&gt;&lt;b&gt;Direção da Unidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;blockquote dir="ltr" style="margin-right: 0px;"&gt; • Comissões Especiais:&lt;br /&gt;- Comissão de Controle de Infecção Hospitalar  (CCIH)&lt;br /&gt;- Prontuários&lt;br /&gt;- Óbitos&lt;br /&gt;• Núcleo de Informação Ensino e Pesquisa (NIEP)&lt;br /&gt;• Secretaria Executiva&lt;br /&gt;• Apoio Administrativo&lt;br /&gt;• Comunicação&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=677"&gt;Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula  Óssea&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; (REDOME), criado em 1993 e coordenado pelo INCA desde 1998. O  REREME – Registro Nacional de Receptores de medula Óssea (2004) e o RENACORD –  Registro Nacional de Sangue de Cordão Umbilical (2008) também estão sob a  responsabilidade direta do CEMO/INCA.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www1.inca.gov.br/conteudo_view.asp?ID=124"&gt;&lt;strong&gt;Banco de  Células de Sangue de Cordão Umbilical&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (BSCUP), projeto&amp;nbsp;elaborado em  1999 e inaugurado em 2001, iniciou suas atividades em  2002.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-4265769831976281838?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/4265769831976281838'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/4265769831976281838'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/03/informacoes-sobre-doacao-de-medula.html' title='Informações sobre a Doação de Medula Óssea'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-8275339737199914937</id><published>2011-02-24T12:18:00.000-03:00</published><updated>2011-02-24T12:18:51.445-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>Guia trabalhista para cuidador de idosos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com o intuito de esclarecimento para nossos cuidadores e familiares que contratam, adaptamos um questionário com dezenas de perguntas sobre a função de cuidador de idosos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembramos que o cuidador de idosos não é profissão regulamentada por lei federal e não há um salário-base da classe. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tudo que se fala em direito e deveres, em legislação trabalhista para o cuidador de idosos ainda é regido pela legislação do TRABALHADOR DOMÉSTICO. Para não deixar dúvidas sobre todas estas questões, foi lançada uma cartilha pelo Ministério do Trabalho e do Emprego, explicando sobre todas as questões relativas ao trabalhador doméstico e que também é para o cuidador de idosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A profissão é reconhecida pelo Ministério de Trabalho e Emprego desde o ano 2000 com todos os direitos de um trabalhador domiciliar e o seu código é 5162-10.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O que é salário base ?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o salário contratual descriminado na Carteira profissional do seu empregado, e o qual tomamos como referência para o recolhimento do INSS, FGTS e desconto dos 6% do vale transporte. Não há salário base (da classe) definido para cuidador, não podendo pagar menos que o salário mínimo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual o percentual de desconto do INSS para a cuidadora e o familiar patrão?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O percentual para a patroa (empregador) é de 12% e para o empregado varia de 7,65% a 11% (de acordo com a faixa salarial). Em nossa página principal, clique no link “tabela de INSS” e veja a variação da tabela&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Quanto ao recolhimento do FGTS para cuidadora, gostaria de saber se é obrigatório, quem paga a multa de 40% do FGTS quando da rescisão do contrato e qual o percentual descontado do empregado?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O FGTS para a cuidadora é uma opção do empregador; não é obrigatório. Se o empregador deu o benefício, ao demitir o empregado sem justa causa, arcará com a multa de 40% sobre o valor já depositado, e não é descontado nenhum percentual do empregado; devendo o empregador recolher o correspondente à 8% sobre o salário base do empregado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Existe algum tempo mínimo de contribuição ao INSS para que a cuidadora tenha direito à licença maternidade? Nesse caso qual seria o prazo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para concessão do salário-maternidade, não é exigido tempo mínimo de contribuição para cuidadoras, desde que comprovem filiação nesta condição na data do afastamento para fins de salário maternidade ou na data do parto. A licença maternidade inicia-se a partir de 28 dias antes do parto ou 92 dias após o parto, totalizando 120 dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora entrou em licença maternidade. O que fazer?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por ocasião de licença maternidade, pago pelo INSS, o empregador deverá recolher a guia do INSS referente ao valor da alíquota de 12% sobre o salário base.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Como dar entrada no afastamento?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Após receber o atestado médico, comparecer em um dos Postos de Atendimento do INSS (Administrativo); portando além do atestado, a carteira de trabalho, carnê do INSS. Podendo ser feito a solicitação pela internet (www.previdenciasocial.gov.br)&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Pode ser fornecido vale transporte em dinheiro? Posso ter algum problema?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora seja usual entre empregadores e empregados, não é permitido pagar em dinheiro ou em qualquer outra forma de pagamento, que não em vale transporte para que não incorpore à remuneração da (o) empregada (o), com efeitos na contribuição previdenciária, nas férias e no 13º salário. Pagando em vale transporte não haverá esse tipo de incorporação. E tenha sempre o recibo assinado, para que possa efetuar o desconto de 6% a título de vale transporte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora não quer que registre a sua carteira de trabalho. O que devo fazer?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não a contrate, pois futuramente poderá ter problemas judiciais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- As cuidadoras de idosos têm direito a salário família?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não. A Lei 4.266/63, que instituiu o salário-família do trabalhador, não incluiu o empregado doméstico como seu beneficiário e a Constituição Federal de 1988 não estendeu aos domésticos tal benefício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual a jornada de trabalho de uma cuidadora que trabalha de segunda a sexta-feira?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os cuidadoras não têm uma carga horária determinada conforme os empregados regidos pela CLT. Deve-se acordar um horário entre patrão/empregado no momento da contratação (não devendo ultrapassar as 220:00 hs). Assim como as horas excedentes desse total, deverão ser pagas como adicional negociado entre as partes, já que não há previsão legal de hora extra para cuidadora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Ao optar em efetuar o recolhimento do FGTS, quanto devo descontar da minha empregada?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O FGTS não é descontado do empregado, devendo o empregador fazer o recolhimento sobre o salário bruto num percentual de 8%.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora tem direito ao seguro-desemprego?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Somente se o empregador optou pelo recolhimento do FGTS e tiverem mais de 15 meses de recolhimento.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Devo assinar a carteira de trabalho da minha cuidadora, mesmo em experiência?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, a carteira de trabalho deve ser assinada de imediato, mesmo nos contratos de experiência. Devendo ser feita uma observação na página “anotações gerais” de que foi contratada em xx/xx/xxxx, num período de experiência de xx dias (não podendo ultrapassar 90 dias).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Posso aceitar um atestado médico com data retroativa? E de quanto tempo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, poderá ser aceito o atestado e não existe carência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Posso fazer contrato de experiência e de quanto tempo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem divergências na Jurisprudência sobre o contrato de experiência para empregada (o) doméstica (o), uma vez que a CLT não se aplica a essa categoria; no entanto, o contrato de experiência é uma excelente maneira de testar a (o) empregada (o) antes de contratá-la (o) de forma definitiva. Pode ser de até 90 dias, formalmente por escrito, com assinatura da carteira e recolhimento do INSS. Deve-se aproveitar o contrato de experiência para formalizar todas as negociações referentes aos direitos e deveres das partes&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Podendo os 90 dias, serem divididos em duas partes: 30 + 60dias, 45 + 45 dias, 60 + 30 dias; ou por um período único tradicionalmente de 30, 45, 60 ou 90 dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Pago um salário em carteira e outro por fora. O que pode acontecer com o INSS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recolher contribuição previdenciária sobre salário inferior ao efetivamente pago à cuidadora, é considerado fraude. A justiça trabalhista determina o pagamento das contribuições atrasadas sobre o salário pago por fora, acrescido de juros e multas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Como pagar o 13º salário do meu empregado?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A 1ª parcela deve ser paga entre 01 de fevereiro e 30 de novembro, pagar adiantamento equivalente à metade do salário recebido no mês anterior, sem descontos, ou ainda nas férias, se requerê-la ao (a) empregador (a), até 31 de janeiro; e a 2ª parcela até 20 de dezembro, pagando o valor proporcional ao tempo de serviço, calculado sobre a remuneração de dezembro – devendo deduzir o valor bruto da 1ª parcela, descontar o INSS e imposto de renda (se houver)..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Se durante as férias houver aumento de salário, o que faço?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se, após o pagamento das férias, ocorrer reajuste salarial sobre a remuneração correspondente ao período de descanso, será necessário complementar o valor inicialmente pago, na proporção dos dias sujeitos ao reajuste.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O que é aviso prévio?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Notificação que uma das partes comunica à outra, por escrito, em 2 vias (uma para cada parte), a cessação do contrato de trabalho, com 30 dias de antecedência.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Se o empregado pedir demissão e não cumprir o aviso, o que faço?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso não haja cumprimento do prazo de aviso, o (a) empregador (a) poderá descontar o valor correspondente a 01 mês de salário na rescisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual o procedimento em caso de acidente com a (o) empregada (o), no local de trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É necessária a comprovação da incapacidade, para a realização de suas funções, em exame realizado pela perícia médica da Previdência Social, para que, posteriormente, a (o) empregada (o) tenha direito à concessão de auxílio doença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Como proceder quando a cuidadora apresentar comportamento inadequado, imoral, antiético, ou incompatível com as normas e orientações do (a) empregador (a)?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não vale a pena bater boca e ficar com alguém dentro de sua casa aborrecido e pronto para criar problemas. Se não houver um motivo grave, demitir sem Justa Causa e havendo motivo grave, demitir por Justa Causa (que deve ser comprovado).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual o prazo que devo guardar os documentos da minha cuidadora?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Guias de recolhimento do FGTS (se inscrita (o) – durante 30 anos); &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Comprovantes de recolhimentos Previdenciário (INSS) – durante 10 anos e &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recibos de pagamentos mensais; recibos de pagamentos dos 13º salários; recibos mensais de entregas dos vales transporte, ou a declaração de não beneficiária (o) de vale transporte; recibos de pagamentos de adicionais, quando houver; recibos de avisos de concessões de férias; recibos de pagamentos de férias; recibo de aviso prévio; recibo de termo de quitação do contrato de trabalho – durante 05 anos“. E devem estar datados e assinados pelo empregado. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Como a cuidadora recolhe o INSS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Através da guia da previdência social – GPS , carnê (comprado em papelarias). O carnê ou a guia deve ser preenchido com o nome do empregado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Onde a cuidadora adquire a Guia de Previdência Social – GPS?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nas papelarias ou através do site da Previdência Social www.previdenciasocial.gov.br&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para o assinante do Doméstica Legal, poderá emitir a guia automaticamente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A legislação do repouso remunerado semanal abrange também aos cuidadores?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim. A cuidadora tem assegurado o direito ao repouso remunerado pelo art. 7º, parágrafo único, da Constituição/88.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual a legislação que regula as condições do repouso semanal?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Lei n.º 605 de 05.01.49, regulamentada pelo Decreto nº 27.048, de 12.08.49. Ela dispõe ainda sobre o pagamento dos salários nos dias de feriados civis e religiosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O que é repouso ou descanso semanal remunerado?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O repouso semanal remunerado consiste em um descanso semanal de 24 horas consecutivas. Além do descanso o empregado também tem direito a respectiva remuneração, como se dia trabalhado fosse. Porém, para que tenha direito à remuneração correspondente ao repouso, é necessário o cumprimento integral do horário de trabalho, ou seja, sem faltas, atrasos, e saídas durante o expediente. Os feriados civis e religiosos obrigam ao repouso remunerado.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual o valor mensal do salário maternidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o valor correspondente ao seu último salário de contribuição. O salário-maternidade, a partir de 16-12-98, fica limitado, como benefício previdenciário, ao valor de R$ 1 .200,00.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a remuneração da empregada doméstica for superior ao limite máximo de R$ 1.200,00, caberá ao empregador complementar o valor do salário-maternidade até o limite da remuneração percebida pela mesma, arcando com o ônus da diferença.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O que é salário maternidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É o benefício que tem direito a segurada empregada doméstica por ocasião do parto. Não há carência para concessão desse benefício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;-&lt;strong&gt; Qual o valor mensal do auxílio doença?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É de 91% do salário de benefício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora tem direito a auxílio acidente de trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O benefício do acidente do trabalho não é devido à cuidadora. O acidente ocorrido no desempenho das funções do empregado doméstico dá direito à percepção do benefício previdenciário do auxílio- doença. Para fazer jus ao benefício do auxílio – doença, é necessário que o segurado cuidador tenha cumprido um mínimo de 12 contribuições mensais, sem interrupção, que determine a perda da qualidade de segurado. O auxílio-doença para o cuidador é contado do início da incapacidade ou, a contar da data da entrada do requerimento, quando requerido após o 30° dia do afastamento da atividade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual é o prazo máximo para o empregado requerer o benefício do salário maternidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É de cinco anos de prazo para a segurada requerer o benefício a partir da data do parto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Pode o empregado escolher livremente a época em que deseja gozar suas férias?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quem determina a época de concessão das férias é o empregador, atendendo aos seus interesses; porém não há impedimento quanto a ambas fazerem um acordo quando ao período de gozo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Quais os direitos do empregador?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descontar alimentação, vestuário, moradia e vale transporte; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cobrar do empregado a apresentação de sua documentação pessoal; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Demitir o empregado com ou sem justa causa; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cobrar por danos causados pelo empregado ao seu patrimônio; por culpa ou dolo; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cobrar aviso prévio, caso o empregado não tenha avisado de sua saída do emprego com a antecedência mínima de 30 dias. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;- Quais os deveres do cuidador?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Executar os trabalhos conforme contratado; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não faltar; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ser pontual; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assinar os recibos de pagamento; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Avisar com 30 dias de antecedência sua saída do emprego; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Manter sigilo sobre a família do empregador; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tratar empregador e demais familiares com respeito; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Zelar pelo patrimônio do empregador. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O que ocorre quando o empregado se afasta do trabalho por motivo de doença durante o prazo do aviso prévio?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O contrato fica suspenso, devendo; quando tiver alta, retornar e cumprir o restante do aviso. O período afastado por doença, deve ser pago diretamente pelo INSS.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O que é abono de férias?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É a troca do gozo de parte das férias por dinheiro. A lei permite que o trabalhador transforme em pecúnia 1/3 (um terço) do período de férias. É um direito do empregado doméstico ao qual o patrão não pode se opor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Se o empregado residir no emprego, ele tem direito a vale transporte?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Neste caso, o empregado doméstico não tem direito ao vale-transporte diário, porém deverá recebê-lo nos fins de semana ou fins de mês, dependendo do caso, para ir a casa e retornar ao emprego na segunda-feira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Cuidadora pode ser contratada por experiência? Qual o prazo máximo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, porque sendo o contrato de trabalho doméstico uma espécie do gênero contrato de trabalho, a ele se aplica o disposto nos arts. 443 e 444, da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), onde este tipo de contrato está previsto. O contrato de experiência não pode ultrapassar 90 (noventa) dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Quando a cuidadora fica doente o patrão é obrigado a pagar os dias não trabalhados?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com a nossa legislação previdenciária, a cuidadora, ao contrário dos empregadores urbano e rural, não paga o salário dos 15 (quinze) dias de afastamento por motivo de doença. É obrigação do INSS desde o primeiro dia de afastamento do serviço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Como fica o recolhimento do INSS, durante a licença maternidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Caso a cuidadora tenha gozado licença – maternidade, a contribuição do 13° salário será calculado da seguinte forma:•(a) empregador- 12% sobre o valor bruto do 13° Salário, observado o limite máximo de R$ 1.200,00;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;b) empregada – alíquota correspondente (8, 9, 11 %) sobre o valor do 13° Salário proporcional ao período efetivamente trabalhado, observado sempre o limite máximo previdenciário.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora gestante tem estabilidade?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, de acordo com a Lei 11.324 de 19 de julho de 2007 Art. 4o-A. É vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa da cuidadora gestante desde a confirmação da gravidez até 5 (cinco) meses após o parto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual o prazo para reclamar direitos trabalhistas?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O prazo para o empregado buscar na Justiça seus direitos é de 2(dois) anos após seu desligamento da empresa, sendo que só poderá pedir os direitos acumulados dos últimos 5 (cinco) anos que trabalhou naquela mesma firma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Quando a cuidadora diarista passa a ser cuidadora com carteira assinada?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não é uma matéria muito pacífica. O tema é bastante polêmico na justiça do trabalho. Algumas decisões têm entendido que ela passa a ser cuidadora, se o serviço é prestado em caráter contínuo, mais de duas vezes por semana. A partir daí pode ser caracterizado o vínculo empregatício. Muitos especialistas recomendam que seja assinada a carteira de trabalho também da diarista e que seja recolhido o INSS, como medida preventiva.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- O empregado ainda não apresentou os documentos solicitados, o que fazer?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todos os documentos devem ser apresentados ao empregador, no momento da admissão; e a carteira deve ser devolvida ao empregado em 48 horas, devidamente assinada. Faça uma nova solicitação e se não atendido, demita-a (o).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Se eu contratar 3 vezes por semana tenho que registrar?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, deverá ser feito o registro em carteira, recolhimento do INSS, recibo de pagamento, vale transporte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora de final de semana ou diarista tem direito ao décimo terceiro? E férias?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não. A diarista não tem direito a férias e 13º salário; pois ela não possui vínculo empregatício e nem carteira assinada. Somente teria direito se trabalhasse a partir de 03 vezes por semana ou mais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- A cuidadora de final de semana ou diarista recebe vale transporte todos os dias que vem a minha casa. Deve ser feito recibo?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sim, devem ser feitos os recibos com o pagamento da diária e do vale transporte. Para os assinantes do Doméstica Legal, poderá imprimir o contrato de diarista e o recibo..&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;- Qual o direito da cuidadora com relação à licença maternidade no caso de ter o bebê e este vier a falecer?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se a doméstica tiver o laudo médico atestando o nascimento do bebê ela terá direito aos 120 dias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fontes: &lt;a href="http://www.domesticalegal.com.br/faq.asp#resp5"&gt;http://www.domesticalegal.com.br/faq.asp#resp5&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuidar de Idosos - Geriatra - marcioborges@cuidardeidosos.com.br &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-8275339737199914937?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8275339737199914937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8275339737199914937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/02/guia-trabalhista-para-cuidador-de.html' title='Guia trabalhista para cuidador de idosos'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-8647020082173123189</id><published>2011-02-10T21:34:00.000-02:00</published><updated>2011-02-10T21:34:21.850-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Notícia'/><title type='text'>Políticas públicas de atenção a idosos com Alzheimer devem levar em consideração seus cuidadores</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pesquisa avalia a qualidade de vida deste grupo que aumenta juntamente com o envelhecimento da sociedade brasileira. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuidar de um idoso que tenha doença de Alzheimer implica numa rotina cansativa e muitas vezes frustrante, em que o cuidador tem de abandonar suas atividades sociais e de lazer em função da atenção demandada pelo doente. O artigo “Implicações da doença de Alzheimer na qualidade de vida do cuidador: um estudo comparativo”, publicado ano passado nos Cadernos de Saúde Pública, foi escrito com o objetivo de avaliar as percepções dos próprios cuidadores acerca do impacto desta atividade em sua qualidade de vida. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para tanto, foram dados questionários a dois grupos de uma cidade da região central de São Paulo, divididos em: (a) cuidadores familiares primários de idosos diagnosticados com doença de Alzheimer atendidos pelo Programa do Medicamento Excepcional e (b) não-cuidadores com idade, sexo e status socioeconômico emparelhados ao primeiro grupo. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Percebeu-se que “o grupo de cuidadores apresentou chance maior e significativa de avaliar negativamente as dimensões saúde física, disposição, humor, memória, você em geral e capacidade para fazer atividades de lazer quando comparado ao grupo de não-cuidadores”, afirmam Keika Inouye, Elisete Pedrazzani e Sofia Pavarini, da Universidade Federal de São Carlos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Apesar da importância crescente dos cuidadores no Brasil, uma vez que vivemos um momento de envelhecimento da sociedade, as autoras perceberam que “grande maioria da população de cuidadores familiares ainda não possui as informações e o suporte necessários à assistência e este fato constitui fator de risco para seu desgas te físico, emocional e social”. Para elas, uma maior interação entre os cuidadores familiares e profissionais de saúde é aconselhável, uma vez que “pode minimizar as dificuldades vivenciadas”, afirmam. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As autoras acreditam que a divulgação de estudos que avaliem a qualidade de vida dos cuidadores são importantes, uma vez que, tendo informações, é possível criar estratégias de combate a doenças como o Alzheimer que se preocupem também com a qualidade de vida dos familiares, permitindo que continuem “membros ativos e construtores da sociedade”, concluem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.oserrano.com.br/mais.asp?tipo=Local&amp;amp;id=19572"&gt;Notícias&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-8647020082173123189?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8647020082173123189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/8647020082173123189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/02/politicas-publicas-de-atencao-idosos.html' title='Políticas públicas de atenção a idosos com Alzheimer devem levar em consideração seus cuidadores'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-5418652907362905117</id><published>2011-02-06T22:09:00.001-02:00</published><updated>2011-02-06T22:10:01.928-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos para profissionais e cuidadores de idosos'/><title type='text'>“Motivos que levam o idoso a aderir a um programa de atividade física” -</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Conforme apontam vários estudos, existe uma correlação positiva entre atividade física e a saúde do idoso (1). No entanto, apesar do conhecimento acerca da importância da atividade física na vida dos indivíduos, grande parte da população mantém um estilo de vida sedentário, inclusive os idosos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A atividade física vem sendo apontada como um dos fatores comportamentais que contribui para um envelhecimento saudável, prevenção da morbidade e mortalidade em idosos (2), uma vez que reduz o risco de doenças coronárias, diabetes, osteoporose e hipertensão, entre outras (3); atuando positivamente na saúde mental (4) e na prevenção de quedas (5).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sobre o sedentarismo entre os indivíduos idosos podemos verificar que em um estudo realizado pelo Ministério da Saúde (6), em todas as capitais brasileiras e no Distrito Federal, ficou constatado que 53,7% dos homens idosos e que 58,3% das mulheres idosas são fisicamente inativos (7).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Freitas (8) ressalta que há evidências demonstrando o efeito benéfico de um estilo de vida ativo, na manutenção da capacidade funcional e da autonomia física durante o processo de envelhecimento, minimizando a degeneração provocada pelo envelhecimento e, assim, propiciar uma melhoria geral na saúde e qualidade de vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gáspari &amp;amp; Schwartz (9), constataram que indivíduos idosos procuram atividades de lazer para diversão, ampliação do rol de amizades, conhecimento de lugares novos, convivência e troca de experiências de vida com outras pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A adesão à atividade física diminui com o passar da idade, a partir da adolescência e da idade adulta jovem, caracterizada por volta dos cinqüenta anos. Esse declínio continua com proporções maiores de não-adesão em ambos os sexos aos oitenta anos. Há indicativos de que mulheres idosas alegam estereótipos para se tornar sedentárias, acreditando que é inapropriado ou perigoso serem fisicamente ativas, por causa do declínio físico e da percepção de estarem muito velhas (10).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A partir do momento que o idoso começa a participar de um programa de exercício físico, pode-se identificar um passo significativo para uma mudança positiva de comportamento. Porém, são necessários esforços por parte dos gestores e professores do programa para evitar o abandono/desistência, uma vez que há registros de desistência significativamente altos nos programas de exercício físico e/ou reabilitação, especialmente, nos primeiros três a cinco meses (11).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Debert (12) entende que a atividade física para o idoso representa uma forma de negar o envelhecimento, pois para os velhos manter a capacidade de autonomia e independência é essencial para os sentimentos positivos em relação à auto-estima. Siqueira(13) acredita que as pessoas na velhice devem manter os mesmos níveis de atividade dos estágios anteriores da vida adulta, substituindo papéis sociais perdidos com o processo de envelhecimento por novos papéis, de modo que o bem-estar na velhice seria resultado do incremento dessas atividades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Concluindo temos que a manutenção da capacidade funcional dos idosos é um dos fatores que contribuem para uma melhor qualidade de vida dessa população. Nesse sentido, a prática de atividades físicas é um importante meio para se alcançar esse objetivo, devendo ser estimulada ao longo da vida. Especificamente nessa faixa etária, deve-se priorizar o desenvolvimento da capacidade aeróbica, flexibilidade, equilíbrio, resistência e força muscular de acordo com as peculiaridades dessa população, de modo a proporcionar uma série de benefícios específicos à saúde biopsicossocial do idoso (14). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim sendo, se faz necessário compreender mais detalhadamente os fatores associados às práticas de atividades físicas, para a elaboração de estratégias específicas de intervenção promovendo a adesão dessa população a essas atividades.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;REFERÊNCIAS&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1- AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Position stand on exercise and physical activity for older adults. Medicine and Science in Sports Exercise,v.30,n.6,p.992-1.008,1998.Disponívelem: http://www.acsm.org/AM/Template.cfm?Section=Past_Roundtables&amp;amp;Template=/CM/ContentDisplay.cfm&amp;amp;ContentID=2836.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2- BOOTH, F.W., GORDON, S.E., CARLSON, C.J., HAMILTON, M,T. (2000) "Waging war on modern chronic diseases: primary prevention through exercise biology". Journalof Applied Physiology. v.88, n.2, p. 774-787. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3- BOUCHARD, C. &amp;amp; DESPRES, J. (1995). "Physical activity and health: Atherosclerotic, metabolic and hypertensive diseases". Research Quarterly for Exercise and Sport. Vol. 66, p. 268-275. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4- NETZ, Y., WU, M. J., BECKER, B. J., &amp;amp; TENENBAUM, G. (2005). "Physical activity and psychological well-being in advanced age: A meta-analysis of intervention studies". Psychology and Aging. Vol. 20, p. 272-284.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5- BARNETT, A., SMITH, B., LORD, S. R., WILLIAMS, M., &amp;amp; BAUMAND, A. (2003) "Community-based group exercise improves balance and reduces falls in at-risk older people: A randomised controlled trial". Age and Ageing. Vol. 32, p. 407-414.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6- BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Vigitel Brasil 2007: vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico.Brasília,2008.Disponívelem:.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7- Barboza Eiras, Hey Alexandre da Silva, Lange de Souza, Vendruscolo. “FATORES DE ADESÃO E MANUTENÇÃO DA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA POR PARTE DE IDOSOS”. Rev. Bras. Cienc. Esporte, Campinas, v. 31, n. 2, p. 75-89, janeiro 2010.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;8- FREITAS, C.M.S.M. SANTIAGO, M.S. VIANA, A.T. LEÃO, A.C. FREYRE, C. Aspectos motivacionais que influenciam a adesão e manutenção de idosos a programas de exercícios físicos. Rev. Bras.Cineantropom. Desempenho Hum. 2007;9(1):92-100.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;9- DE GASPARI, J. C.; SCHWARTZ, G. M. O idoso e a ressignificação emocional do lazer. Psicologia: Teoria e Pesquisa, Brasília, v. 21, n.1, p.69-76, jan-abr 2005.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;10- ANDREOTTI, M. C.; OKUMA, S. S. Perfil sóciodemográfico e de adesão inicial de idosos ingressantes em um programa de educação física. Revista da Universidade de São Paulo, 2003.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;11- RAMOS, J.H. (2001). "Determinantes de adesão, manutenção e desistência de um Programa de prevenção e reabilitação cardiovascular". Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano. v. 3, no. 1, p. 112.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;12- DEBERT, G. G. A reinvenção da Velhice: Socialização e Processos de Reprivatização do Envelhecimento. Editora da Universidade de São Paulo: Fapesp, 1999.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;13- SIQUEIRA, M.E.C. Teorias Sociológicas do Envelhecimento. "Tratado de Geriatria e Gerontologia", FREITAS, E. V. et al (org.). Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2002.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;14- Maciel , M.G. A Atividade Física e a funcionalidade do idoso.Motriz, Rio Claro, v.16 n.4, p.1024-1032, out./dez. 2010&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Autor: FERNANDO DE ANDRÉA &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;SP, SP, Brazil &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Fernando de Andréa - Bacharel em Educação Física EEFEUSP e Mestre em Ciências Médicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – USP, São Paulo (SP), Brasil. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7802515065004972131-5418652907362905117?l=artigosedownloads.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5418652907362905117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7802515065004972131/posts/default/5418652907362905117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://artigosedownloads.blogspot.com/2011/02/motivos-que-levam-o-idoso-aderir-um.html' title='“Motivos que levam o idoso a aderir a um programa de atividade física” -'/><author><name>Silvia Masc</name><uri>https://profiles.google.com/113689632345952013261</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh6.googleusercontent.com/-66x_S4Bo5Q0/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAAPP0/T4iSwcvmBSs/s512-c/photo.jpg'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7802515065004972131.post-7085027794385591153</id><published>2011-01-27T22:08:00.000-02:00</published><updated>2011-01-27T21:30:19.740-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Artigos para profissionais e cuidadores de idosos'/><title type='text'>Qualidade de vida em idosos que sofreram quedas: Revisão integrativa da literatura</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;0818/2010 - Qualidade de vida em idosos que sofreram quedas: Revisão integrativa da literatura&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quality of life in elderly that suffered falls: Integrative literature review&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adriana Cristina Nicolussi - Nicolussi, A.C. - Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto - USP &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Trabalho final da disciplina de Pós-Graduação “O processo de envelhecer – enfoque na intervenção na área da saúde”, ministrada em 2009 na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) – Ribeirão Preto (SP), Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adriana Cristina Nicolussi, Enfermeira, mestre e aluna de doutorado da EERP-USP e Enfermeira do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP), e-mail: drinicolussi@ig.com.br ou drinicolussi@usp.br. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Jack Roberto Silva Fhon, Enfermeiro e aluno do mestrado da EERP-USP. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Claudia Aline Valente Santos, Terapeuta Ocupacional do Centro Integrado de Reabilitação do Hospital Estadual de Ribeirão Preto, aluna especial da EERP-USP. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Luciana Kusumota, Sueli Marques, Rosalina Aparecida Partezani Rodrigues, Enfermeiras, Professoras do Departamento de Enfermagem Geral e Especializada da EERP-USP, responsáveis pela disciplina. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Autoria &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nicolussi, A.C. participou da elaboração, análise dos dados, redação e análise crítica do artigo; Fhon, J.R.S. e Santos, C.A.V. participaram da elaboração, análise dos dados e redação do artigo; Kusumota, L.; Marques, S. e Rodrigues, R.A.P. participaram da revisão crítica do artigo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foi realizada uma Revisão Integrativa da Literatura com o objetivo de avaliar o conhecimento científico produzido relacionado à qualidade de vida do idoso que sofreu quedas. Métodos: foram selecionados artigos publicados nas bases de dados LILACS, CINAHL e MEDLINE, com os seguintes descritores: qualidade de vida, idoso e acidentes por quedas, nos idiomas português, inglês e espanhol, entre 1999 e 2009. Resultados: nove artigos atenderam aos critérios de inclusão. Encontrou-se que as quedas são frequentes nos idosos, sendo que idosos com mais fatores de risco intrínsecos e que já caíram apresentaram mais medo e possuem mais chance de caírem novamente; e também relataram déficits nas funções física, mental/emocional, dor corporal e relacionados ao meio ambiente e que programas de prevenção de quedas podem melhorar a qualidade de vida do idoso com o tempo. Conclusão: evidenciou-se como lacunas no conhecimento: escassa produção científica nacional, principalmente de autores enfermeiros, e predomínio de estudos descritivos e com nível de evidência considerado fraco. Sugere-se a atuação dos profissionais de saúde em pesquisas de intervenções para prevenção de quedas as quais possam ser aplicadas na prática clínica que possibilitem melhorar a qualidade de vida dos idosos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Descritores: qualidade de vida, idoso, acidentes por quedas, saúde do idoso, revisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Abstract&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Objective: to conduct an Integrative Literature Review and to evaluate the produced scientific knowledge regarding quality of life of elderly that suffered falls. Methods: the articles were selected using the LILACS, CINAHL and MEDLINE databases, with the follow-up keywords: quality of life, aged and aged and over and accidental falls, published in Portuguese, English and Spanish, between 1999 and 2009. Results: nine articles accomplished the inclusion criteria. The falls were frequent for the elderly, the elderly with more intrinsic risk factors and those had falls were who that had more fear and had more chance to fall again, and they had deficits in physical, mental and emotional functions, pain and in relationship to environment and that falls preventions programs can improve the quality of life of the elderly over time. Conclusions: knowledge gaps were revealed by a low of national publications, mainly by nurse authors and the predominance of descriptive studies, with weak levels of evidence. We suggest that health professionals conduct interventions researches to falls prevention that can be used in the clinical practice in improving the quality of life of the elderly. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Keywords: quality of life, aged, accidental falls, health of the elderly, review.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Introdução &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O crescente aumento da população idosa em todo o mundo, demonstrado nos estudos demográficos e epidemiológicos, evidencia para os órgãos governamentais e para a sociedade constantes desafios, principalmente, no que se refere à área da saúde e aos aspectos socioeconômicos, próprios do envelhecimento populacional. Há cerca de quatro décadas, este crescimento da população idosa tem sido observado particularmente nos países em desenvolvimento. No Brasil, este fenômeno revela um crescimento exponencial, cuja projeção, para o ano de 2025, mostra que o número de indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos será de 32 milhões1-2. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em decorrência de tal quadro, a queda, considerada um evento não intencional cujo resultado é a mudança de posição do indivíduo para um nível mais baixo em relação a sua posição inicial3, tem se tornado uma ocorrência frequente e um problema crescente com o processo de envelhecimento. Quanto mais frágil o idoso, maior a propensão à queda, caracterizando um fator importantíssimo de morbidade, institucionalização e mortalidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O risco de cair aumenta significativamente com o avançar da idade. A previsão é de que um terço dos idosos que vivem na comunidade cairá no prazo de um ano e, entre os institucionalizados, esta previsão aumenta para 50%. Ao cair, cerca de 5% dos idosos necessitam de hospitalização, principalmente por fratura de quadril, e, em cada três casos, um dos pacientes falece no prazo de um ano4. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O passo fundamental para a prevenção das quedas é o reconhecimento e a correção dos fatores de risco envolvidos na sua ocorrência, e estes se dividem em intrínsecos e extrínsecos. Os fatores intrínsecos estão relacionados com as alterações fisiológicas do processo de envelhecimento, tais como: idade, presença de múltiplas doenças crônicas, polifarmácia, depressão, diminuição da cognição, redução da capacidade funcional, entre outras. Enquanto os fatores extrínsecos estão relacionados com o meio ambiente e, também, possuem papel importante nos episódios de quedas5-6. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As quedas podem acarretar fraturas e medo constante de cair, limitando progressivamente a participação dos idosos em atividades cotidianas. Quedas frequentes em idosos estão associadas à elevada morbidade e mortalidade7 e, como consequências comuns, observam-se os prejuízos nas capacidades funcionais e cognitivas, a institucionalização e o aumento de gastos para os serviços de saúde e sociais8. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na perspectiva da saúde pública, há uma atenção crescente relacionada ao impacto das quedas e às morbidades associadas, em decorrência do aumento dos custos com os cuidados à saúde bem como a melhora da Qualidade de Vida (QV) dos idosos9. A medida da QV é importante para a avaliação dos efeitos do tratamento e do atendimento pelos serviços de saúde no bem-estar dos clientes. Medidas de QV foram desenvolvidas para entender os tipos de impacto que as intervenções de cuidados à saúde têm na vida dos clientes e o custo-efetividade das mesmas comparadas com outras intervenções de cuidados à saúde10. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para a elaboração de políticas, ações e intervenções de cuidados à saúde que visem a melhorar a QV do idoso, é preciso compreender este termo e averiguar qual é o seu significado para os idosos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na saúde, existem duas vertentes quanto à conceituação de QV, uma genérica, elaborada pela Organização Mundial de Saúde (1995) na qual a “Qualidade de Vida é a percepção do indivíduo sobre a sua posição na vida, no contexto da cultura e dos sistemas de valores nos quais ele vive, e em relação a seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações” (p.1405)11, e a outra amplamente usada na literatura que estabelece relações mais diretas com enfermidades ou intervenções em saúde, a Qualidade de Vida Relacionada à Saúde (QVRS) que pode ser definida como um ótimo nível de função mental, física, social e de papel desempenhado na vida, abrangendo relacionamentos, percepção de saúde, aptidões, nível de satisfação com a vida e sensação de bem-estar, e também relaciona as perspectivas futuras e satisfação do paciente com seu tratamento, seus resultados e estado de saúde12. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto ao conhecimento dos idosos sobre QV, um estudo13 realizado com três grupos de idosos revelou que o primeiro grupo conceituou a QV fazendo associações a relacionamentos interpessoais, ao equilíbrio emocional e à boa saúde; o segundo grupo a associou aos hábitos saudáveis, ao lazer e aos bens materiais; e o terceiro grupo a relacionou à espiritualidade, ao trabalho, à retidão e caridade, ao conhecimento e aos ambientes favoráveis; ou seja, a QV está relacionada à incorporação de sua vida aos seus ideais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Compreendendo a importância das consequências das quedas para os idosos, os conceitos de QV e a necessidade de implementar políticas e planejar ações de atenção ao idoso, este estudo se propõe a avaliar o conhecimento científico produzido, relacionado às quedas e à QV em idosos. A questão norteadora foi: “Qual é o conhecimento científico já produzido e relacionado à qualidade de vida dos idosos que sofreram quedas?” &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nessa perspectiva, considerando que os idosos podem apresentar a QV influenciada pelas quedas, o presente estudo teve como objetivo geral buscar e avaliar as evidências disponíveis na literatura sobre o conhecimento científico produzido relacionado à QV do idoso que sofreu queda. E, como objetivos específicos: caracterizar a produção científica segundo a metodologia adotada, os aspectos relacionados à QV apresentados pelo idoso que sofreu queda e identificar quais os instrumentos utilizados para avaliar a QV. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Métodos &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Utilizou-se a Revisão Integrativa (RI) da Literatura, método de revisão específico que sumariza a literatura teórica ou empírica anterior para prover o entendimento compreensivo de um fenômeno particular ou problema relacionado à saúde14. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse método pode tornar os resultados de pesquisas mais acessíveis, reduzindo alguns obstáculos da utilização do conhecimento científico, pois possibilita ao leitor o acesso a diversas pesquisas realizadas, em um único estudo15. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de estabelecida a questão norteadora, três bases de dados foram utilizadas como fonte de levantamento dos estudos: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature (CINAHL) e Medical Literature Analysis and Retrieval System on-line (MEDLINE) e a combinação dos seguintes descritores: qualidade de vida (quality of life), idoso (aged and aged and over) e acidentes por quedas (accidental falls). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os critérios de inclusão estabelecidos para a seleção dos artigos foram: artigos com resumos disponíveis relacionados à QV dos idosos (≥ 60 anos) que sofreram quedas, publicados nos idiomas português, espanhol e inglês, indexados nas bases de dados LILACS, CINAHL e MEDLINE, no período de janeiro de 1999 a outubro de 2009. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os estudos foram examinados por um instrumento construído e validado16 que permitiu a identificação das publicações, sua caracterização quanto aos critérios de avaliação de QV e quanto à metodologia, considerando o delineamento de pesquisa dos artigos17-18 e o nível de evidência19 dos mesmos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O levantamento dos estudos foi realizado em outubro de 2009, concomitantemente nas três bases de dados. No cruzamento dos descritores, foi encontrado um total de 118 artigos, dos quais 15 se repetiam entre as bases de dados, restando 103 estudos em que, após serem lidos os resumos e aplicados os critérios de inclusão, foram selecionados 24 para a leitura na íntegra. Após a leitura destes artigos, sete foram selecionados, e, posteriormente, foram incluídos outros dois artigos referenciados nos estudos por atenderem aos critérios de inclusão, totalizando nove artigos que compuseram a amostra desta RI. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A análise dos artigos ocorreu de forma descritiva, de acordo com o instrumento de coleta de dados16, permitindo avaliar as seguintes características de cada artigo: identificação da publicação, critérios de avaliação de QV e metodologia dos estudos. Para a construção das categorias, utilizou-se a técnica de análise temática20. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Resultados &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram analisados nove artigos na íntegra, e, após a análise de conteúdo temática, os temas abordados foram divididos nas seguintes categorias: Impacto da queda na QV (três artigos), Impacto do medo da queda na QV (três artigos), Programa de prevenção de quedas e QV (dois artigos), Relação entre fatores intrínsecos para risco de quedas e quedas na QV (um artigo). &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em relação à caracterização dos estudos, quanto ao ano de publicação, em 2008, 2004 e 2003 foram publicados dois artigos em cada ano e nos anos de 2007, 2005 e 2000 um artigo cada. Quanto à formação profissional do autor principal, um artigo foi publicado por médico, um por enfermeiro, dois por fisioterapeutas e em cinco não foi possível identificar a categoria profissional dos autores. De acordo com a instituição de origem dos autores principais, oito artigos estão vinculados a universidades e um está vinculado a uma Fundação. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No que se refere ao idioma, sete publicações foram em inglês e duas em português. Com relação ao país-sede do estudo, dois foram desenvolvidos no Canadá, dois em Taiwan, outros dois no Brasil, um nos Estados Unidos, um na Austrália e um na Holanda. Quanto ao periódico de publicação, foram detectados nove periódicos diferentes, sendo cinco revistas específicas de gerontologia e/ou geriatria. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto aos critérios de avaliação de QV, em três artigos, os autores apresentaram uma definição de QV e em seis não. Foram utilizados cinco instrumentos diferentes para mensurar a QV dos idosos nos estudos revisados (Quadro 1), sendo que em sete foi justificada a escolha dos mesmos e em dois não; quatro estudos referiram ter utilizado instrumentos validados para a população do estudo, e cinco não fizeram esta menção. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os Quadros 2 e 3 apresentam as principais funções ou domínios afetados e a síntese do conhecimento, de acordo com as categorias temáticas dos estudos, os delineamentos de pesquisa e os níveis de evidência. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Discussão &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Enquanto a expectativa de vida entre a população idosa tem aumentado devido às intervenções médicas e de saúde pública, estudos sobre a importância da QVRS nesta fase da vida também têm surgido21. As reduções do número de quedas e dos danos causados por elas, por meio de programas de prevenção, podem contribuir para melhorar a QV10. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Embora as pesquisas tenham crescido nos últimos anos, os resultados do presente estudo mostraram que apenas dois artigos foram publicados no Brasil, em português; e nenhum artigo foi encontrado no idioma espanhol. Quanto à autoria principal, apenas um dos estudos foi realizado por enfermeiro, revelando a necessidade destes profissionais investirem nessa área de pesquisa, na busca de subsídios para a assistência de enfermagem prestada aos idosos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação aos aspectos referentes à avaliação de QV, os resultados evidenciaram que somente três artigos utilizaram definições de QV, esta deficiência foi observada em outros estudos de revisão10,22. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De acordo com o delineamento de pesquisa e nível de evidência avaliado, houve predomínio de estudos descritivos, ou seja, seis artigos classificados com nível de evidência 6, considerado fraco; um estudo caso-controle, nível 4; e dois Ensaios Clínicos Randomizados Controlados (ECRC), nível 2, de delineamento experimental, considerados evidências fortes; contudo, o nível 2 de evidência na pesquisa em enfermagem ainda é restrito. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto às categorias temáticas apresentadas no Quadro 2, na categoria Impacto da queda na QV, as quedas foram frequentes nos idosos e ocasionaram consequências negativas para sua QV. O estudo21 que avaliou a QV em idosos com fratura de quadril devido a quedas corroborou que as quedas interferem na QV dessa população e que planos de intervenção para alta hospitalar podem diminuir o tempo de internação, algumas consequências pós-alta hospitalar, a razão de readmissão hospitalar, a razão de sobrevivência, além de possibilitar melhora no desempenho das atividades da vida diária e melhores condições de QV para os mesmos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação à categoria Impacto do medo da queda na QV, foi evidenciado que os idosos com maior medo de quedas foram os que mais as sofreram e apresentaram piores escores para QV e assim, como nesta revisão, estudos7,23 mostraram que idosos que sofreram quedas anteriores relataram mais medo de quedas do que os que não caíram, e o estudo23 encontrou entre as mulheres na faixa etária de 60 a 69 anos maior medo de cair, aquelas que apresentaram de moderado a alto medo de cair relataram piores escores para funções física, social, funcional, dor corporal, vitalidade e saúde geral, e os homens com moderado grau de medo de cair apresentaram piores escores para funções social, funcional e saúde geral. Nesta revisão, os idosos com alto medo de cair relataram piores escores nas funções física, mental e dor corporal. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto à categoria Programa de prevenção de quedas e QV, os grupos de idosos que tiveram quedas e realizaram exercícios apresentaram melhores resultados para QV do que os grupos que caíram e receberam orientações para prevenção de quedas como modificações comportamentais em relação ao ambiente e educacionais. Uma Revisão Sistemática (RS)10 avaliou Ensaios Clínicos Randomizados Controlados (ECRC) que envolveram intervenções para prevenção de quedas, como uma avaliação dos efeitos da QV dos idosos, e encontrou poucos estudos que usaram a QV com este objetivo, seis em 12 intervenções obtiveram resultados positivos e, destes, oito reportaram resultados relacionados às quedas, mas nem todos compararam a QV entre os que sofreram e os que não sofreram quedas. Nos dois estudos desta RI, um destes24 também está incluso na RS, eles realizaram esta comparação e encontraram a QV prejudicada para os idosos que sofreram quedas, mas com o decorrer do programa de intervenção para prevenção de quedas, a QV melhorou, sendo considerados resultados positivos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação à categoria Relação entre fatores intrínsecos para risco de quedas e quedas na QV, as idosas com osteoporose que sofreram quedas apresentaram a função emocional prejudicada. A osteoporose também foi comum em mulheres no estudo25, cuja avaliação de um programa de reabilitação para idosos com fratura de quadril evidenciou a função física prejudicada e medo de cair. A osteoporose também foi predominante no sexo feminino, e esta fragilidade das mulheres idosas teve maior incidência do medo de cair quando comparada com os homens23. A queda em idosos com idade acima de 85 anos foi preditiva para pior saúde física, emoções negativas e menos atividade física do que entre idosos com idade inferior a esta8. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ressaltam-se, como limitações deste estudo, a delimitação dos idiomas português, espanhol e inglês, a utilização de apenas três bases de dados e a não inclusão de dissertações e teses que podem ter excluído estudos considerados importantes. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Conclusão &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Este estudo possibilitou caracterizar a produção científica quanto aos aspectos metodológicos dos estudos sobre QV apresentada pelo idoso que sofreu queda. No total, nove artigos preencheram os critérios de inclusão e fizeram parte desta RI. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Com relação à categorização dos estudos, como lacunas no conhecimento, observou-se a escassez de estudos de intervenção que retratem evidências fortes, pois a maioria dos estudos encontrados foi descritiva, classificada como nível de evidência 6, considerada fraca. Detectou-se, também, baixa produção científica tanto no Brasil quanto na América Latina, sendo apenas dois estudos publicados no Brasil, em português; e com a participação do enfermeiro em apenas um estudo como autor principal, fazendo-se necessária uma reflexão sobre a temática, para que novas pesquisas sejam desenvolvidas e divulgadas. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto aos aspectos relacionados à QV, apenas três estudos a definiram, quatro não mencionaram se utilizaram instrumentos validados para sua população e dois não justificaram suas escolhas; é importante a utilização de instrumentos validados para a confiabilidade dos resultados. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quatro categorias temáticas foram estabelecidas, após a análise dos estudos: Impacto da queda na QV, Impacto do medo da queda na QV, Programa de prevenção de quedas e QV e Relação entre fatores intrínsecos para risco de queda e queda na QV e observou-se que: as quedas são frequentes nos idosos, sendo a maioria devido aos fatores intrínsecos; e aqueles idosos que já caíram têm mais medo e maior chance de cair novamente, eles apresentaram déficits em funções ou domínios da QV, tais como: funções física, emocional ou mental, dor corporal e relacionados ao meio ambiente, bem como programas de intervenção de quedas podem melhorar sua QV após a queda. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, de acordo com os resultados desta RI, sugere-se aos profissionais de saúde, inclusive o enfermeiro, maior atuação tanto na assistência quanto na produção de pesquisas direcionadas aos idosos, desenvolvendo estudos de intervenção para prevenção de quedas que possam ser aplicados na prática clínica e possibilitem melhorar a QV dos idosos. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Referências &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1. Carvalho TFE, e col. Geriatria: fundamentos, clínica e terapêutica. 2ª. ed. São Paulo: Atheneu; 2006. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2. Paschoal SMP, Franco RP, Salles RFN. Epidemiologia do Envelhecimento In: Netto M P. Tratado de Gerontologia. São Paulo: Editora Atheneu; 2007. p. 39-56. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3. Santiago ALM, Moreira JS, da Silva ÉG, Fernandes VL, Dias RC, Dias JMD. Mobility, falls and quality of life in dwelling elderly [Portuguese]. Fisioterapia em Movimento 2004 Apr-Jun; 17(2):29-36. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;4. Gama Z, Gomez-Conesa A. Factores de riesgos de caídas em ancianos: revisión sistemática. Rev Saúde Pública 2008 Out; 42(5): 946-56. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;5. Schiaveto FV. Avaliação do risco de quedas em idosos na comunidade. [dissertação]. Ribeirão Preto (SP): Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto/ USP; 2008. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;6. Aguiar CF, Assis M. Perfil de mulheres idosas segundo a ocorrência de quedas: estudo de demanda no Núcleo de Atenção ao idoso da UNATI / UERJ. Rev Bras Geriatr Gerontolol, 2009; 12(3): 391-404. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;7. Miller WC, Deathe AB, Speechley M, Koval J. The influence of falling, fear of falling, and balance confidence on prosthetic mobility and social activity among individuals with a lower extremity amputation. 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